Brasil

Judoca Rafaela Silva!

Redação DM

Publicado em 12 de agosto de 2016 às 02:31 | Atualizado há 10 anos

Quando vemos a vitória da judoca Rafaela Silva, que não apenas superou o racismo, mas a chaga de que pobre e carente não consegue superar sua condição, ir a luta e vencer, chegamos à conclusão como tudo poderia ser diferente no Brasil. Se o Estado fosse presente em todas comunidades carentes, incentivasse o esporte nas escolas públicas como faz os EUA, que investe maciçamente  nos esportes, quantos não teriam um futuro mais digno? Em muitas ações policiais contra o banditismo, chegamos a ver incríveis acrobatas pulando muros, correndo por vielas, como qualquer um dos melhores esportistas que ganharam medalhas de ouro em Olimpíadas. Que futuro melhor não os esperaria, em vez de sete palmos abaixo da terra, porque a grande maioria não ultrapassa os 25 anos de vida? Esse é mais um exemplo da falta de boa vontade política e que precisa mudar. Cuidar de comunidades carentes não basta dar um Bolsa Família e lavar as mãos, mas dar condições de superação das mazelas, incentivando os esportes na rede pública de ensino. A judoca Rafaela é um exemplo que querendo dá certo.

(Beatriz Campos, via e-mail)

 

Jogos negativos

Dentro da classificação que modela teoricamente os jogos, há os mais comuns, onde o que uns agentes praticantes perdem, é ganho por outros, de modo que o resultado geral é zero. São assim, por exemplo, os realizados nos cassinos. Mas há também os de soma positiva, mais sutis, nos quais todos vencem, e os de resultado negativo, onde todos são derrotados. Enquadram-se nesta última categoria, entre outros, a pesca predatória e o desmatamento. Nestes, até os que se julgam bem-sucedidos imediatos, na verdade, também são subtraídos após algum tempo. O processo em curso relativo ao afastamento de Dilma Roussef constituirá, seguramente, um jogo de resultado negativo se, porventura, num momento de insanidade, o Senado a mantiver no poder, embora, momentaneamente, seus histéricos defensores se sintam compensados.

(Paulo Roberto Gotaç, via e-mail)

 

STF e o atraso

O STF deu ontem mais uma mostra de ineficiência, retrocesso e conivência com os crimes. Determinou que os vereadores apreciarão as contas dos prefeitos, os tribunais de contas somente elaborarão pareceres prévios, que serão submetidos aos vereadores.  Colocaram as raposas tomando conta do galinheiro. Lamentável, como pode o mais alto poder dar passos para trás quando se busca acabar com a corrupção no País? Quando pensamos que estamos avançando, voltamos para trás. Que decepção!

(Izabel Avallone, via e-mail)

 

Odebrecht!!!

Será que o sr. Emílio Odebrecht nos considera todos néscios? Para salvar Lula coloca os outros dois – FHC e Temer – no mesmo balaio de gatos?

Sabemos que  todas as empreiteiras colaboram legalmente com as campanhas dos candidatos mais importantes. O que a Lava Jato e  todos nós brasileiros queremos saber não é o que a sua empreiteira deu para o FHC, Temer e Lula legalmente. Queremos, isto sim, saber do sr. e sua empresa Odebrecht dos desvios na Petrobras e quanto “lucrou” e fez lucrar o Lula nas suas obras no exterior, principalmente em países cujos regimes não são tão democráticos. E também todas as “palestras” que o Lula fez e foram pagas pela sua empresa. Será que para ser grato ao Lula, um dos idealizadores destes desvios e que arruinou com o país, o sr. pensa que ele ainda pode voltar? Pense no Brasil!

(Tania Tavares, via e-mail)

 

Petistas recorrem à OEA

Um grupo de parlamentares petistas, que já sabe que está chegando a hora da onça beber água,  decide recorrer à Comissão Interamericana de Direitos Humanos para suspender o processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff.  Será que estamos vivendo numa republiqueta? O deputado Wadih Damous disse que: “Tendo em vista que vivenciamos um golpe de estado, com a participação do parlamento e, infelizmente, com a omissão do Judiciário, buscamos esse recurso internacional”. Acho que o parlamentar foi longe demais falando essa asneira.  Golpe foi o que Partido dos Trabalhadores aplicou no Brasil.  Será que o nosso Parlamento e a nossa Suprema Corte darão uma resposta a esse grupo? Continuem roendo as unhas até o final de agosto.

(Jeovah Batista, via e-mail)

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