Política & Justiça

França convoca países do G7 para tratar da destruição da Amazônia sob Governo Bolsonaro

Presidente da França convocou os países do G7 para debater sobre os incêndios que degradam a Amazônia por 18 dias. ONU também afirma se preocupar com a queimadas

diario da manha
Foto: Reprodução

Nesta quinta-feira (22), o presidente da França, Emmanuel Macron, convocou os países membros do G7 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido) para uma reunião emergencial para falar sobre os incêndios que atingem a Floresta Amazônica nos últimos 18 dias.

“Nossa casa está pegando fogo. Literalmente. A floresta amazônica — o pulmão do planeta que produz 20% do nosso oxigênio — está em chamas. É uma crise internacional. Membros do G7, vamos discutir essa situação emergencial em dois dias”, exclamou o presidente francês.

A ONU (Organização das Nações Unidas) também se preocupa com o incêndio que atinge a Amazônia há 18 dias. Hoje (22), o secretário da organização, António Guterres, disse estar profundamente preocupado com as queimadas e afirma que o mundo não pode sofrer consequências dos danos causados para uma das maiores fontes de oxigênio e biodiversidade.

O presidente Jair Bolsonaro acusa ONGs de envolvimento nos incêndios ocorridos na Amazônia

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse nesta quarta-feira (21/8) que considera que Organizações Não Governamentais (ONGs), que recebiam recursos do exterior, podem estar por trás do aumento nas queimadas que ocorrem na floresta amazônica.

Segundo o representante do executivo, a intenção seria fazer uma “campanha” contra o governo federal. Bolsonaro também acusou alguns governadores da região de serem “coniventes” com os incêndios criminosos.

“O crime existe. Isso temos que fazer o possível para que não aumente, mas nos tiramos dinheiro de ONGs, 40% ia para ONGs. Não tem mais. De modo que esse pessoal está sentindo a falta do dinheiro. Então pode, não estou afirmando, ter ação criminosa desses ongueiros para chamar atenção contra minha pessoa, contra o governo do Brasil” , afirmou o presidente do Brasil.




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