Política

“Daqui a 4 anos, espero ver Baldy governador”, diz Maia

Redação DM

Publicado em 16 de março de 2018 às 02:16 | Atualizado há 8 anos

A rápida – porém concorri­da – solenidade de filiação do ministro das Cidades, Alexandre Baldy, ao Progressistas (antigo PP) aconteceu no gabinete da liderança do partido no Senado, na última quarta-feira, e reuniu o mais alto PIB político do País. Um dos presentes foi o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que disse que de­seja ver o ministro eleito governador de Goiás daqui a quatro anos. Esti­veram presentes, também os sena­dores Ciro Nogueira e Wilder Morais e os deputados federais Roberto Ba­lestra, Daniel Vilela e Sandes Júnior.

“Desejo muita sorte ao meu amigo, deputado e ministro Ale­xandre Baldy, neste novo desafio. Tenho certeza que vai continuar representando Goiás com com­petência e criatividade. Desejo muita sorte e sei que, em pouco tempo, daqui a 4 anos, o Baldy vai ter oportunidades maiores e es­pero vê-lo governador de Goiás”, afirmou Maia.

O ministro, que estava sem parti­do, explicou que fez opção pelo Pro­gressistas porque tem ótima relação com a bancada e porque o parti­do tem histórico de apoio às refor­mas necessárias para melhorar a vida dos brasileiros. “É um partido que tem posições muito importan­tes, e com o presidente Michel, par­lamentares e o corpo de ministro, esta história continuará a ser escrita”.

O PP em Goiás tem hoje dois deputados federais (Roberto Ba­lestra e Sandes Júnior) e um sena­dor, Wilder Morais. Como primeiro suplente da coligação que tinha à frente o governador Marconi Peril­lo (PSDB), Sandes assumiu man­dato com a licença de Baldy para ser ministro. Agora, Baldy e Wilder travam disputa interna pela presi­dência do PP goiano.

De acordo com Roberto Bales­tra, a entrada do atual ministro das Cidades ao PP foi muito bem rece­bida durante o evento, e represen­ta ainda mais benefícios aos goia­nos. O vice-governador Zé Eliton (PSDB) foi convidado para o even­to, mas não conseguiu estar presen­te por conta de uma gripe.

Agora, a cúpula do partido deve sentar-se com Wilder Morais, Ro­berto Balestra, Sandes Júnior e Ale­xandre Baldy para decidir duas coi­sas. Primeiro, se o PP permanece ou não na base na base do gover­nador Marconi Perillo e, segundo, com quem vai ficar o comando em Goiás. Chegando com status de mi­nistro, Alexandre Baldy tende a as­sumir o comando do partido.

A filiação do ministro das Ci­dades tinha sido acertada com o presidente nacional do partido, senador Ciro Nogueira, desde no­vembro do ano passado.

Deputado licenciado, Baldy disse que ainda não decidiu se deixará o Ministério das Cidades para retomar o mandato e poder disputar reeleição para Câmara. O ministro tem até 7 de abril para to­mar a decisão, prazo final previsto pela legislação eleitoral para que ministros que disputarão as elei­ções de outubro se desincompa­tibilizem dos respectivos cargos.

 

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