Política

Navarrete: “Saio da Fazenda convicto do dever cumprido”

Redação DM

Publicado em 3 de junho de 2017 às 02:13 | Atualizado há 9 anos

“Saio com a certeza de ter cumprido o trabalho que me foi dado pelo governador Marconi Perillo e honrado a confiança em mim depositada”, é o que afirma o secretário da Fazenda de Goiás, Fernando Navarrete, que confirmou sua saída da pasta. Alegando razões pessoais, o titular da Sefaz, que assumiu o posto no dia 6 de janeiro, deixará o cargo na próxima semana.

Durante sua gestão, Navarrete reforçou o diálogo com as lideranças empresarias, com os servidores administrativos da pasta e com os auditores fiscais. No dia da posse, ele anunciou a volta do antigo calendário do IPVA, que passou a ser pago ao longo do ano e não mais no primeiro semestre, como foi em 2016. A mudança beneficiou todos os proprietários de carros do Estado.

“Minha missão foi ampliar o diálogo com todos que procuram a Sefaz, sejam contribuintes ou servidores; com as demais secretarias e órgãos e também com os Poderes e Ministério Público”, disse o titular da Sefaz. “Após a conclusão da privatização da Celg, iniciada na minha gestão na presidência da Celg D, foi possível alavancar recursos para o Estado, que estão sendo aplicados no programa Goiás na Frente”, avalia Navarrete.

Conforme foi informado pela pasta, o secretário abriu discussão com prefeitos para a adoção do ICMS de Gestão Municipal, ação que consta do programa Goiás Mais Competitivo e Inovador; elaborou proposta para criar o “Tesouro Verde”, que pretende promover o desenvolvimento econômico com a preservação ambiental por meio do mercado de capitais, com títulos verdes públicos e privados.

Fernando Navarrete, que atuou para incrementar a arrecadação e intensificar o combate à sonegação fiscal, propôs ao governador reduzir à metade a alíquota do ITCD, o Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação, para doações. A proposta aguarda votação na Assembleia Legislativa. Um dos projetos de sua gestão aprovado recentemente foi a autorização para o Estado contrair empréstimo de R$ 600 milhões para aplicar no programa Rodovida.

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