Quanta mesquinheza!
Redação DM
Publicado em 1 de maio de 2016 às 01:00 | Atualizado há 1 anoDilma a cada dia se supera na sua vingança contra Temer, cheia de ressentimento e por não saber a quem mais culpar pelo seu impeachment. Em represália, está fazendo uma política de terra arrasada, demarcando terras para indígenas, quilombolas e ‘sem terra’ sem critério algum e de forma irreversível, além de sonegar e destruir informações necessárias e importantes com o fito de dificultar as coisas para o novo governo. Com isso, imagina estar se vingando de supostos inimigos políticos, quando na verdade está prejudicando todo o povo brasileiro, deixando mais claro a cada dia que jamais teve intenção de governar para o povo e pelo povo, mas sim para uma patota e pelo gosto de sentir-se poderosa e dona de uma caneta capaz de transformar desejos pessoais e irresponsáveis em ordens, caneta esta que nem lhe pertence, mas ao povo brasileiro, que por sinal já deu provas cabais de não mais a querer no cargo para o qual jamais teve condições de ocupar, eleita que foi por puro golpe de marketing. Pior ainda é Lula, que vem demonstrando com sua retórica beligerante que o povo é o último a ser levado em conta. Se ambos estão trazendo um enorme prejuízo à nação, isso lhes é coisa irrelevante. Bom mesmo para estes que se autodenominam ‘de esquerda’, mas ignoram o significado disto, é confundir, estragar, destruir, jogando sal na terra e nela cuspindo com desprezo para nada mais poder nascer de bom. Mas não irão conseguir lograr em seu intento. O povo optou por libertar-se deste pesadelo que o oprimia, embora há quem dele goste por razões que só a psiquiatria ou a mesquinheza explicam.
(Eliana França Leme, via e-mail)
Parabéns, guerreiros dos trilhos
“Café com pão, café com pão, café com pão”. Era a Maria Fumaça. Ora levando gente, ora transportando nossas riquezas. Na estação de minha querida Vianópolis-GO, vi incontáveis vezes o foguista abastecê-la com lenha para o aquecimento da caldeira. Eu me lembro de quando o seu apito foi substituído pela buzina da locomotiva a diesel. Ficou a saudade. Ontem, 30 de abril de 2016, fez 162 anos que foi inaugurada a primeira ferrovia brasileira, a estrada de ferro Barão de Mauá, idealizada pelo empresário Irineu Evangelista de Souza, conhecido mais tarde como Barão de Mauá. Inicialmente era um trecho de 14,5 km, ligava o Porto de Mauá a Fragoso-RJ. O Brasil, pela sua extensão, deveria ser cortado por ferrovias, mas infelizmente os nossos governantes não pensam assim e o transporte rodoviário, que é quatro vezes mais caro que o ferroviário, é responsável por mais de 60% do transporte de nossas cargas. Nesta data, que é considerada o Dia do Ferroviário, cumprimento todos os ferroviários do Brasil, ativos e inativos, reconhecendo a importância do trabalho de cada um para o desenvolvimento do nosso País. Orgulho-me de ter tido um pai que trabalhava na conservação de linha férrea. Posso afirmar que vivi próximo de chefes de estação, telegrafistas, mestres de linha e feitores. Parabéns, guerreiros dos trilhos.
(Jeovah Batista, via e-mail)
Armação
Questionável a apresentação do ator José de Abreu no programa Domingão do Faustão do dia 24/04, um dia depois das cusparadas e xingamentos que aconteceram num restaurante de São Paulo entre ele com esposa contra um “desconhecido casal” que marcava presença no local. A apresentação do ator no Faustão, programa líder em audiência aos domingos, estava programada desde o dia 11/03, e, conforme afirmou o apresentador Fausto Silva, Abreu sabia que no dia 24/04 ele ia entrar no programa ao vivo. Por que Fausto Silva deu oportunidade a José de Abreu falar sobre as cusparadas, xingamentos e a situação do Brasil, mesmo sabendo o que ele ia falar? É impossível que Faustão não soubesse que o ator José de Abreu não fosse usar o programa para fazer um comício em defesa de Dilma e do PT. Cheirou mancomunação.
(Leônidas Marques, via e-mail)
À míngua
O PT decidiu não fazer transição de governo para o vice Michel Temer quando ocorrer o afastamento de Dilma, que eles já dão como certo de ocorrer. A ideia seria deixar o vice à míngua, perdido na falta de informações sobre o andamento dos diversos projetos do governo, mas, no fundo, a ideia é deixar os brasileiros mais à míngua ainda que os diversos governos petistas já deixaram, punidos por terem tido a ousadia de majoritariamente ter apoiado o impeachment da “presidenta”.
(Ronaldo G. Ferraz, via e-mail)

