HEMNSL aprimora resposta assistencial com simulação do Protocolo de Sepse
Redação Online
Publicado em 25 de fevereiro de 2026 às 20:36 | Atualizado há 8 meses
O Hospital Estadual e Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (HEMNSL) realizou, em fevereiro, uma Simulação Clínica do Protocolo de Sepse com os colaboradores da unidade, como parte das ações permanentes de qualificação da assistência e fortalecimento da segurança do paciente.
A atividade marcou mais uma etapa na consolidação das ferramentas voltadas ao atendimento de casos suspeitos da condição, considerada uma das principais emergências clínicas no ambiente hospitalar.
A simulação teve como foco a aplicação prática da metodologia dos 5 R’s, modelo de melhoria difundido pelo Institute for Healthcare Improvement (IHI), implementado na unidade sob a liderança do gerente assistencial Renato Graciano de Souza e da enfermeira da Qualidade e Segurança do Paciente, Ana Luiza. A proposta foi avaliar fluxos, condutas e tempo-resposta em um cenário controlado, permitindo ajustes estratégicos e maior alinhamento entre as equipes.
Desde maio de 2025, as ferramentas relacionadas ao atendimento do paciente com suspeita de sepse vêm sendo amplamente discutidas e testadas na instituição, por meio de ciclos sucessivos da metodologia PDSA (Plan-Do-Study-Act).
Após etapas de análise e aprimoramento, a simulação representou a consolidação prática do aprendizado, mantendo o monitoramento contínuo dos processos e a identificação de pontos de melhoria.
Os profissionais exercitaram o reconhecimento precoce dos sinais e sintomas, o resgate com intervenções rápidas e assertivas, a reavaliação contínua da resposta clínica, o referenciamento adequado e oportuno e a reflexão estruturada sobre a prática assistencial.
A dinâmica favoreceu a integração multiprofissional e o fortalecimento do raciocínio clínico em situações que exigem tomada de decisão ágil. Segundo o gerente assistencial Renato Graciano de Souza, a atividade fortalece a segurança dos processos internos e amplia a preparação da equipe para situações críticas.
“A simulação permite testar o protocolo em tempo real, identificar oportunidades de melhoria e alinhar condutas. Quando a equipe treina de forma estruturada, o atendimento ao paciente ganha mais agilidade, segurança e assertividade”, destacou.
A iniciativa integra a rotina de educação permanente da unidade e contribui para manter os profissionais alinhados às melhores práticas assistenciais, assegurando resposta rápida e qualificada diante de quadros em que cada minuto é decisivo.