Saúde

Einstein em Goiânia: 50 anos de inovação em medicina chegam ao Centro-Oeste

Com um modelo de atuação que busca incansavelmente a segurança, qualidade e a inovação, ele se torna um ponto estratégico para o atendimento regionalizado.

diario da manha

O Einstein de Goiânia tem 27.000 m² de área construída

No ano em que completa 50 anos, o Hospital Israelita Albert Einstein acrescenta à história o início das atividades do seu primeiro hospital fora de São Paulo. Sediado em Goiânia, ele beneficiará pacientes das regiões Centro-Oeste e Norte. 

Esse é um marco para um hospital que começou a ser idealizado ainda em 1955 por membros da comunidade judaica. Foi nesse ano que nasceu a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein. O sonho levou 16 anos para ser concretizado: em 28 de julho de 1971, o hospital foi inaugurado oficialmente no Morumbi, então uma zona rural da capital paulista. Desde então, a cultura de inovação e a ambição de ser um dos melhores do mundo sempre esteve presente. 

Inauguração do Hospital Israelita Albert Einstein, em 1971, no Morumbi, em São Paulo

Um ano após a abertura oficial, em 1972, o Hospital Israelita Albert Einstein já caminhava ao lado dos principais avanços da medicina, com a construção de uma das primeiras unidades de terapia intensiva (UTIs) do Brasil, o que ajudou a difundir esse conceito para o país. Em 1986, trouxe o primeiro aparelho de ressonância magnética para a América Latina. Em 2008, foi um dos pioneiros na cirurgia robótica nacional e hoje é líder na área. 

O Einstein também desbravou a telemedicina, a inteligência artificial aplicada à saúde, as parcerias com o setor público, os transplantes e novos modelos de ensino e pesquisa, sempre com olhar inovador e a vontade de contribuir para o aperfeiçoamento do sistema de saúde. Hoje, possui uma estrutura de serviços reconhecida pela excelência, inovação, humanização, geração de conhecimento e responsabilidade social. Não é por menos que, já em 1999, foi o primeiro hospital fora dos Estados Unidos a receber a acreditação da Joint Comission International.

É esse Einstein que chega a Goiânia. “Apesar de existirem outros hospitais na cidade, a região não contava com um de altíssima complexidade. Levamos a estrutura do nosso sistema completo de saúde para Goiânia”, afirma Sidney Klajner, presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein.

Os primeiros passos em Goiânia

Essa história começou em 2016, quando o Einstein realizou um trabalho de consultoria para o desenvolvimento do Hospital Órion. A aquisição dos ativos foi um passo natural para o Einstein, que atuou desde o início do projeto – da análise de viabilidade e da implantação à gestão do dia a dia.

“Nós desenvolvemos um centro com serviços de alta complexidade, como uma UTI com protocolos rigorosos e setores de imagem e de hemodinâmica sofisticados”, contou Klajner.

Com um modelo de atuação que busca incansavelmente a segurança, qualidade e a inovação, ele se torna um ponto estratégico para o atendimento regionalizado. Ao todo, o hospital tem 27.000 m² de área construída, 180 leitos, 9 salas de cirurgia, 12 leitos para transplante de medula óssea, 2 salas de hemodinâmica e capacidade para a realização de 150 mil exames por mês. 

E isso é só o começo. Saiba mais sobre os 50 anos do Hospital Israelita Albert Einstein e seu protagonismo na medicina em 50anos.einstein.br

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