Alego afirma que obteve menor gasto na compra de caminhonetes
Redação DM
Publicado em 3 de maio de 2023 às 13:59 | Atualizado há 3 anosA Assembleia Legislativa do Estado de Goiás adquiriu 41 caminhonetes para uso dos 41 parlamentares que atuam na Casa. Segundo o Legislativo, trata-se, no comparativo com outros órgãos públicos goianos, da aquisição recente de menor custo unitário por caminhonete.
O custo de cada veículo – uma caminhonete Ranger Storm 3.2 diesel 4×4 automática – será de R$ 227.800,00, incluindo emplacamento, acessórios e seguro.
Para o comparativo, segundo relatório da Alego, aquisições de caminhonetes de diferentes modelos –Mitsubishi L.200 Triton, Nissan Frontier, Chevrolet S10 e distintas Ford Ranger, incluindo a 3.2 diesel, como no caso da Alego – feitas em Goiás por outros poderes e prefeituras estão acima do valor obtido.
Conforme a Alego, a compra representou economia de 15% em relação ao valor médio estimado para a licitação, que era de R$ 265.1700,00 por unidade. Na compra das 41 unidades, essa economia significou uma redução do valor total de R$ 10.871.985,00 para R$ 9.339.800,00, ou R$ 1,58 milhão a menos que o previsto.
Atualmente, a Assembleia despende em torno de R$ 200 mil mensais com locação de veículos. A aquisição, portanto, equivaleria a aproximadamente três anos e onze meses de locação, mas a compra significa, também, um valor em posse do poder público. “Os veículos ficam como patrimônio da Assembleia, então ao final do uso eles podem ser leiloados, o que amortiza o investimento inicial”, diz o diretor de Licitação da Alego, Rodrigo Gabriel Moisés.
O contrato vigente de locação de veículos pela Alego vai até agosto, sendo esperado que as caminhonetes sejam entregues antes desse prazo. Estão locados, atualmente, veículos de pequeno e médio portes.
Rodrigo explica, ainda, que eventuais custos de manutenção das caminhonetes – que têm três anos ou 100 mil km rodados de garantia – fica a cargo dos gabinetes: “Como são veículos de demanda parlamentar, a manutenção vai para a verba do deputado, a verba indenizatória, um gasto que já é disponibilizado, que não traz custos novos para a Casa”.