Política

PPS nega “golpe”, ataca PT e quer eleger três vereadores

Redação DM

Publicado em 3 de setembro de 2016 às 02:34 | Atualizado há 10 anos

– Im­pe­achment não é gol­pe e Dil­ma Rous­seff co­me­teu, sim, cri­me de res­pon­sa­bi­li­da­de!

É o que afir­ma ao Di­á­rio da Ma­nhã o fí­si­co e mes­tre em En­ge­nha­ria Nu­cle­ar Ar­thur Ot­to. Di­ri­gen­te do PPS em Go­i­â­nia, ele fri­sa que o PT apa­re­lhou o Es­ta­do, mon­tou uma or­ga­ni­za­ção pa­ra exe­cu­tar uma cor­rup­ção sis­tê­mi­ca e é res­pon­sá­vel pe­la mai­or re­ces­são ocor­ri­da no Pa­ís nos úl­ti­mos 20 anos. Es­se é o le­ga­do da ex-guer­ri­lhei­ra da VAR-Pal­ma­res, de­nun­cia.

– A Ope­ra­ção La­va Ja­to e o Se­na­do da Re­pú­bli­ca cum­pri­ram pa­péis his­tó­ri­cos pa­ra lim­par o Bra­sil e abrir uma no­va era de de­sen­vol­vi­men­to eco­nô­mi­co sus­ten­tá­vel.

Bem-hu­mo­ra­do, o fí­si­co que atuou no epi­só­dio do aci­den­te ra­di­o­a­ti­vo com a cáp­su­la de Cé­sio-137 em Go­i­â­nia, no ano de 1987, se­tem­bro, acre­di­ta que o em­pre­sá­rio e ex-pre­fei­to de Se­na­dor Ca­ne­do, o so­ci­a­lis­ta Van­der­lan Car­do­so, ul­tra­pas­sa­rá nas pes­qui­sas o de­le­ga­do de Po­lí­cia Wal­dir So­a­res [PR} e en­fren­ta­rá Iris Re­zen­de [PMDB] no se­gun­do tur­no das elei­ções.

– Va­mos ga­nhar as elei­ções e re­no­var a ci­da­de! Re­cons­truí-la!

Ar­thur Ot­to in­for­ma tam­bém que o PPS quer ele­ger três ve­re­a­do­res em ou­tu­bro. Ele com­põe a lis­ta dos co­ta­dos na ro­tu­la­da ‘Bol­sa das Es­pe­cu­la­ções’ pa­ra con­quis­tar uma ca­dei­ra na pró­xi­ma le­gis­la­tu­ra. A le­gen­da quer ser pro­ta­go­nis­ta tan­to no plei­to de 2016 quan­to na cor­ri­da ao Pa­lá­cio das Es­me­ral­das quan­do 2018 vi­er, anun­cia o ‘en­fant ter­ri­ble’ so­ci­a­lis­ta de­mo­crá­ti­co.

– Pa­ra ga­ran­tir a go­ver­na­bi­li­da­de de even­tual ges­tão e pro­mo­ver as mu­dan­ças pa­ra apro­xi­mar o po­der pú­bli­co do ci­da­dão. Com vo­ca­ção éti­ca, o so­ci­al­de­mo­cra­ta Ar­thur Ot­to de­fen­de o equi­lí­brio nas con­tas pú­bli­cas, o com­ba­te à in­fla­ção, a que­da do dó­lar, a re­du­ção das ta­xas de ju­ros e a di­mi­nu­i­ção do de­sem­pre­go que já atin­ge 10 mi­lhões de tra­ba­lha­do­res es­pa­lha­dos pe­lo Pa­ís. Re­cu­pe­rar o que o PT des­tru­iu em 13 anos e se­te mes­es de ges­tão, vo­ci­fe­ra um dos mai­o­res crí­ti­cos do Lu­lis­mo.

O lí­der so­ci­a­lis­ta-de­mo­crá­ti­co de­fen­de o pro­gra­ma “Uma Pon­te Pa­ra o Fu­tu­ro”, ela­bo­ra­do por eco­no­mis­tas li­be­ra­is, e exe­cu­ta­do pe­lo pre­si­den­te, Mi­chel Te­mer. É pre­ci­so re­to­mar a agen­da do de­sen­vol­vi­men­to eco­nô­mi­co, cres­cer a pa­ta­ma­res asi­á­ti­cos e ge­rar ren­da e em­pre­gos, dis­pa­ra. Um no­vo mi­la­gre eco­nô­mi­co bra­si­lei­ro é pos­sí­vel, in­sis­te o do­cen­te.

Can­di­da­to a ve­re­a­dor, ele afir­ma que Pau­lo Gar­cia [PT] é con­si­de­ra­do, pe­los ins­ti­tu­tos de pes­qui­sa de opi­ni­ão pú­bli­ca, o pi­or pre­fei­to da his­tó­ria de Go­i­â­nia. PMDB e PT são só­ci­os des­de 2008 na ad­mi­nis­tra­ção mu­ni­ci­pal, fu­zi­la. A Pre­fei­tu­ra de Go­i­â­nia es­tá com as con­tas de­se­qui­li­bra­das, de­nun­cia. O MP es­ta­du­al apon­tou a cri­se da ilu­mi­na­ção pú­bli­ca, fri­sa.

 

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