Saúde

Transplante de medula óssea: Hematologista explica sobre os dois métodos que podem ser realizados

O médico informa que o processo de transplante pode ser feito em duas formas, sendo a modalidade autólogo ou alogênica

diario da manha

Doenças do Sangue podem fazer que o paciente seja submetido a um transplante de medula óssea, é o que explica o Hematologista, Gustavo Fernandes, da equipe médica do Hospital Israelita Albert Einstein de Goiânia, o médico informa que o processo de transplante pode ser feito em duas formas, sendo a modalidade autólogo ou alogênica.

“Existem duas modalidades básicas de transplante, o autólogo, onde a gente usa a célula tronco do próprios paciente, e existe a modalidade alogênica, que é usado célula tronco de outro paciente, de um doador.”

O médico traz informações, que para utilizar a medula óssea de um doador, é feito uma série de exames e testes para ver a compatibilidade do doador com a paciente que irá receber. No entanto, além desses exames, ainda é realizada uma conversa entre toda a equipe de trabalho. Não apenas local, mas também com os profissionais do Hospital Albert Einstein de São Paulo, em busca da melhor forma para realizar um transplante tranquilo e com bons resultados. “Quanto maior for nosso nível de segurança possível, maior será nosso resultado final”, afirma o Hematologista.

Segundo Fernandes, quando o doador está em boa situação para realizar a doação, é feita a retirada de uma quantidade suficiente de acordo com o caso do paciente, para não comprometer a vida do doador. Entretanto, em outros casos  “é receitado uma mediação de proliferação da célula tronco circulante, para assim atingir a quantidade adequada de coleta, visando sempre melhorias e a saúde de ambos, posso falar muito bem da nossa unidade , do alinhamento do nosso protocolo, e da qualidade de nosso serviço prestado”

O  transplante de halogênio pode acontecer de não reconhecer algumas partes do corpo, e consequentemente sendo rejeitado, é o que diz o médico. Porém, ele esclarece que a rejeição não quer dizer que o paciente está perdendo a medula, mas sim porque as células do doador podem atacar alguns órgãos do paciente.

Para quem tem entre 18 e 35 anos e deseja realizar a doação, desde que não contenha doenças genéticas ou doenças graves, é só ir até o Hemocentro, na avenida Anhanguera, no setor Coimbra, e realizar seu cadastro. Após o cadastro, será encaminhado para a realização de exames para consultar as condições de poder doar, e se há algum paciente compatível. 

O Hospital Albert Einstein possui 30 anos de experiência em transplantes de medula óssea. Realizou o primeiro transplante em 1987. Já na Unidade de Goiânia, foram realizados dois transplantes. Goiânia foi o primeiro local a receber a unidade do Hospital, fora da cidade de São Paulo, e hoje conta com seis profissionais na área da hematologia. 

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