Política & Justiça

Caiado faz balanço dos 100 primeiros dias de governo

diario da manha

Ronaldo Caiado (DEM), atual governador de Goiás, apresentou nesta quarta-feira (10/04) um balanço dos seus 100 dias à frente do Governo. O gestor destacou que entre as metas alcançadas está a redução em 20% no custo geral do Estado, revisão dos contratos e convênios que devem gerar mais economia ao longo do ano, implantação do Programa de Compliance Público, além de avanços na área da Segurança Pública. Entretanto, sua gestão continua marcada pela greve dos professore e pelo não pagamento da folha de dezembro de 2018.

Na ocasião, Caiado voltou a falar sobre a herança de um estado em crises e afirmou que trabalha com transparência para tornar Goiás um exemplo nacional. “Estamos resgatando valores essenciais da gestão pública, da democracia e da vida republicana. Nossos desafios não são pequenos. Encontramos um cenário de crise financeiras e de falência dos serviços públicos, muito mais grave do que se imaginava. Pegamos o estado com uma crise financeira e falência dos serviços públicos”, disse.

Segundo o gestor, desde que assumiu o governo, os pagamentos dos servidores têm sido efetuados em dia, já que os repasses são feitos no mês trabalhado. Com relação aos salários de dezembro, o governador afirmou que é um assunto herdado.  “Quem penalizou o servidor foram exatamente aqueles que falavam que defendiam. Não tem essa marca comigo. É um assunto que herdei. A ex-gestão se divorciou da ética e casou com a corrupção”, disse.

Já na área de Segurança Pública, o governador disse que nunca se viu, em 100 dias, resultados com efeitos tão concretos em relação ao policiamento. E que a polícia do estado é referência nacional e tem atuado na desarticulação de quadrilha de roubo a cargas, combate ao tráfico de drogas e latrocínio.

Mas na Educação a situação não está tão favorável assim. O Governo chegou aos 100 dias em meio à greve na Educação pelo pagamento do salário de dezembro de 2018, além de benefícios como o vale alimentação. “Eu peço que reflitam. Não posso pegar dinheiro da saúde do município e não repassar ao município. Não posso pegar o dinheiro do transporte escolar do município e fazer o uso indevido como faziam. Estamos fazendo o possível para pagar todos, mas nossas crianças não podem ser prejudicadas”, disse Caiado aos professores.

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