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Daniel Vilela aposta carro se alguém mostrar “obra” de Mendanha: "Uma só!"

O ex-deputado federal Daniel Vilela, presidente estadual do MDB, disse que apostou a “chave do seu carro” se alguém conseguir mostrar uma obra do “ex-prefeito de Aparecida de Goiânia”: “Uma só!”.

O emedebista fez discurso de motivação para multidão de militantes que compareceu ao diretório do União Brasil na noite desta quarta-feira, 8, mas também crítico aos adversários.

O político chegou atrasado ao evento da militância do União Brasil, pois estava em Águas Lindas, onde se encontrou com lideranças locais.

Daniel Vilela disse que se surpreendeu com a quantidade de pessoas no Diretório. “O local é grande, mas já não consegue comportar o tanto de militância. Vocês fazem a diferença. Vamos somar esforços para avançar ainda mais e sermos referência onde ainda não somos. Goiás tem obras importantes e significativas em todas regiões do Estado”.

Vilela é pré-candidato a vice-governador e uma das principais lideranças políticas do Estado, herdeiro da maior capilaridade política de Goiás - o MDB que eternizou Iris Rezende e seu pai, Maguito Vilela.

A crítica à gestão de Gustavo Mendanha, ex-MDB revelado pelo seu pai e ex-prefeito de Aparecida, tem ecoado no município, dividindo apoios de Mendanha, já que a verve de Vilela, em certa medida, se baseia em fatos: Mendanha não tem capital político próprio, mas geriu a Prefeitura e seus cargos deixados por Maguito. Fora do poder, sua importância, acreditam adversários, é atomizada.

A crítica ao fato de Mendanha não ter obras pegou de surpresa presentes na reunião dos partidos que defendem a candidatura de Caiado, já que vem de um político que conhece bem os meandros da administração de Aparecida. Em outras palavras: é um gancho para debates. Daniel apenas estaria iniciando os serviços de enfrentamento de ideias.

O emedebista disse que a gestão de Caiado está espalhada pelo Estado, com obras e ações sociais. “Temos projeto e argumento”, disse.

“Olhem nossos adversários: um teve que mudar do estado de Goiás, pois não podia sair nas ruas. Diz por aí que será candidato a governador. Quero ver se tem coragem”, disse em referência ao ex-governador Marconi Perillo (PSDB), que ficou dois anos fora de Goiás após sua prisão pela Polícia Federal e a quinta colocação na disputa ao Senado.

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