Política

Zerar déficit de vagas em Cmeis será prioridade

Redação DM

Publicado em 29 de outubro de 2016 às 20:32 | Atualizado há 10 anos

A educação em Goiânia sofre, hoje, com dois problemas graves: a falta de quase 5 mil vagas para crianças de seis meses a cinco nos em Centro Municipais de Educação Infantil (Cmeis) e a falta de escolas de tempo integral no ensino fundamental.  Para o candidato a prefeito de Goiânia pela Coligação Experiência e Confiança, Iris Rezende (PMDB), esses dois pontos afetam diretamente o orçamento das famílias e serão prioridades na sua administração à frente da prefeitura.

“A falta de vagas nos Cmeis tem prejudicado a saúde financeira de algumas famílias que são obrigadas a recorrer a serviços privados, como creche ou babá, para garantir a guarda dos filhos enquanto trabalham. Em casos extremos, pais deixam de trabalhar para cuidar dos filhos, pois não têm com quem deixar e nem como pagar alguém. Eleito prefeito, garanto que não deixaremos essas famílias desamparadas”, afirma.

A proposta do candidato peemedebista ao Paço é zerar o déficit de vagas nos Cmeis, ampliando o número de atendimento e construindo novas unidades. Iris também vai implantar o sistema de tempo integral nas unidades escolares que atendem alunos de sete a 14 anos de idade. Hoje, apenas cerca de 20% destas escolas funcionam em tempo integral.  “Vamos construir 20 novas escolas de tempo integral, criando 15 mil novas vagas, priorizando a qualidade do ensino e a excelente estrutura das unidades”, explica.

Para atender essa demanda de novas vagas em Cmeis e escolas de tempo integral, o prefeitável adianta que contratará, por meio de concurso público, novos profissionais. “Sabemos da importância dos servidores da Educação para que o ensino seja de qualidade. Na minha gestão a valorização e respeito a esses profissionais será garantida”, destaca Iris.

Ações culturais

Iris também pretende retomar as ações culturais da sua gestão mais recente na Prefeitura de Goiânia, como o FestCine e o Goiânia em Prosa e Verso. Se eleito, o peemedebista também vai reativar a Orquestra de Violeiros e garantir cultura em todas regiões de Goiânia. “Em minhas administrações, incentivei a cultura em nossa capital e, se eleito, pretendo incentivar ainda mais. Por meio de políticas afirmativas culturais é que vamos avançar na promoção da cidadania e bem-estar da nossa querida população de Goiânia”, frisa.

O prefeitável enfatiza que sua proposta é democratizar o acesso aos bens culturais por parte da população e fomentar o talento local em todas as suas formas de manifestação. “Quando criamos o Centro Municipal de Cultura Goiânia Ouro, em 2005, pensamos exatamente isso e o espaço cumpriu o seu papel. Eleito prefeito, vou revitalizá-lo”, afirmou.

O peemedebista garante que o incentivo à cultura será uma das prioridades de sua gestão, assim como educação, saúde e desenvolvimento social. “Vamos retomar também o programa Goiânia em Prosa e Verso, que financiou só de 2005 a 2010 a publicação de aproximadamente 500 mil livros de autores goianos”, garantiu Iris, lembrando que o objetivo da ação era valorizar a escrita e a leitura das obras de autores conhecidos e também de iniciantes que tinham no programa a chance de mostrar talento e criatividade.

Outro programa cultural destacado por Iris é o FestCine – Festival de Cinema que premiava longas-metragens, curtas-metragens, vídeos universitários e caseiros, e promovia oficinas, palestras, debates e mostras voltadas ao público infantil.  “Goiânia não pode continuar nesta inércia que está na área cultural”, lamentou. Vamos voltar àquela efervescência provocada pelo FestCine, que reunia no Goiânia Ouro artistas, cineastas, produtores e público do Brasil inteiro e criava oportunidades também aos valores locais”, garantiu Iris.

Para garantir o acesso democrático à cultura goiana, o prefeitável falou ainda da sua intenção de instituir espaços culturais em todas as regiões de Goiânia. “Quando prefeito, levava a Orquestra Sinfônica para apresentações nos bairros mais afastados para que todas as pessoas pudessem contemplar. Agora, quero levar não só a orquestra como todas as apresentações para as sete regiões da capital. O acesso à cultura será democratizado”, afirmou o candidato.

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