Política

“Gostaria que o PSD tivesse candidato a governador”, afirma Vilmar Rocha

Redação DM

Publicado em 16 de março de 2018 às 02:29 | Atualizado há 8 anos

O presidente estadual do PSD, Vilmar Rocha, afirmou que gostaria que seu partido lan­çasse um candidato ao gover­no de Goiás. “O PSD é o tercei­ro maior partido de Goiás, atrás apenas do PSDB e do PMDB, e seria natural que o partido tives­se um candidato ao governo. Eu gostaria que o partido lançasse um nome para o governo no 1º turno”, disse, em entrevista à rá­dio Sagres/730 AM.

Vilmar afirmou ainda que a le­genda tem nomes qualificados para a disputa e citou o do depu­tado federal Thiago Peixoto. “O de­putado Thiago Peixoto é um nome qualificado para ser candidato a governador. Ele não deseja, não é o projeto dele, ele quer ser candi­dato à releição, mas ele poderia ser esse nome”, afirmou Vilmar.

O presidente estadual do PSD defendeu que o maior número de candidaturas seria enriquecedor para o debate eleitoral. Segundo ele, essa é, inclusive, uma das fina­lidades da eleição em dois turnos. “O 2º turno serve pra isso! No pri­meiro, são colocadas várias candi­daturas representativas, o debate é enriquecido e, depois, faz-se as opções”, comentou.

O pessedista lembrou ainda que o partido tomou essa po­sição na eleição municipal em Goiânia. Em 2016 o PSD lançou o deputado estadual Francisco Jr. para a prefeitura e, no 2º tur­no, apoiou Vanderlan, do PSB, que estava numa aliança com o PSDB. “Quando falamos que o PSD teria candidato em Goiâ­nia, ninguém acreditou, nem vo­cês da imprensa, mas nós fomos até o fim e foi bom para o debate. Foi enriquecedor”, lembrou Vil­mar Rocha. “O Francisco trouxe novas ideias, teve um impacto no processo eleitoral e conquis­tou uma boa votação, com 10% dos votos. Isso foi positivo. Então, é enriquecedor que se tenham muitos candidatos no 1º turno”.

RECICLAGEM

Enquanto não há definições, Vil­mar Rocha mantém uma agenda intensa de reuniões e visitas a lide­ranças partidárias, estaduais e mu­nicipais. “Tenho conversado com todo mundo. O momento é disso: de diálogos, de discussões”.

O ex-deputado federal ava­liou também que o cenário ain­da deve mudar muito até as con­venções de julho e não apenas na base aliada ao governador Mar­coni Perillo. “Acredito que o cená­rio ainda vai mudar. Por exemplo, a oposição vai manter duas can­didaturas, uma do DEM e uma do PMDB, ou não? Isso também está em discussão”, ressaltou.

O que Vilmar não defende é que as decisões sejam tomadas já agora. “Decidir agora empo­brece um rico debate que po­derá ser feito neste ano. Temos de discutir mais, de conversar mais. Temos de estar abertos a mudanças, a reciclagens, a no­vas alianças, novos projetos. Nós estamos de cabeça aberta para isso”, concluiu.

Tags

Leia também

Siga o Diário da Manhã no Google Notícias e fique sempre por dentro

edição
do dia

Impresso do dia