Pesquisa Paraná: Daniel lidera e abre 17,9 pontos sobre Marconi Perillo
Redação
Publicado em 18 de maio de 2026 às 21:44 | Atualizado há 2 semanas
Governador Daniel Vilela abre frente de 17,9 pontos sobre Marconi Perillo, diz Paraná Pesquisas | Foto: Reprodução
O governador Daniel Vilela (MDB) lidera a corrida sucessória em Goiás com 41,2% das intenções de voto, o que significa uma vantagem de 17,9 pontos à frente do segundo colocado, segundo pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas divulgada na segunda-feira (18/05).
A pesquisa foi feita entre os dias 15 e 17 de maio com 1.350 eleitores. A margem de erro é de 2,7 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento tem registro na Justiça Eleitoral sob o número GO-02070/2026.
O segundo colocado é o ex-governador Marconi Perillo (PSDB), com 23,3% das intenções de voto, seguido pelo senador Wilder Morais (PL), que soma 10,3%. Adriana Accorsi (PT) tem 9,2% e Cíntia Dias (PSOL) 2,2%. Eleitores que não souberam responder são 5,3% e votos brancos ou nulos são 8%.
Na pesquisa espontânea, quando não são apresentados nomes dos pré-candidatos, 67,3% dos entrevistados afirmaram não saber em quem votar. Daniel tem 13,2% dos votos e Marconi aparece com 4,4%.
Nos indicadores de rejeição, Marconi Perillo é o que tem o maior percentual, com 36,1%. Adriana Accorsi aparece em segundo lugar com 18,8%. Wilder tem 13,6% e Daniel aparece com 13,4%.
Na pesquisa estimulada ao Senado, a ex-primeira-dama Gracinha Caiado lidera com 36,9% das intenções de voto. Vanderlan Cardoso (PSD) é o segundo colocado com 26%. Gustavo Gayer (PL) aparece com 22,2% e Zacharias Calil (MDB) com 20,8%.
O governador Daniel Vilela aparece em cenário confortável na avaliação da administração estadual. De acordo com os dados, 51,8% dos entrevistados avaliam positivamente o governo. Desse total, 12,2% classificaram a gestão como ótima e 39,6% como boa.
Segundo a pesquisa, 73% dos goianos aprovam o governo de Daniel Vilela, contra apenas 18,7% que desaprovam. Outros 8,3% não souberam responder. A soma entre os que avaliam o governo como ótimo, bom ou regular ultrapassa 84%.