Revival de 1964 e elegia à socialdemocracia em ‘evento’ de José Duarte
Redação DM
Publicado em 25 de junho de 2016 às 03:05 | Atualizado há 1 ano
Um ‘revival’ de 1964, ano do golpe de Estado civil e militar que depôs o presidente da República, João Belchior Goulart, e uma elegia à socialdemocracia contemporânea. Assim será a festa, hoje, a partir de 12h30, no restaurante Bartolomeu, Setor Oeste, em Goiânia, organizada para comemorar os 75 anos do marinheiro, que foi guerrilheiro urbano da Ação Libertadora Nacional [ALN], organização criada pelo carbonário baiano, filho de um italiano com uma negra da etnia Haussá, Carlos Marighella, que adotou a estratégia de luta armada no Brasil, José Duarte dos Santos. Exilado no Chile até a queda do médico marxista Salvador Allende, ocorrida no trágico 11 de setembro de 1973, ele refugiou-se na Bélgica, Europa, e depois em Moçambique, África, como o historiador, ex-MR-8 [Movimento Revolucionário 8 de outubro], Daniel Aarão Reis Filho, hoje radicado no Rio de Janeiro [RJ].
Luta armada
Com a aprovação da Lei de Anistia, José Duarte dos Santos, que era irmão de Antônio Duarte dos Santos, sociólogo já morto que engajou na esquerda, o hoje renegado ‘Cabo Anselmo’, retornou ao Brasil, veio para Goiás, virou funcionário da Celg e participou das quatro gestões do Tempo Novo [1999-2016], pós-Tempo Velho [1983-1998]. Atualmente, é conselheiro da Agência Goiana de Regulação [AGR], órgão presidido por Ridoval Chiareloto e integrado ainda pelo liberal Sérgio Borges Lucas, velho quadro do Partido Progressista [PP]. O senador da República João Capiberibe [PSB], a deputada federal Janete Capiberibe [PSB], além do ex-líder estudantil, participante das revoltas espetaculares de 1968 no Rio de Janeiro e no restante do País, exilado no Chile, Jean Marc von der Weid, ex-AP. O deputado federal e vice-presidente nacional do PSDB e pré-candidato a prefeito Giuseppe Vecci deve participar do encontro, hoje

