Política

Assembleia elege Vitti e inicia recesso

Redação DM

Publicado em 30 de junho de 2016 às 01:55 | Atualizado há 10 anos

A Assembleia Legislativa elege hoje a Mesa Diretora para o biênio 2017/28, tendo o deputado José Vitti (PSDB) como presidente, e iniciar o recesso parlamentar de 30 dias. A eleição estava marcada para 10 de outubro, entretanto, foi antecipada para não coincidir com o pleito municipal. Dos 41 parlamentares, mais de dez deverão concorrer às prefeituras.

Com apoio da maioria dos 31 deputados governistas, José Vitti, que exerce a liderança do governo, foi escolhido, por consenso, candidato à presidência da Casa e vai suceder Helio de Sousa (PSDB). A posse vai ocorrer em 1º de fevereiro. O deputado Francisco Oliveira (PSDB) desistiu de concorrer.

A chapa para a nova Mesa Diretora está formada: José Vitti (PSDB), presidente; Mané de Oliveira (PSDB), 1º vice-presidente; Henrique Arantes (PTB), 2 vice-presidente; Bruno Peixoto (PMDB), 2ª secretaria; Lincoln Tejota (PSD), 3ª secretaria; Humberto Aidar (PT), 4ª secretaria. A 1ª secretaria será entregue a um parlamentar do PR ou do PSB.

O rito para a escolha da nova Mesa Diretora é simples e se inicia com o registro, individual ou por chapa, dos candidatos que pretendem concorrer aos cargos. A votação, que é iniciada em seguida, com a presença da maioria absoluta dos deputados, é nominal. Ao ser chamado cada parlamentar deverá anunciar, em voz alta, o nome e o cargo dos candidatos por ele escolhidos.

Uma vez computado, o resultado dos votos é então anunciado pelo atual presidente da Casa, deputado Helio de Sousa (PSDB). Caso nenhum dos candidatos que concorrem ao mesmo cargo alcance a maioria absoluta dos votos, pelo menos 22, deverá haver convocação para um segundo turno.

Balanço do Estado

O projeto de lei que apresenta o Balanço Geral do Estado referente ao exercício de 2015, foi votado na sessão ordinária na última terça-feira, apesar da manifestação contrária da bancada de oposição ao Governo do Estado, que afirmou a existência de irregularidades no documento. 26 deputados votaram a favor e 10 contrários.

Luis Cesar Bueno (PT) disse que jamais, na história do Parlamento goiano, um balanço foi votado depois de apenas dez dias de tramitação, tempo considerado por ele insuficiente para análise.

Bruno Peixoto (PMDB) reiterou o que chamou de “vícios” e questionou se os deputados iriam fazer vistas grossas e apoiar atos de “improbidade administrativa” cometidos pelo Poder Executivo. Ambos os deputados ainda pediram para que o processo fosse retirado de pauta para possibilitar a realização de uma análise mais minuciosa, o que não aconteceu,

O líder do Governo, José Vitti (PSDB) rebateu as críticas da oposição, sob o argumento de que as contas e os balancetes da administração obedecem o que recomenda a legislação e a Constituição. “Não há irregularidades”.

 

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