Política

Paulo Garcia: “As críticas ao meu governo são vazias”

Redação DM

Publicado em 30 de agosto de 2016 às 02:55 | Atualizado há 10 anos

Alvo preferencial de praticamente todos os candidatos a prefeito de Goiânia – à exceção de Adriana Accorsi (PT) –, o prefeito Paulo Garcia (PT) afirmou que as críticas que sua administração recebe são “vazias” e partem de pessoas “que não conhecem a cidade”. E justificou: “A gente ouve muitas críticas, mas são vazias, de quem não tem conhecimento da cidade de Goiânia. Vejo muitos candidatos fazendo críticas ao meu governo como se não tivéssemos realizado alguma coisa, mas se nós pegarmos a área da saúde e educação, ginásios poliesportivos cobertos, novas escolas e Cmeis, dá uma média de uma obra a cada dois meses”, afirmou o prefeito.

Os seis candidatos a prefeito – a exceção é a petista Adriana Accorsi – disparam críticas ao trabalho administrativo de Paulo Garcia, principalmente nas áreas de educação, saúde, coleta de lixo, recuperação de asfalto em ruas e avenidas da cidade, além de não contribuir com ações de combate à violência. O mais contundente, até agora, tem sido o deputado federal delegado Waldir Soares (PR). O petista ressaltou que não há na história da cidade de Goiânia algum prefeito que tenha feito tantas obras quanto a atual administração. “Os números não mentem. Fizemos obras na saúde, educação, mobilidade, construção de casas populares, parques e praças”.

Paulo Garcia diz que acredita ter feito bom trabalho como prefeito. “Nós vivemos uma grave crise econômica, não só no Brasil, mas no mundo, e conseguimos realizar tudo isso. Eu vou sair com a sensação do dever cumprido. Eu sei que há muita coisa por fazer, a cidade é dinâmica, os obstáculos surgem a cada dia, as necessidades surgem a cada momento, mas tenho a convicção que investi muito”.

Decantação

O prefeito Paulo Garcia (PT) foi extremamente cauteloso ao comentar os desdobramentos da Operação Decantação, que prendeu agentes públicos que trabalhavam na Saneago. “Não acho que deve ser comemorado por nenhum dos adversários. É lamentável que nós sejamos notícia por atos que ainda vão ser investigados”. E ressaltou: “São algumas pessoas que prestam serviço na vida pública a longos anos. Eu tenho muita cautela, não gosto de fazer pré-julgamento. Não gosto de condenar ninguém antes que o Judiciário analise todas as provas”, disse o petista.

 

 

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