Política

Caiado: “Vou governar na defesa do povo e não como projeto de poder”

Redação DM

Publicado em 12 de agosto de 2018 às 01:01 | Atualizado há 8 anos

Candidato ao governo de Goiás, o senador Ronaldo Caiado (Democratas) des­taca que vai adotar uma metodo­logia de gestão, caso saia vencedor nas urnas, muito diferente do mo­delo atual: o foco não será um pro­jeto de poder pessoal, mas, de fato, o interesse do povo goiano. Caiado diz que, para isso, vai montar uma equipe altamente competente que compartilhe do seu projeto de gestão e vai ter como aliado o servidor públi­co goiano privilegiando a valorização das carreiras e meritocracia. Ronaldo Caiado afirma que o modelo de go­verno que está em Goiás há 20 anos apenas alimentou projetos pessoais de poder e, por isso, o estado se en­contra numa situação grave em rela­ção as contas públicas e caos na ofer­ta de serviços públicos que atendam a população. O senador reforça que nenhum bom gestor governa sozi­nho; os bons resultados aparecerem a partir do trabalho em equipe.

“Como médico, não opero sozi­nho. Meu trabalho numa sala de ci­rurgia depende de um bom anes­tesista, uma boa circulante de sala, um bom instrumentador. Não go­verno sozinho. Não posso e nem se­rei uma estrela solitária. A gestão no estado só terá resultados se eu fizer um trabalho em equipe com pes­soas competentes e comprometidas com nosso projeto. Os servidores pú­blicos também serão meus aliados nesse projeto. Vamos valorizá-los, corrigir distorções, caso da situação dos professores e da terceira classe de policiais que vamos extinguir. Vamos governar juntos. Somente assim será possível trazer a mudança que toda população espera”, explicou.

O parlamentar lembra que sua atuação em 24 anos como deputado e senador sempre esteve em conso­nância com as demandas dos goia­nos. Ele teve participação decisiva em temas, como a votação e aprova­ção da convalidação dos incentivos fiscais essenciais para manutenção de centenas de empregos para o es­tado; denunciou e lutou pela manu­tenção da Celg, e conseguiu garan­tir o direto de passagem na Medida Provisória que tratou dos contratos para novos trechos na ferrovia Nor­te-Sul. O texto como estava antes iria provocar um monopólio de empre­sas que poderiam transitar pela fer­rovia, que será importante via de transporte de cargas e escoamento da safra brasileira e goiana. “Nun­ca desonrei um voto do goiano. Fui eleito para representá-los e traba­lhar pelos seus interesses. Sempre tive atuação muito firme e corajosa quando tínhamos pautas de interes­se do estado e para modificar ou im­pedir assuntos que poderiam preju­dicar o nosso povo”, disse.

O senador ainda enfatiza, que se chegar ao governo, vai sempre ouvir a população, prestar constas, ter uma gestão transparente. “O governador é um servidor público. Tem a obri­gação de prestar contas. É dinhei­ro público, fruto da arrecadação de impostos que o povo paga. É nosso dever também estar sempre atento às demandas do povo”, acrescentou.

 

 



Como médico, não opero sozinho. Meu trabalho numa sala de cirurgia depende de um bom anestesista, uma boa circulante de sala, um bom instrumentador. Não governo sozinho. Não posso e nem serei uma estrela solitária. A gestão no estado só terá resultados se eu fizer um trabalho em equipe com pessoas competentes e comprometidas com nosso projeto”

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