PSol defende reestatização da Celg e fim das OSs na Saúde
Redação DM
Publicado em 29 de agosto de 2018 às 03:33 | Atualizado há 8 anos
Candidato a governador pelo PSol, Wesley Garcia disse que defenderá a realização de um plebiscito para reavaliar a privatização da antiga Celg. “Há indícios de irregularidades na venda da estatal. Vamos investigar e se isso se confirmar vamos reestatizar a empresa (agora denominada Enel)”, disse, ontem, na sabatina à Rádio Sagres 730.
Professor em escolas públicas no governo do Distrito Federal e em faculdade particular na região do Entorno do DF, Wesley critica a gestão de hospitais públicos por organizações sociais e a privatização de rodovias, já aprovada em lei pela Assembleia Legislativa. Ele afirma que o processo adotado pelo governo para dispor de bens públicos é sempre o mesmo, primeiro sucateia o patrimônio para depois entrega-lo à iniciativa privada.
Wesley afirmou que a campanha do PSol priorizará os municípios onde tem diretórios ou comissões provisórias e filiados ao partido. “São cerca de 45 cidades. Vamos focar nelas para multiplicar nossa campanha”. A meta do PSol nacionalmente é de eleger pelo menos 9 deputados federais em todo o País, para fazer a cláusula de barreira, um índice mínimo de votos para ter acesso aos fundos eleitoral e partidário e tempo de rádio e TV.
Em Goiás, o partido acredita que tem dois nomes competitivos nas chapas para deputado federal e para estadual, casos dos ex-candidatos a prefeito de Catalão, Camila Campos, e de Posse, João Adriano. Candidato a deputado estadual, João Adriano está entre os 16 candidatos mais ricos de Goiás, segundo levantamento feito pelo jornal O Popular. Ele declarou bens no valor de R$ 17 milhões.