Política & Justiça

AO SOAR DAS TROMBETAS

Espíritos Superiores transmitem ultimato através de psicografias do ex-ministro da Justiça Alfredo Nasser e do jornalista Fábio Nasser. Espiritualidade afirma que chegou a hora de Batista Custódio, editor-geral do DM, tocar “a trombeta da verdade que o sufoca e oprime” sendo conclamado a publicar a “verdade ao conhecimento geral” Textos foram enviados no mesmo dia, um após o outro, e complementam-se. Fábio revela a dimensão do seu tio e ex-senador Alfredo, que é também respeitado nos Planos Siderais. Ele explica o processo espiritual que revigorou a saúde de seu pai deixando-o “mais jovem”, preparando-o para tarefa decisiva em sua missão

diario da manha
Quando encarnado, Fábio Nasser, de inteligência esgoelada na sede de conhecimento e de arte, decorava, célere, capítulos inteiros de Friedrich Nietzsche e os repetia ao seu pai, como que a buscar a aprovação carinhosa do seu genitor. Outras vezes, declamava Castro Alves no escritório de Batista Custódio, entoando-se encantado, com a paisagem dos versos do poeta baiano, onde a poesia brasileira encontrou o seu condor das mais belas asas e dos mais altos voos

 

Na semana passada, fui avisado que duas novas mensagens haviam chegado. Batista Custódio pediu-me que as lesse e desse, assim que possível, minhas considerações. Organizei-as nesta dupla página, pois o peso dos avisos atordoou-me em profunda inquietação e haverá de assim fazer ao nosso leitor.

As linhas de Alfredo Nasser mais as premissas de Fábio Nasser, desta vez, pintaram em meu imaginário uma tela perigosa para o Estado de Goiás.

Imagine, leitor, ao longo do horizonte do mundo atual, travestido de Idade Média; as corrupções desmanteladas em cada canto na figura de um velho castelo em ruínas. A residência senhorial da impunidade, dotada de fortificações em cada perímetro, começa a sofrer a invasão de uma onda de mudanças. Estremecem-se as muralhas, derrubadas à marretada de rochas da indignação, lançadas pela catapulta do tempo, soberano! Corruptos, protegidos pelas armaduras da lei, armados com espadas enferrujadas da enganação, tentam buscar asilo nas torres do castelo, mas estas são derrubadas nas primeiras rajadas do inimigo: o progresso.

O cenário abarulhenta-se! A tempestade do desespero desaba na cabeça dos amorais, deixando a fuga difícil e escorregadia. O tempo fechou no céu. Os ladrões, dentro do Forte, agora estão cercados pela dor no coração dos plebeus. A noite cai, e os pesadelos não deixam dormir os que sujaram as mãos da consciência na satisfação dos gozos pessoais, ferindo os interesses coletivos. A lua cheia é obscurecida por nuvens tumulares. E os monstros noturnos surgem para assombrar os inquilinos do castelo fragilizado. Fantasmas rondam os corações maldosos e fazem neles moradia perpétua. Os materialistas, desvirtuosos, tornaram-se zumbis enceguecidos pelas moedas douradas nos baús do tesouro público, arrancadas à força nos impostos obtusos em todas as vilas da província.

Em meio aos cavaleiros, meretrizes, soldados, arqueiros, lançadores, velhos, pedintes, esbanjadores e bajuladores, camponeses trabalhadores e vagabundos, todos no cenário, fazendo o que sempre lhes aprazem, alguns até ignorando que o mundo qual conheciam se despencava das mais altas estruturas, rolando restos de poder pelas esquinas da fortaleza envelhecida.

 

O MENINO

A cada ataque no Forte, a cada flecha lançada, a cada lança atirada, cada mosquete disparado, os corpos tombavam aos montes, despencando da muralha, caindo no chão. E no meio de toda a confusão, um menino com uma lamparina caminhava, caçando honras, garimpando tesouros perdidos nas virtudes esquecidas. E com a pequena luz de sua luminária em mãos, clareava uma ou duas consciências perdidas no meio das mudanças terríveis e inadiáveis. Em cada passo do menino ficavam suas pegadas de luz. Nas suas costas estava um pesado e enorme saco de couro, que dentro dele havia verdade em pó, que ele distribuía em pequenos frasquinhos para amigos e pessoas dispostas a serem honestas.

Ao atravessar uma barreira de incompreensões – como se fossem de arames farpados que feriam sua paciência –, um dos vários rasgos no saco, que carregava nas costas, começou a vazar a verdade em pó. O interessante é que quanto mais vazava por onde passava, mais ela surgia dentro do saco, como se fosse um peso a nunca esvair-se de seus ombros cansados, porém, fortes e juvenis de menino sonhador.

Os anos passaram sob grande turbulência nessa enorme província Corrupção, que tinha a extensão de um Brasil de área. E esse menino já havia visto e ouvido de tudo, e seu coração, ferido, ainda amava. Seus amigos que no topo chegavam, nele pisavam com a ferradura da ingratidão ou da indiferença, mas ele acreditava ser o problema comum dos adultos, que se esquecem da simplicidade, por serem muito atribulados nas suas responsabilidades.

A grande província tinha uma vila chamada Goiás, onde o menino morava e, por lá, espalhou a maior parte da verdade em pó, que quase ninguém via. Infelizmente, os sonhos do menino não podiam mais florescer. A vila também agonizava em escândalos como o resto da província. Era barão roubando lorde e duque tapeando os senhores. O triunfo ali eram o tesouro e a posse. Que não mais ficariam de pé; afinal, o tempo e o progresso estavam ficando cada vez mais ferozes.

Com toda a estrutura das cidadelas à beira do colapso, por conta dos abusos dos líderes poderosos e com tantas dores eclodindo no peito das pessoas e lágrimas transbordando nos rostos das mães e berros incaláveis no inconformismo dos jovens; o menino decidiu ir embora, mas sabia que não ficaria em paz se não fizesse algo para auxiliar aquela realidade.

 

O ÚLTIMO ATO

O que ninguém sabia é que a verdade em pó do menino já estava espalhada por toda a província. Em cada quina de muralha, em cada portão, em cada base, em cada marquise, em cada esquina, via-se o rastilho do pó misterioso.

O menino, porém, sabia o que precisava fazer. E iria doer em toda parte. Mas era a única forma de ajudar os Mensageiros do Bem a levar o amor onde as convulsões morais feriam demais o peito das pessoas.

Então, o menino vai aos portões da cidade. Para. Tira o saco das costas e põe no chão. Olha toda a paisagem tenebrosa e vê, em seus pés, o rastilho de verdade em pó, que entrepermeia a província. Ele abre o saco e assopra, no ar, o resto de verdade em pó que se espalha por todo céu. Tira do bolso um isqueiro. Acende o maçarico. Atira-o.

Um clarão rasga o escuro do céu!

O rastilho corre tal qual um raio pegando fogo esfaiscado de luz! A verdade em pó vira clarão em propagação. Toda a região é posta em chamas abrasantes! Os maus vão sendo incinerados! Os corruptos vão sendo chamuscados!

O menino Batista começa a ouvir as súplicas dos que erraram, e seu coração dói. Mas ele cumpriu a ordem Superior da Consciência. Ateou a Luz no rastilho, e a Verdade, agora, não pode mais parar.

 

  • A ANÁLISE DAS CARTAS

Código: A1 = parágrafo 1º da mensagem do Alfredo

Código: F1 = parágrafo 1º da mensagem do Fábio

 

  • No item A1 da carta, Alfredo Nasser invoca a Deus (característica dos espíritos elevados), pedindo que o Criador fortaleça ainda mais a fé do jornalista Batista, seu “bom amigo”.
  • Em A2, Nasser confirma que conhece Batista de várias reencarnações, e que planejaram juntos “os nossos ideais”, mas que não imaginaram que “a luta tornar-se-ia tão solitária e árdua”.
  • No parágrafo A3, o espírito explica que Batista não é a causa da cruz espinhosa que lhe está posta sobre os ombros, caracterizando seus problemas como consequência natural da sua missão no jornalismo.
  • Em A4, Alfredo avança nos sentimentos íntimos do jornalista Batista Custódio e sabe que o mesmo fica preocupado com a falta de sensibilidade das pessoas mais próximas que, ao invés de auxiliar, fazem “a balança pesar”, forçando Batista a recorrer a seu “instinto do jornalista ávido pela verdade”
  • No A5, Alfredo confirma o que inúmeros estudiosos espiritualistas já alertam na atualidade: é hora de “o homem rever os próprios passos”, pois a verdade, anteriormente citada, está “como o sol reluzente em todo Planeta”.
  • Em A6, ele diz que governantes “sem ética, sem moral e sem consciência” não mais causarão seus “desatinos” fazendo com que o povo ordeiro sofra.
  • Um primeiro alerta gravíssimo aparece em A7, pois Alfredo avisa que a ordem é “desnudar mentiras antes encobertas, para o estarrecimento geral” e que isso promoverá a “separação do joio do trigo”.
  • Em A8, os indivíduos em qualquer posto, que forem de má conduta, serão “chamuscados pela chama ascendente da moralidade.”
  • Espíritos Superiores estão unidos e trabalhando “sob a bandeira do Cristo” para o bem do Brasil, afirma em A9.
  • Em A11, Alfredo Nasser afirma que Batista Custódio verá o “Deus do impossível, o Deus que remove montanhas intransponíveis”, em uma clara menção à realidade de dificuldades que o Diário da Manhã sofre, não só do ponto de vista material, mas na grande luta moral para impôr um jornalismo ético, público e transparente, onde a pauta-primeira seja a Verdade e o Amor. E em A12, ele diz que não é por causa do “Batista” em si, mas pela responsabilidade (o Bem) que ele abraçou ao longo de sua vida.
  • Batista, asfixiado pela cautela em suas atitudes, recebe sinal verde de Alfredo, em A13, para que ele “soe a trombeta da verdade”. Verdade que “oprime”. E que Batista deve anunciar essa verdade (A14), pois trata-se de um “compromisso assumido” com a Espiritualidade e que configura “um salto na transformação” nestes momentos de mudança. Alfredo ainda reforça que o jornalista não precisa se “intimidar pelo silêncio”, pois as Forças do Universo (A15) “conclamam-o a libertar a verdade ao conhecimento geral”, e diz que Batista entenderia as entrelinhas deste recado que não foram explícitas em A16.
  • Em A17, A18 e A19, Alfredo garante a Batista que o “jornalismo se imporá nessa nova fase” de sua missão e que toda espiritualidade está ao lado de Batista. E então, ele se despede deixando seu “respeito e amizade de sempre”.
  • No item F1 da carta, Fábio, assim como Alfredo, conclama a Deus. Saudação, como dissemos, comum entre os bons espíritos.
  • Ele diz, em F2, que estar na companhia de Alfredo Nasser  (seu tio) é motivo de “alegria”, pois Alfredo é “grande e generoso”, características conhecidas do Nasser quando ainda vivo na carne.
  • Fábio afirma, em F3,  que o tempo e as experiências que ele traz no turbilhão dos eventos “aprimora os corações”. Já em F4 reforça que Alfredo é “querido” no Plano Espiritual e que é “bastante procurado”, assim como era em vida terrena. E que seu “grande conhecimento” não ofusca o brilho de sua “humildade”.
  • Quem conhece Batista sabe de sua sensitividade. Dotado de intuição perceptiva, é capaz de antever fatos com precisão cinematográfica, e em F5, Fábio explica que a Espiritualidade Superior fez ajustes na “hipófise e no córtex”, ambos, agora, fortalecidos para que Batista venha executar uma nova etapa de sua missão espiritual.
  • Batista relatou a este que vos escreve, que recentemente viu feixes de luz que o deixaram intrigado. Supôs estar com problemas visuais ou até mesmo psíquicos, contudo, Fábio, em F6, descarta esta possibilidade, aliviando o pai, deixando claro que sua saúde recebeu “tratamento especial”, em F7, pelos “Amigos Espirituais”. E Batista, em F8, conhece intimamente as razões para esse benefício que lhe chegou das Mãos Etéreas.
  • No parágrafo F9, Fábio afirma ao pai que ele tem ajuda, e que “o sofrimento” deixou o coração do genitor “mais jovem”.
  • Pelo bem que pratica, Fábio garante, em F10, ao pai que “seu sono será o sono dos justos”.
  • Quanto à “nova fase”, não será preciso temer, afirma Fábio em F11, pois “nada lhe acontecerá”, atesta em F12.
  • Fábio termina a carta, em F13 e F14, repetindo o mantra de que está cada vez mais junto do pai e que o ama ainda mais com o passar do tempo.

O menino Batista Custódio chega em nova fase, e agora é ainda mais para valer do que sempre foi. O jornalista entra em “nova fase”, conforme vimos pelas palavras da própria Espiritualidade (Alfredo e Fábio), e que virá junto com a verdade na escrita e nos fatos que irão chocar a sociedade, pelo absurdo que representam. A verdade é o instrumento, e o menino está com isqueiro na mão, o maçarico aceso, ele vai atear luz por toda parte.

 

  • A MENSAGEM DE ALFREDO
alfredo-nasser
Foto:MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

Psicografada no dia 10/6/2015

carta_alfredo

  1. “Batista, meu bom amigo, que Deus fortaleça sua fé, mostrando-lhe

o caminho da glória oferecida aos vencedores.

  1. Quando poderíamos imaginar, no início de nossos ideais, que

a luta tornar-se-ia tão solitária e árdua, exigindo esforços hercúleos no campo da paciência?

  1. Buscamos a nós mesmos, na retrospectiva fiel de nossas ações e não conseguimos encontrar causas plausíveis para cruzes tão espinhosas.
  2. E sei o quanto o seu coração lamenta não por si, mas pelo próximo que está ao seu lado, que sempre fez a balança pesar, ficando o instinto do jornalista ávido pela verdade.
  3. E ela brilha como o sol reluzente em todo Planeta, conclamando o homem a rever os próprios passos.
  4. O povo sofrido e ordeiro não mais será responsabilizado por desatinos

de um governo sem ética, sem moral e sem consciência.

  1. Estaremos acompanhando o desnudar das mentiras antes encobertas, para o estarrecimento geral,

mas que é necessário para a separação

do joio do trigo.

  1. E bem-aventurados os que não forem chamuscados pela chama ascendente da moralidade.
  2. E os Luminares desta grande Nação permanecem incansáveis, reunidos sob a bandeira do Cristo, acompanhando todas as etapas.
  3. E permanecemos ao seu lado, até porque quando vi pela primeira vez o brilho em seus olhos, sabia que estava reservada uma parte importante dessa mudança aos seus ombros.
  4. Venho afirmar, meu amigo,

que a sua fé testemunhará o Deus do impossível, o Deus que remove montanhas intransponíveis.

  1. Não pela importância do ser, mas sim pela magnitude da causa.
  2. É chegado o momento de soar

a trombeta da verdade que

o sufoca e oprime.

  1. É compromisso assumido.

Um salto na transformação.

  1. Não se deixe intimidar pelo silêncio. Vozes ecoam do Além, conclamando-o

à luta de libertar a verdade ao conhecimento geral.

  1. Sabemos que nos compreenderá.
  2. O jornalismo se imporá nessa nova fase.
  3. Estamos todos ao seu lado.
  4. Com o respeito e a amizade de sempre, o abraço do irmão fiel

Alfredo Nasser”

 

As mensagens foram psicografadas pela médium Mary Alves nas Obras Sociais do Grupo Espírita Mãos Unidas, situado na Rua JDA-4, quadra 19, lote 4, no Jardim das Aroeiras, em Goiânia, Goiás. Telefone: (62) 3208-5695

 

Nasser relembra primeira vez que viu o jornalista Batista Custódio: momento foi narrado por escritor

 

O advogado e escritor Luiz Alberto de Queiroz (foto) escreveu um artigo intitulado O profético olhar de Nasser, onde narra o momento em que Batista é visto pela primeira vez pelo proeminente político goiano. Seu texto foi publicado no caderno especial de 33 anos do Diário da Manhã.

 

[…] “Entre as figuras mais expressivas da história sociopolítica de Goiás está Alfredo Nasser. Ministro da Justiça e Negócios Interiores do governo João Goulart e uma das vozes goianas no parlamento, Alfredo Nasser despontou pela inteligência brilhante, a lucidez das análises que fazia e ainda pela eloquência do discurso. Essa aguda percepção de sábio o permitia, às vezes, antever o futuro, com acerto notável. Revirando velhas gavetas, recentemente deparei-me com uma entrevista a mim concedida em março de 1992 por Dante Ungarelli, um dos pioneiros de Goiânia. Na fala, Dante Ungarelli observa: “um dia eu estava na casa do professor Alfredo Nasser com Camargo Júnior, Wilmar Guimarães e Randal do Espírito Santo, quando lá chegou o jovem Batista Custódio. Indiferente a tudo, sentou-se e ficou observando a figura de Alfredo Nasser que lhe dedicava atenção, como se estivesse diante de alguém muito importante. Perguntei ao professor por que toda aquela deferência a um simples moço. Alfredo Nasser respondeu:” “Ah, Dante, você não imagina! Esse moço é inteligentíssimo, é o futuro da imprensa goiana.”

Olhei aquele rapaz, não acreditei. Para mim, Nasser estava cometendo um equívoco. Cheguei a discordar dele, mas Nasser advertiu:

“Você verá, Dante.” Os tempos mostraram-me. Vi que aquele moço era mesmo uma revelação que estava vindo pra ficar na imprensa de Goiás e do Brasil, confidenciou-se Dante.

A vida de Alfredo Nasser contém capítulos interessantes que denotam a vivacidade de um homem culto, de grandes ideais.

O velho político goiano sabia distinguir o joio do trigo. A força de um simples olhar separava o homem de valor de um canalha. Sua perspicácia permitia-lhe apontar com antecedência o que viria a ser um jornalista combativo, destemido, como Batista Custódio, à frente do Cinco de Março e depois, do Diário da Manhã.” […]

 

  • A MENSAGEM DE FÁBIO

fabio-nasser

Psicografada no dia 10/6/2015

carta_fabio

  1. “Meu pai, Deus nos abençoe.
  2. Vir na companhia do grande e generoso tio é sempre muita alegria.
  3. É impressionante, meu pai, como os corações se aprimoram com o tempo.
  4. Ele é tão querido aqui e muito procurado. E é humilde em seu grande conhecimento.
  5. Pai, vim esclarecer que essa sensação que está tendo em sua mente,

como se seu cérebro fosse vários,

é um processo normal, pois a mudança prevista para sua missão recebeu ajuda dos Amigos Espirituais para fortalecer a hipófise e o córtex.

  1. Será natural ver traços de luz em alguns segundos.

São os ajustes normais.

  1. Sua saúde também recebeu tratamento especial.
  2. E o senhor reconhece e sabe o porquê.
  3. Estou feliz que terá ajuda.

O sofrimento burilou seu coração,

mas deixou-o mais jovem.

  1. E seu sono será o sono dos justos.
  2. Não tema a repercussão em sua nova fase.
  3. Nada lhe acontecerá.
  4. Estamos cada vez mais juntos.
  5. Receba o abraço do seu filho,que a cada dia é mais seu

Fábio Nasser Custódio dos Santos”

 

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