Política

PPS já defende Vanderlan Cardoso e quer protagonismo em 2016 e 2018

Redação DM

Publicado em 12 de julho de 2016 às 02:47 | Atualizado há 10 anos

O PPS irá apoiar, em Goiânia, o projeto do socialista Vanderlan Cardoso ao Paço Municipal e quer eleger três vereadores em outubro, informa ao Diário da Manhã o físico, mestre em Engenharia Nuclear, professor universitário e ativista das redes sociais, Arthur Otto. É preciso quebrar a hegemonia do PT, que encardiu a Capital, dispara o “enfant terrible” socialista.

Animado, ele acredita que a saída de Iris Rezende da corrida à Prefeitura de Goiânia poderá pavimentar a eleição do ex-prefeito de Senador Canedo. A estratégia é ampliar o leque de alianças, ter protagonismo em 2016, garantir a governabilidade de eventual gestão do também empresário e promover as mudanças para aproximar o poder público do cidadão, explica.

Com vocação ética, Arthur Otto defende a aprovação, em agosto, no Senado da República, do impeachment da ex-guerrilheira da VAR-Palmares, a economista Dilma Vana Rousseff Linhares. Ela cometeu, sim, crimes de responsabilidade, atira. O conjunto de sua obra é negativo, fuzila. O PT aparelhou o Estado e montou uma engrenagem para corrupção sistêmica, observa.

– “É responsável pelo desequilíbrio nas contas públicas, a volta da inflação, a alta do dólar a elevação das taxas de juros e a escalada do desemprego que já atinge 10 milhões de trabalhadores espalhados pelo País. O líder socialista-democrático defende o programa “Uma Ponte Para o Futuro”, elaborado por economistas liberais e executado pelo presidente interino, Michel Temer. É preciso retomar a agenda do desenvolvimento econômico, crescer a patamares asiáticos e gerar renda e empregos, dispara. Um novo milagre econômico brasileiro é possível, insiste o docente.

Pré-candidato a vereador, ele afirma que Paulo Garcia [PT] é considerado, pelos institutos de pesquisa de opinião pública, o pior prefeito da história de Goiânia. PMDB e PT são sócios desde 2008 na administração municipal, fuzila. A Prefeitura de Goiânia está com as contas desequilibradas, denuncia. O MP Estadual apontou a crise da iluminação pública, frisa.

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