Brasil

Paralimpíadas – somos todos iguais

Redação DM

Publicado em 29 de setembro de 2016 às 03:14 | Atualizado há 10 anos

Maravilhoso o desempenho dos atletas com diversas dificuldades para movimentos naturais. É difícil chamá-los de deficientes pois superam as dificuldades atingindo índices  impressionantes vencendo marcas mundiais. E a abertura e o encerramento com tanta arte e criatividade, beleza participação humana e tecnologia fascinante. O mundo certamente conheceu um Brasil grande, um povo capaz apesar de todas os problemas  mostra imaginação, improvisação, e mensagem para o mundo na busca da paz e do respeito a natureza. O ser humano é fabulosa criatura de Deus, os recursos que possuímos para viver, vencer desafios, superar barreiras inclusive físicas são de assustar muitas vezes e não é mágica, sim um ser formado de forma divina para ser feliz em qualquer circunstância. Vejam o Daniel campeão de natação mais de 20 medalhas, sem mãos, sem uma das pernas. Alcança posições de campeão do mundo. O futebol de cinco praticados por deficientes visuais, usando sua audição superior acima de qualquer outro ser humano. Que sucesso que qualidade esportiva e técnica, Basquete de cadeira de rodas, tênis de mesa, levantamento de peso, corridas e tantas modalidades esportivas. Observa-se a disciplina na força e  dedicação para vencer mas prontos a respeitar as regras, reconhecer o vencedor e abraçá-lo. Após linda festa e a demonstração da superação, temos obrigação emocional e cívica de olhar  para o ser humano com mais amor, sem preconceitos fornecendo oportunidades, treinando, valorizando, e compensando todo o esforço pelo país. As administrações publicas, os políticos, a sociedade precisa repensar como esses brasileiros precisam de oportunidades, no esporte, no trabalho, na escola, na faculdade, nos laboratórios, nas famílias desestruturadas, mas conseguem alcançar sucesso nas várias áreas de atividade humana. E os que possuem dificuldades físicas que superam de forma  impressionante se igualando ao sem dificuldades muitas vezes. Como se sentem  felizes  com a auto estima elevada. Impressionante como com os pés, sobrou somente os pés, e assim pintam quadros, constroem, e tocam instrumentos musicais que com nossas mãos temos dificuldade. A vida precisa ser vivida com o respeito mútuo, com amor sem nenhuma discriminação. Mas nem sempre é assim e deveria ser, mesmo com os animais especialmente com os cães que dão exemplos de fidelidade, carinho e amizade. O relacionamento humano é muitas vezes de hipocrisia, olhamos para aparências, para cargos importantes, para que tem o poder do dinheiro, para os bonitos, para as lindas. Vivemos de ilusões e enganos buscando ser feliz, sem amor, sem respeito, sem ajudar. Não será possível ser feliz assim, a  paz da alma e do coração existe quando somos servos, ajudamos e socorremos o ser humano, independente da cor da pele, religião ou aparência mas olhamos para o ser humano, e temos certeza que somos todos iguais. A morte infelizmente que causa tanta dor mas nos ensina que somos iguais. Diferenças não são defeitos mas apenas diferenças. Tenho experiência com deficientes visuais, cadeirantes, surdos e mudos, que mostram um caráter exemplar, uma alegria invejável e de diz de forma sincera que são felizes. As paraolimpíadas nos mostram a riqueza da superação, e o espírito olímpico nos mostra o sonho da paz pois pela obediência as regras, a disciplina e o amor prevalece, o respeito e o fraterno abraço ao vencedor. Deus abençoe o abençoado Brasil e ao seu povo para dias mais felizes.

 

(Pr. Leordino Lopes de Carvalho Junior, presidente do CPA – Conselho de Pastores Anápolis, presidente da Cruzada pela Dignidade; E-mail:  [email protected] – (62) 996284108- 992298356-  30987016)

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