Sandes oferece sugestões à CPI
Redação DM
Publicado em 3 de julho de 2015 às 02:09 | Atualizado há 11 anosPreocupado com a saúde no Brasil, o deputado federal Sandes Júnior esteve presente, na última segunda-feira, na instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar a cartelização na fixação de preços e distribuição de órteses e próteses, inclusive, com a criação de artificial direcionamento da demanda e captura dos serviços médicos por interesses privados – máfia das órteses e próteses no Brasil.
A Câmara dos Deputados instalou a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar a máfia de órteses e próteses no Brasil. O deputado Geraldo Resende (PMDB-MS) foi eleito presidente do colegiado e indicou o deputado André Fufuca (PEN-MA) para a relatoria. Composta por 26 membros titulares e igual número de suplentes, a CPI tem prazo de 120 dias para concluir os trabalhos.
Caberá ao colegiado investigar a cartelização na fixação de preços e distribuição de órteses e próteses, além de esclarecer se há direcionamento da demanda dos serviços médicos por interesses privados, entre outros fatos relacionados à máfia.
André Fufuca adiantou que pretende ouvir todos os envolvidos nas denúncias da máfia, divulgadas pela imprensa durante o ano passado.
Acrescentou que integrantes da comissão deverão visitar os estados onde existem CPIs investigando as denúncias, de modo a coletar dados e mais subsídios para as investigações.
O deputado Sandes Júnior aprova a criação da CPI que investigará a violência contra jovens negros e pobres. O deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) foi eleito presidente da comissão e a deputada Rosangela Gomes (PRB-RJ) relatora. A comissão foi criada para apurar as causas, razões, consequências, custos sociais e econômicos da violência, morte e desaparecimento de jovens negros e pobres no Brasil.
Outra que CPI que tem respaldo do deputado goiano é a do Sistema Carcerário Brasileiro, a ser instalada.
Das CPIs já criadas, apenas a da Petrobras está funcionando na Câmara.