Política

Mabel diz que Goiânia tinha aplicações no Banco Master e retirou parte dos recursos

Redação Online

Publicado em 21 de setembro de 2026 às 16:04 | Atualizado há 52 minutos

Prefeito Sandro Mabel afirma que Goiânia tinha aplicações no Banco Master e retirou parte dos recursos | Foto: Sandro Mabel/Reprodução
Prefeito Sandro Mabel afirma que Goiânia tinha aplicações no Banco Master e retirou parte dos recursos | Foto: Sandro Mabel/Reprodução

O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (União Brasil), afirmou que a Prefeitura mantinha aplicações financeiras no Banco Master e que parte dos recursos foi retirada após a identificação dos investimentos. A declaração foi feita durante evento nesta segunda-feira (21/09). O prefeito não informou, durante a fala, quanto Goiânia mantinha aplicado no Banco Master, quando os recursos foram retirados ou qual era o rendimento das aplicações. Os recursos foram investidos na gestão anterior.

Ao falar sobre a situação da Previdência municipal, Mabel apenas afirmou que encontrou aplicações em diferentes instituições quando assumiu a gestão e que posteriormente identificou recursos aplicados no Banco Master. “Depois eu descobri que até o Banco Master tinha lá. Ainda bem que eu saí fora um pouco daquilo lá. Senão nós íamos brincar na cadeia do Banco Master junto”, afirmou o prefeito. A declaração ocorreu durante uma fala em que Mabel defendia mudanças na gestão dos recursos da Previdência municipal.

Segundo o prefeito, o município precisa ter maior controle sobre as aplicações para evitar riscos financeiros. Mabel também afirmou que a Prefeitura pretende adotar medidas para fazer os recursos da Previdência renderem e reduzir o impacto do déficit previdenciário nas contas municipais. A gestão anterior é responsável pelas aplicações identificadas.

O Banco Master é alvo de investigações relacionadas a operações financeiras que levaram à liquidação da instituição e à prisão de executivos e pessoas ligadas ao grupo. O caso gerou crise no sistema financeiro e envolveu autoridades políticas e jurídicas. As investigações seguem em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF).


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