Política

Dos 41 deputados estaduais, 12 miram prefeituras este ano

Redação DM

Publicado em 20 de julho de 2016 às 03:27 | Atualizado há 1 ano

Dos 41 deputados estaduais de Goiás, nada menos do que 11 já confirmaram disposição de concorrer às eleições municipais de 2 de outubro e estão na chamada pré-campanha. Outros cinco não descartam a possibilidade, mas ainda se encontram reféns de articulações e alianças partidárias em andamento.

Na base aliada do governo do Estado, sete deputados já estão em pré-campanha para prefeito: Francisco Júnior (PSD), em Goiânia; Carlos Antonio (PSDB), em Anápolis; Marlúcio Pereira (PSB), em Aparecida de Goiânia; Júlio da Retífica (PSDB), em Porangatu; Lissauer Vieira (PSB), em Rio Verde; Álvaro Guimarães (PR), em Itumbiara; e Dr. Antonio (PR), em Trindade.

Na oposição, o PMDB já bateu martelo nas candidaturas de Adib Elias (Catalão), Ernesto Roller (Formosa) e Renato de Castro (Goianésia), mas os deputados Bruno Peixoto e José Nelto, ambos com domicílio em Goiânia, foram anunciados no final de semana como opções para a sucessão do prefeito Paulo Garcia (PT).

Também em Goiânia, o PT fechou com a candidatura da Delegada Adriana Accorsi. Ela foi a mais votada do partido em 2016 e obteve 43.424 votos. Major Araújo (PRP) também colocou seu nome como pré-candiato à Prefeitura de Goiânia. Nos bastidores da sucessão de Goiânia, os deputados Lucas Calil (PSL) e Isaura Lemos (PCdoB) também são citados como prováveis candidatos. Vale lembrar que o deputado Virmondes Cruvinel (PPS) figura como alternativa para vice-prefeito na chapa a ser encabeçada pelo empresário Vanderlan Cardoso (PSB).

Câmara Federal

Do 17 deputados federais, quatro estão em busca de mandato de prefeito: Giuseppe Vecci (PSDB) e Waldir Soares (PR), em Goiânia;  Heuler Cruvinel (PSD), em Rio Verde; e Flávia Morais (PDT), em Trindade. Alexandre Baldy (PTN) poderá concorrer em Anápolis. Dos três senadores goianos, nenhum entra na disputa pelo cargo de prefeito.

Campanha

Em vez de 90 dias, esse período foi reduzido pela metade e caiu para 45 dias. Em 2016, os candidatos e partidos só podem começar a pedir votos sem restrições a partir de 16 de agosto. A eleição, como de costume, será disputada no primeiro domingo de outubro – neste ano, no dia 2. A parte boa dessa mudança é que, em tese, ela reduz o tempo de paralisação das outras atividades políticas, como votações nos Legislativos. O ponto negativo é que também se reduz o tempo para promoção de debates eleitorais entre os candidatos.

Políticos poderão se apresentar como pré-candidatos sem que isso configure propaganda eleitoral antecipada, desde que não haja pedido explícito de voto. A nova regra está prevista na reforma, que também permite que os pré-candidatos divulguem posições pessoais sobre questões políticas e possam ter suas qualidades exaltadas, inclusive em redes sociais ou em eventos com cobertura da imprensa.

Partido 2

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