Política & Justiça

O Brasil precisa de Marconi

diario da manha

Antonio Alencar Filho Especial para Opiniãopública

Com as explosões negativas da economia brasileira, Goiás resiste na maestria de Marconi. Na vanguarda do desenvolvimento, Goiás tem se destacado no cenário nacional, mesmo que os indicadores da economia nacional não sejam favoráveis. O crescimento do Estado sempre esteve acima da média nacional, basta acessar os números oficiais fornecidos pelo próprio IBGE. Nos últimos 15 anos, a economia goiana tem dado resposta sólida, principalmente, com as políticas públicas e parcerias implantadas ao longo desse período sob o comando de Marconi. Os investimentos foram muitos, tudo, aliado e, em sintonia com a atração de novas indústrias, empresas de serviços e polos logísticos fortalecidos por uma forte inserção do setor agropecuário, pois, nesse último caso, tem notícias que os preços das commodities da produção agrícola vão voltar a subir e, com isso, fortalecer e manter a estabilidade da economia e o desenvolvimento de Goiás, mesmo que, o quadro seja de redução no ritmo de crescimento do País nos próximos anos.
Então, vivenciamos um momento, em minha opinião, de ajuste e adequação, gerando as condições básicas para a manutenção de todos os avanços da economia de Goiás, que de certa forma, serão ampliados à medida que as ações de um modelo adicional de políticas públicas possam ser agregadas com novas alternativas de gestão pública. Em outro momento não foi diferente, Marconi, conseguiu em uma situação mais complicada da economia dar a volta por cima, prova disso, foi o que declarou seu discurso de posse: “Goiás se agigantou. Em 1999, o Produto Interno Bruto goiano era de apenas R$ 17,4 bilhões. Com muito trabalho e muito esforço, promovendo a convergência entre governo, empresários e trabalhadores, nos transformamos em uma poderosa economia que alcança agora, em 2014, R$ 144,2 bilhões em produção de riquezas, bens e serviços, que avança em ritmo acelerado e almeja, no curto prazo, saltar do 9º para o 8º lugar no ranking das economias entre os 27 Estados Brasileiros. Temos feito todo o possível para que o crescimento econômico e os investimentos do governo se convertam em empregos”.
Acredito no nosso governador Marconi Perillo, que hoje, comanda o Estado de Goiás pela 4ª vez com uma experiência acumulada de quem não precisa justificar os atos, mas, demonstrar através deles, a sua capacidade de reação diante das situações adversas de um momento de dificuldades econômicas. Diferente de outras épocas, o Estado, hoje, mantém o equilíbrio de suas contas, honrado seus compromissos com seus servidores pagando em dia os seus vencimentos, fornecedores, e os serviços públicos sem nenhuma interrupção por quaisquer motivos de uma economia globalizada em desequilíbrio. Considero um homem de palavra, cumpridor de seus deveres nos compromissos firmados com todos os segmentos organizados da sociedade, criando, as condições e os instrumentos de políticas públicas necessárias para atingir os seus objetivos planejados e programados.
O gerenciamento do Brasil passa por momentos de incertezas no quadro atual de economia. Vejo de certa forma com reservas as primeiras medidas da equipe econômica do governo federal lançadas para fazer frente aos reflexos negativos impostos pelo descompasso da variação da moeda americana, balança comercial, déficit fiscal e outras dezenas de anomalias apresentadas, segundo a imprensa, pelos escândalos ocorridos na Petrobras, trazendo consigo, a descoberta da roubalheira de bilhões de dólares dos brasileiros. Há dias, nas redes sociais esse quadro de insatisfação se alastra em todos os quatros cantos do País, demonstrando de certa maneira, a angústia vivida pelos brasileiros na roda viva da explosão dos preços. Na minha idade, posso afirmar que já vi esse filme em outras ocasiões não muito distante de nossos dias. Lembra meu caro leitor, aqueles da minha idade, aproveitando para informar para os mais jovens os registros dos planos Cruzado I e II (presidente Sarney-1986), Bresser (presidente Sarney-1987), Verão (presidente Sarney-1989) Collor I e II (presidente Collor-1990/1991) e outros na metodologia empírica de que vai controlar “os desajustes dos preços” , uma piada! Passei a semana inteira ouvindo dizer das manifestações de hoje, o qual, eu denomino: “O furor do povão contra as explosões dos preços e as ações provenientes da corrupção no Brasil”. Independente de qualquer posição política, ainda, quero ver o meu Brasil livre dos mercadores de almas sem pátria, expressado de forma simples na seguinte frase que diz: “Fora os corruptos, Fora os políticos picaretas”. Você já viu um bolso ter partido? Sobraria dinheiro para as ações da educação, saúde e segurança pública.
Pois é meu amigo, Goiás no comando de Marconi está na outra direção de outros estados da federação brasileira. Segundo estudo do Itaú Unibanco publicados no jornal O Popular (12), a economia goiana até 2020, terá uma expectativa de crescimento médio de atividade econômica, em média, 2,5% ao ano, acima da média nacional e, quanto ao Centro-Oeste, acima em média de 1,5%. O rendimento médio Goiás é superior à média nacional, com a desigualdade de renda no Estado é menor que a média do Centro-Oeste e nacional. Goiás receberá nos próximos, segundo dados desse estudo, investimentos do setor privado na ordem de R$ 13,9 bilhões, com maior destaque para o setor de energia, 48% dessa fatia. O PIB goiano tem como participação maior no setor agropecuário e menor concentração nos serviços. O nosso Goiás poderá se sobressair ainda mais, nesse momento de crise econômica, dependendo, dos entendidos, de uma visão de mercado, visto que, a sua principal atividade é a agropecuária, e nela, o setor poderá agregar valor aos seus produtos – como esclarece o economista Eber Vaz. Diante dos estudos apresentados, creem, que as suas expectativas aumentarão muito mais, com o pleno funcionamento do porto seco e o aeroporto de carga em construção, conectados à Ferrovia Norte-Sul da cidade de Anápolis-Go.
Finalmente, trabalho contra a apologia do negativismo e, confio nos homens de boa vontade, de espírito ético e empreendedor que estão sob a batuta das boas ações, onde a sua verdade, possa ser a verdade do bom senso como forma de alimentar os sonhos e as realizações de um povo. Nessa verdade, conheço poucos, dentre eles, o governador Marconi Perillo. Para sua reflexão, deixo aqui a seguinte frase do livro Fonte Viva, que diz: “Façamos a paz com os que nos cercam, lutando contra as sombras que ainda nos perturbam a existência, para que se faça em nos o reinado da luz”. Muita Paz!

(Antonio Alencar Filho, administrador de empresas formado pela Universidade Católica de Goiás, conselheiro da Associação Goiana de Imprensa, presidente da Associação de Resgate e Cidadania do Estado de Goiás, articulista do DM aos domingos)

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