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"Criminoso vai ser tratado como criminoso", diz Flávio Dino

De acordo com o ministro, apenas um dos crimes cometidos hoje pode chegar a 12 anos de prisão

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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, concedeu uma coletiva de imprensa na noite deste domingo, 8, após os atos terroristas no Congresso Nacional, que destruíram patrimônios históricos do Governo Federal.

Entre as medidas adotadas citadas pelo ministro está a identificação dos responsáveis por financiar os atos. Em uma das falas, Dino diz que não vai aceitar o caminho da criminalidade para fazer luta política no Brasil, e pontua "Criminoso é tratado como criminoso. E as providências estão sendo tomadas e vão ser tomadas nos próximos dias".

O ministro pontuou também que a pena de um dos crimes praticados, pelos terroristas que invadiram os palácios dos três poderes hoje, pode chegar até 12 anos de prisão, e se somado a outros crimes somadas pode ultrapassar os 20 anos de reclusão.

Dino pontua também que aqueles que foram presos em flagrante neste domingo, 8, também serão presos posteriormente, onde eles estiverem pelos crimes cometidos hoje. O ministro também afirma que o que vimos hoje, mostra que há uma confusão nacional, entre deveres funcionais e que é preciso ser dito com todas as letras.

"Objetivamente as preferências ideológicas estão atrapalhando o cumprimento dos deveres funcionais, e que é preciso que isso precisa ser dito com todas as letras. Basta olhar que quando a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e o contingente da Força Nacional, a situação se resolveu em uma hora, depois de três horas. A mostrar o que? Que houve deficiência de planejamento e que infelizmente essa infiltração de ideologias perversas, e isto explica essas cenas, e explica inclusive a intervenção federal no DF".

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