Política

“Daniel Vilela deixou sua marca por onde passou”

Redação DM

Publicado em 18 de maio de 2018 às 02:04 | Atualizado há 8 anos

O prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha (MDB), é um dos maiores entu­siastas da pré-candidatura do pre­sidente do MDB, deputado federal Daniel Vilela, ao governo de Goiás. “Daniel deixou sua marca por onde passou. Ele é capaz de produzir re­sultados e está antenado com o de­sejo da população por um governo mais técnico na estrutura adminis­trativa e mais próximo das pessoas nas ações”, afirma o correligionário.

Mendanha destaca a ascensão do colega ao posto de presidente da Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados. Trata-se da comissão mais importante da Casa, por onde passam todos os projetos de lei que tramitam no Congresso. “Acredito muito no potencial do Daniel Vile­la. Na Câmara Federal, mesmo es­tando no primeiro mandato, con­seguiu chegar à Presidência da CCJ. Quem acompanha política sabe que esse é um feito extraordinário. Ele tem uma capacidade de traba­lho muito grande.”

Aos mais afoitos, o prefeito de Aparecida lembra que alianças par­tidárias para formação das chapas só são fechadas nas convenções. “Nos meus anos de política eu já vi partido namorar meses com um e casar com outro na hora da decisão de verdade, que é na convenção”, afirma. Para ele, Daniel está fazendo corretamente seu trabalho, dialo­gando com as mais variadas legen­das para ampliar a rede de sustenta­ção da candidatura a ser oficializada a partir de agosto.

À luz da pesquisa Grupom di­vulgada nesta semana e diante de eventuais questionamentos, Gus­tavo provoca: “Se analisarmos pela última pesquisa ele está em segun­do lugar, à frente do governador do Estado, que tem todo um aparato, uma estrutura de governo e de par­tidos. Se o Daniel sozinho já está à frente do governador, acho que seja talvez uma das candidaturas mais sólidas que temos e isso fi­cará ainda mais claro quando as alianças forem anunciadas, no pe­ríodo das convenções.”

O prefeito cita também como diferencial para o aliado a estrutu­ra do MDB que, sozinho, é maior e mais capilarizado que vários par­tidos juntos. “O MDB é uma gran­de força não só em Aparecida, é assim em todo o Estado. Ele tem força para carregar sozinho um candidato, mas não vai ser o caso nessa eleição. Teremos uma alian­ça forte. Hoje tem muito partido dizendo que está com o candi­dato Ronaldo, ou com o candi­dato Zé Eliton, mas que na hora da decisão de fato poderá estar com o Daniel. Isso é muito volátil em política. O que acho que o Da­niel tem que fazer–e está fazendo­–é manter o diálogo aberto. Mas é nas convenções que saberemos de fato quem estará com quem.”

Sobre os cinco prefeitos do pre­feitos MDB que decidiram apoiar outras pré-candidaturas e resistem a deixar a legenda, Gustavo é dire­to: “Vi um deles dizendo que can­sou de apertar o 15 nas urnas. Se cansou de apertar o 15, que vá para outro partido. Que tenham a hom­bridade de deixar o partido e abra­çar o projeto que preferem, como fez o Fábio Camargo em Apareci­da”, afirma, referindo-se ao pre­sidente e à executiva do DEM no município, que pediu desfiliação daquela legenda para caminhar junto do MDB e de Daniel Vilela.

Por fim, Gustavo Mendanha lembra da sua eleição, em 2016. “Nessa altura da pré-campanha eu tinha 3% das intenções de voto e diziam que eu nem iria para o segundo turno. Chegou outubro e eu venci no primeiro turno com 80 mil votos de frente.

 

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