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Policlínica de Posse instrui sobre Infecções Sexualmente Transmissíveis

Redação DM

Publicado em 10 de fevereiro de 2024 às 11:38 | Atualizado há 2 anos

O Serviço de Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (SCIRAS) da Policlínica de Posse realizou uma palestra sobre as Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST). Elas são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos.

Durante a ação, foi reforçado que a maioria das ISTs são transmitidas por meio de relações sexuais sem o uso devido do preservativo com uma pessoa infectada. Algumas ISTs podem não apresentar sintomas na maioria da população. Essas doenças, se não forem diagnosticadas e tratadas em tempo hábil, podem levar a complicações graves. O tratamento melhora a qualidade de vida do paciente e quebra a cadeia de transmissão dessas doenças.

Policlínica de Posse instrui sobre Infecções Sexualmente Transmissíveis

Policlínica de Posse instrui sobre Infecções Sexualmente Transmissíveis

Policlínica de Posse instrui sobre Infecções Sexualmente Transmissíveis

Policlínica de Posse instrui sobre Infecções Sexualmente Transmissíveis

A equipe também promoveu uma dinâmica com uma caixa enfeitada, que possuía dentro uma vasilha com farinha de trigo e anilina rosa. “Colocamos um recipiente com luvas ao lado da caixa, e solicitamos aos colaboradores que colocassem as mãos na caixa. Os que utilizaram as luvas não sujaram as mãos, o mesmo não aconteceu com os funcionários que introduziram a mão na caixa sem utilizar as luvas”, disse.

O intuito da dinâmica foi simbolizar “que por fora pode apresentar uma boa aparência, porém não sabemos o que se encontra dentro. As luvas simbolizam o preservativo, reforçando que transmissão das ISTs acontece por meio da relação sexual sem o uso do preservativo”, explicou a equipe do SCIRAS.

Segundo a médica Nathalia Nunes dos Santos e a enfermeira Thaise Ynara, atualmente, as ISTs estão entre os problemas de saúde pública mais comuns em todo o mundo, de acordo com a OMS cerca de 376 milhões de novos casos acontecem por ano (OMS, 2019). “A dinâmica trouxe uma aceitação enorme entre os colaboradores, sendo de grande valia, levando a reflexão da importância de realizar a relação sexual de forma consciente”, comentaram.

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