Incompetência custa caro
Redação DM
Publicado em 29 de julho de 2016 às 02:02 | Atualizado há 1 anoNão a toa que a produtividade da mão-de-obra brasileira é baixa. E quando o serviço é prestado para qualquer evento público, por falta de fiscalização é uma lástima. E é o que ocorre com os 3.604 apartamentos que foram construídos na Vila Olímpica, no Rio, para acomodar em torno de 17 mil pessoas entre atletas, e profissionais de retaguarda, que vão disputar a partir de 05 de agosto os jogos olímpicos. Boa parte destes apartamentos em plena chegada dos atletas se encontra sujo, com problemas elétricos, hidráulicos, etc. E para minimizar este vexame, as autoridades responsáveis pelos jogos olímpicos decidem improvisar uma força-tarefa com mais de 600 trabalhadores para resolver os estragos, o que eleva os custos, e também denegri a imagem já chamuscada do nosso País, perante as delegações de 206 Nações, que vão participar dos jogos.
(Paulo Panossian, via e-mail)
Caiado e o PT

Sugiro aos conselheiros da presidente defenestrada Dilma, que agende uma consulta com o Dr. Ronaldo Caiado.O espírito público do referido doutor é extremamente humanitário. Fez recente diagnóstico do senador Lindenberg tendo acertado em cheio. Pena que o paciente não fez os exames necessários e continuou com a grave patologia. E o indico para Dilma por causa de suas recentes declarações proferidas do gueto do Alvorada quando comparou a tentativa de golpe na Turquia ao “golpe” que diz ter sofrido no Brasil. É extremamente grave seu estado de saude mental.
(Paulo Henrique Coimbra de Oliveira, via e-mail)
Fome na Venezuela

Os governos da Venezuela e da Colômbia concordaram na quinta feira última, 21 de julho, em não reabrir a fronteira entre os dois países, depois de dois fins de semana consecutivos nos quais milhares de venezuelanos foram ao país vizinho comprar mantimentos. No último domingo, 17/julho/2016, 130 mil venezuelanos cruzaram a fronteira nos quatro postos existentes nas divisas entre os dois países. A falta de mercadorias nas prateleiras dos super-mercados e a fome do povo venezuelano foi a causa dessa invasão faminta dos venezuelanos à Colômbia. É importante que os brasileiros prestem muito atenção nesse triste acontecimento que na realidade foi uma programação política nefasta dos imaginários bolivarianos que tinham com o Lula e PT à frente também a programação para incluir os brasileiros e demais países sul-americanos. É melhor os brasileiros corrigir esse drama político agora com o impeachment da Dilma Roussef do que viver a atual fome venezuelana.
(Benone Augusto de Paiva, via e-mail)
A realidade do uso de agrotóxicos

Existe um debate importante no Brasil, sobre um possível excesso no uso de agrotóxicos pelos nossos competentes agricultores. Entretanto o desafio é grande. E produzir e evitar danos, sem a aplicação destes produtos para combater as pragas agrícolas (insetos, doenças, e plantas daninhas) é uma tarefa quase que impossível. Porém, não falta investimento em pesquisa para minorar o problema. São investidos US$ 250 milhões, e leva uns 12 anos de pesquisa para se chegar a um produto viável no mercado na para sua aplicação. E nesse espaço quero compartilhar com os leitores números apresentados sobre o assunto em recente artigo publicado no Estadão (19/07) pelos professores José Otávio Mentes, Ciro Rosalem e Luiz Carlos Correa Carvalho. Um primeiro dado demonstrando que entre os nossos agricultores existe uma preocupação permanente para reduzir o uso de agrotóxicos, é que de 2004 a 2011 na China, o uso deste produto cresceu 120%, na Argentina 47%, e no Brasil diminuiu 3%. E atestam também que os produtos fitossanitários em uso no Brasil são muito seguros. E esses produtos antes de serem lançados ao mercado passam pelo crivo de órgãos como a Mapa, Anvisa, e Ibama, que seguem rigorosamente protocolos internacionais. A observância dessas exigências é responsável pela redução de quase 90% de doses de produtos fitossanitários, da toxicidade aguda em mais de 160%, nestes últimos 40 anos no País. Ora, se o nosso País é hoje líder na produção e exportação de soja, milho, cana, algodão, laranja, etc., é porque o uso destes produtos no combate às pragas é responsável, e de muito respeito ao meio ambiente. Sendo assim, a crescente produtividade no campo não teria ocorrido. Já que, nestes últimos 35 anos a nossa produtividade no setor cresceu 198%, e a área cultivada apenas 28%. E não por outra razão que 65% do território nacional ainda é coberto por matas nativas. Lógico que a fiscalização e cumplicidade dos agricultores tem sido fundamental para que se continue a avançar na melhor aplicação desses produtos! Como também de oferecer educação, e treinamento aos trabalhadores, a fim de que melhores práticas sejam utilizadas. É bom frisar que o Brasil, é que teve a iniciativa pioneira na destinação correta das embalagens dos produtos fitossanitários, já que, 94% das embalagens são recolhidas de devolvidas às empresas fabricantes e distribuidores, evitando assim danos ao meio ambiente. Se a agricultura brasileira é uma das mais eficientes do mundo, mesmo com a caótica infraestrutura existente, como da falta de armazéns e silos, estradas, portos, ferrovias, transporte fluvial, etc., e ainda assim é de longe o setor mais desenvolvido do País. Que além de oferecer alimento farto e de qualidade para mesa da família brasileira, é um dos setores que mais emprega e investe em novas tecnologias no País. Também pela sua pujança, vem batendo seguidos recordes de produção de grãos, como em 2015 de 209,5 milhões de toneladas! E de quebra, mesmo com a nossa economia em grave estado de recessão, exportou no ano passado US$ 88,22 bilhões, e teve um superávit comercial extraordinário de US$ 75,15 bilhões. Esta competência dos agricultores também esta presente com a preocupação com o meio ambiente!
(Paulo Panossian, via e-mail)