Rede não lança nome e já admite apoiar Daniel
Redação DM
Publicado em 27 de março de 2018 às 01:58 | Atualizado há 8 anos
Com reduzido tempo na TV e no rádio, escassos recursos financeiros, nenhum senador da República, deputado federal ou deputado estadual, em Goiás, a tendência, hoje, é de a Rede não lançar nome próprio nas eleições ao Palácio das Esmeraldas, em 7 de outubro de 2018, informa ao Diário da Manhã o coordenador da legenda, no Estado, procurador federal da Advocacia Geral da União [AGU], aposentado na última segunda-feira, Aguimar Jesuíno.
– A Rede rejeita o senador federal Ronaldo Caiado [DEM] e não possui identidade programática com o vice-governador José Eliton [PSDB]. O caminho natural é apoiar Daniel Vilela [PMDB].
A definição sairá até o dia 15 de agosto. O último dia para o registro de candidaturas. Segundo o calendário eleitoral estabelecido pelo TSE [Tribunal Superior Eleitoral] para as eleições deste ano. A Rede formata ainda a chapa proporcional. A estratégia é eleger dois deputados estaduais e pelo menos um federal. Para que a sigla alcance o porcentual estabelecido pela Cláusula de Barreira. Como exige a Reforma Política aprovada pelo Congresso Nacional.
– Marina Silva, ex-ministra do MeioAmbiente, apareceemsegundo lugar nas pesquisas, sem a presença, nolevantamento estimulado, de Luiz Inácio Lula da Silva, condenado em 2ª instância pelo TRF-4.
EX-PARTIDÃO
Procurador federal da AGU aposentado, produtor rural, com passagem pelo Partido Comunista Brasileiro, o Partidão, clandestino, à época da ditadura civil e militar [1964-1985], Aguimar Jesuíno já concorreu ao Senado da República e não ganhou o pleito. Ele voltará para o mundo jurídico, da advocacia. O tempo para a propaganda de rádio e TV, o Fundo Partidário e os recursos que serão destinados à Rede não são suficientes para a campanha, lamenta.