‘Política de saúde não é do ministro, é do governo Bolsonaro’, diz Queiroga
Redação DM
Publicado em 16 de março de 2021 às 13:10 | Atualizado há 5 anos
Por Sofia Aguiar e Pedro Caramuru
Indicado para o Ministério da Saúde e atual presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Marcelo Queiroga, afirmou nesta terça-feira (16) que dará continuidade ao trabalho do ministro da Saúde Eduardo Pazuello e garantiu que a política de enfrentamento à covid-19 no País “é do governo Bolsonaro e não do ministro da Saúde”.
“O ministro Pazuello tem trabalhado arduamente para melhorar as condições sanitárias do Brasil e fui convocado pelo presidente Bolsonaro para dar continuidade a este trabalho para conseguirmos vencer esta crise na saúde pública”, afirmou o médico na chegada à reunião com a cúpula do Ministério da Saúde para discutir a transição do comando da pasta. “Não vim para avaliar gestão Pazuello, vim para trabalhar pelo Brasil”, completou.
O médico deve substituir o atual ministro da Saúde na chefia da pasta após desgaste que Eduardo Pazuello sofreu após entraves à campanha de vacinação e ao colocar em prática temas defendidos pelo presidente Jair Bolsonaro, como a recomendação de medicamentos sem eficácia comprovada.
Queiroga reforçou também a necessidade de união nacional e de desenvolvimento de um plano para o combate contra a covid-19. Segundo ele, sua nomeação depende de publicação em Diário Oficial da União (DOU) e de determinações do presidente Jair Bolsonaro, o qual “está muito preocupado com a situação da pandemia no País”, disse.
Leia também:
- Vila Nova joga mal, sofre dois gols em seis minutos, e é derrotado pelo CRB fora de casa
- Atlético-GO vence Operário-PR por 3 a 1 em Goiânia e encosta no G6 da Série B
- Congadas de Catalão celebram 150 anos e devem reunir mais de 20 mil visitantes
- Homem morre baleado ao tentar entender confusão em frente a boate em Goiás
- Goiânia amplia coleta de pneus e incentiva descarte ambiental correto nesta quarta-feira (29/07)