Política & Justiça

Lula tem a maior aprovação, 41%, rejeição a Bolsonaro sobe e vai a 60%

diario da manha
Ex-presidente Lula da Silva

A desaprovação ao deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) subiu dois pon­tos percentuais em relação a feve­reiro e ficou em 60 a aprovação se manteve em 24%. O ex-presiden­te Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é presidenciável com maior taxa de aprovação (41%). É o que mostra a segunda rodada da pesquisa Barô­metro Político do Instituto Ipsos pu­blicada ontem pelo Estadão (jornal O Estado de São Paulo). O levanta­mento mostra que a desaprovação do petista é de 57%, o que revela que não houve alterações signifi­cativas no quadro do petista desde fevereiro. A ex-ministra Marina Sil­va (Rede) tem 30% de aprovação e 59% de desaprovação.

A pesquisa mostra que a popu­laridade do presidente Michel Te­mer não melhorou após a decreta­ção da intervenção militar no Rio de Janeiro, em 16 de fevereiro. É o que constata a pesquisa Barômetro Político Estadão-Ipsos de março, feita duas semanas após o anúncio da medida.O levantamento indica que a desaprovação a Temer osci­lou de 93% para 94%, e que a apro­vação se manteve em 4%. Os dados foram coletados antes do assassi­nato da vereadora Marielle Fran­co (PSol-RJ), no dia 14

Entre os membros do Judiciário, a taxa de reprovação é alta. O mi­nistro Gilmar Mendes, do Supre­mo Tribunal Federal, tem 80% de reprovação e 18% de aprovação. A presidente do STF, Cármen Lúcia, o juiz Sérgio Moro e a procuradora­-geral da República, Raquel Dodge têm 47% de reprovação cada um. A menor rejeição é do ex-ministro Joaquim Barbosa, que tem 42%. O presidente Michel Temer (MDB­-SP) é o político mais rejeitado com 94%. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) atinge 78% de rejeição e o ministro da Fa­zenda, Henrique Meirelles (PSD), vai a 69% de reprovação. O ex-pre­sidente Fernando Collor contabi­liza 86% de rejeição.

Entre os demais presidenciá­veis, Ciro Gomes (PDT) tem 66% de rejeição e 18% de aprovação, José Serra (PSDB) é rejeitado por 72% e aprovado por 20%, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin varia de 66% a 22%, a deputada estadual Manuela D´Avila (PC do B-RS) os­cila entre 54% e 3%, o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ) recebe 72% (rejeição) e 24% (aprovação), o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB) varia de 62% a 18%, enquanto o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) tem índi­ces entre 66% e 7%.

De acordo com o diretor do Ip­sos, Danilo Cersosimo, a pesquisa Ipsos não é de intenção de voto. Os pesquisadores leem alguns nomes e pedem ao entrevistado para dizer se aprova ou não a maneira como eles atuam no País. O Ipsos ouviu 1.200 pessoas em 72 municípios, en­tre 1º e 13 de março. A margem de erro é de três pontos porcentuais. A pesquisa, que avalia mensalmen­te a imagem de personalidades do mundo político e Judiciário, cons­tatou que, em março, a maioria dos nomes listados permaneceu com suas taxas estáveis ou com oscila­ção dentro da margem de erro. “A Nação está em compasso de espe­ra enquanto assiste atônita ao caos da segurança pública e da falência do Estado”, resumiu em entrevista ao Estadão. (Com informações do Jornal O Estado de São Paulo).

 

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