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Ministro confirma início do FGTS digital na sexta 1º de março

Para Marinho Saque Aniversário cria distorções e é prejudicial ao trabalhador

Foto: Fernando Keller Foto: Fernando Keller

O ministro do trabalho e emprego Luiz Felipe Brandão de Mello visitou a cidade de Goiânia, nesta quarta-feira, 28. Em sua primeira prada, o ministro falou com a imprensa no Hangar do governo do estado, e garantiu o início do Fundo de Garantia Por Tempo de Serviço (FGTS) digital a partir de sexta-feira, 1º de março.

O primeiro assunto abordado na visita do ministro a Goiânia foi o lançamento do FGTS digital, segundo Marinho, o mecanismo passa a funcionar a partir da próxima sexta-feira e vai proporcionar facilidades ao empregado e economia de horas para os milhares de empregadores.

"Perfeitamente"! "Essa é uma ferramenta que vem trazer modernização para o sistema. Facilita para os trabalhadores acompanhar, facilita para o ministério para fiscalizar, facilita para as empresas que vão economizar. Economizar 34 horas por mês para o que eles gastam até Fevereiro a partir de março economizar de 34 horas por empresa calcula, isso é quase cinco milhões de empregadores envolvidos no sistema. Enfim é um instrumento que vai propiciar para gente passar a oferecer para o trabalhador privado, pois, hoje ele não tem acesso a essa possibilidade de ter o crédito consignado a partir da folha de pagamento", salienta.

De acordo com o ministro, o FGTS digital vai por meio do e-social possibilitar oferecer esse crédito aos trabalhadores privados. "Com o FGTS digital queria ser a possibilidade a partir do esocial oferecer aos trabalhadores. Esta possibilidade então nós estamos encaminhando. Agora em março ao congresso nacional para criar consignado para o setor privado a partir dessas duas ferramentas estão o trabalhador terá a possibilidade de fazer sem intermediação do empregador ou seja, ele entra no sistema diz o que ele deseja. As instituições financeiras tomarão conhecimento do perfil desse trabalhador dessa trabalhadora. Qual o salário, qual o empregador, o perfil do empregador também conta muito na hora de precificar a taxa de juros. E aí o trabalhador vai escolher com que instituição fazer porque todas as instituições vão oferecer uma taxa e ele pode escolher a melhor taxa, disponível e fazer o seu contrato", pontua.

Ministro afirma que Saque Aniversário da forma como está cria distorções

Marinho foi questionado sobre o fim do Saque Aniversário, se o mesmo vai acabar ou não? E segundo ele, o Governo Federal busca neste momento uma alternativa para que o trabalhador não fique sem crédito e o tenha mais barato. De acordo com o ministro, o Saque Aniversário cria duas distorções, a primeira delas é que enfraquece o FGTS como instrumento de financiamento do Minha Casa Minha Vida, de infraestrutura, saneamento básico ou intencionamento básico no Brasil os quais foram financiados pelo Fundo.

"Então é preciso preservar essa fonte do que eu estou falando hoje, nós temos alienados a ordem 100 bilhões do Fundo de Garantia que não pode compor o Fundo de Investimento porque está alienada junto aos bancos a partir do crédito que os trabalhadores contratados. Esse crédito vai ser preservado. Eles vão honrar os contratos. Enfim, ninguém vai perder nada aqui nem o trabalhador nem os bancos. Os contratos serão honrados, mas a suspensão a transição mas ele ainda cria um problema adicional ao trabalhador. Porque o fundo ele tem a missão também de proteção no futuro do desemprego tem uma poupança que o trabalhador recorre a ela hoje tem milhões de pessoas que aderiram ao saque aniversário e foram demitidos ao ser demitido. Ele não pode pela atual lei criada lá no governo anterior sacar o que lhe pertence o seu saldo" comenta.

Eum exemplo durante sua entrevista à imprensa, o ministro pontua que "um trabalhador que tem lá R$ 30.000 de saldo na sua conta vinculada do Fundo de Garantia. Foi demitido, ele deve R$ 10 mil reais em alienado desses 30 e tem 10 mil reais junto com uma instituição financeira, ele não pode sacar os seus 20 restante. O que nós vamos propiciar também é que esses trabalhadores poderão sacar o seu remanescente seu direito aos 10 que é dos bancos ficam lá preservados com o contrato dele junto ao banco e os outros pode sacar. Você tem uma ideia isso representa hoje 20 Bilhões dos 20 milhões cinco milhões é esse esse remanescente do trabalhador que eu me referi os 15 milhões está alienados junto aos bancos então. E cria essa distorção portanto nós pretendemos eliminar essa distorção do Funil de garantia e ao mesmo tempo manter uma fonte de crédito para os trabalhadores".

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