17 partidos apoiam reeleição de Evandro Magal
Redação DM
Publicado em 3 de agosto de 2016 às 02:44 | Atualizado há 10 anosO Partido Progressista (PP) abriu a corrida eleitoral na noite dessa segunda feira (1), em Caldas Novas, com a realização de uma grande convenção partidária, que homologou na oportunidade a candidatura do atual prefeito, Evandro Magal, à reeleição. Um grande público compareceu e lotou o centro de Convenções e Eventos Ipê, para prestigiar também a homologação da coligação proporcional formada por partidos que integram a base, que agora passam a ser 17 no total: PP, PSDB, PRB, PT, PTN, SD, REDE, PSL, PMB, PTB, PMN, PHS, PSC e PSDC, PPS, PSB e PMDB.
Dois nomes estão sendo ventilados para vice-prefeito. Pelo PPS, a indicação é para que o médico Dr. Fernando Rezende (PPS), apoiado pelo empresário Ari Schmitz e com aval da senadora Lucia Vânia (PSB) e do deputado federal Marcos Abrão (PPS), que comandam as referidas legendas em Goiás, seja o escolhido. Outra opção apresentada seria do ex-prefeito José de Araújo, do PMDB, que, para isso, tem que viabilizar, além do retorno da comissão provisória do partido para seu comando, as certidões negativas que abonem o registro de sua candidatura, já que, eleitoralmente, parece continuar inelegível.
Deputados estaduais Santana Gomes (PSL), Humberto Aidar (PT), Zé Antônio (PTB), Henrique Arantes (PTB), Eliane Pinheiro (PMN) e Marquinho Palmerston (PSDB), deputados federais Alexandre Baldy (PTN) e Giuseppe Vecci (PSDB), senador Wilder Morais (PP) e lideranças do Estado participaram do que já está sendo considerada a maior convenção partidária realizada na cidade até hoje. A presença maciça da maioria dos partidos e a movimentação da militância estão sendo interpretadas como uma clara demonstração de coalizão de forças partidárias no município.
ISOLADOS
Do outro lado, partidos que compõem a chamada “base oposicionista” em Caldas Novas tendem a ficar isolados nas eleições municipais deste ano. Ao menos é o que indica o atual cenário político, principalmente com a indefinição de partidos como o PR, DEM, PDT e PRTB que ainda buscam afirmar suas pré-candidaturas.
Rodrigo Lima, Alison Maia, Arlindo Ceará e Adão Gonçalves não conseguiram até agora formar uma aliança “musculosa” que garanta, ao menos, sustentação aos respectivos projetos rumo ao Executivo municipal. Há ainda o risco de fracasso iminente na composição das coligações proporcionais destes partidos, caso o quadro permaneça inalterado, o que prejudicaria a reeleição de alguns vereadores.
Para complicar ainda mais, há o visível alinhamento da militância e lideranças dissidentes dos partidos que sofreram intervenção no município por imposição do PR, a exemplo do PMDB, PSD, PROS e outros, que devem caminhar com a base aliada do atual prefeito.