Brasil

Dinheiro

Redação DM

Publicado em 3 de abril de 2015 às 01:49 | Atualizado há 11 anos

  No mundo de hoje, o dinheiro pode ser fonte de desequilíbrio. Dinheiro em excesso ou falta passou a ser fonte de desarmonia. O dinheiro em si não é bom nem é mau. O uso que fazemos dele é que pode ser para satisfazer as paixões do ser humano.

Então, ter dinheiro por orgulho, para o prazer da carne ou, egoisticamente, para comprar o poder da corrupção sempre é desastroso. O uso do dinheiro para edificar as famílias, curar doenças com remédios ou aplicar na educação dos povos é louvável. Pobre é quem só tem dinheiro! Além da matéria temos a beleza da arte, a paz de espírito, a simplicidade das crianças e a sabedoria dos idosos. Caixão não tem gaveta. E mortalha não tem bolso. Tudo passa! No final será você e Deus e o amor que ficou na caridade do dia a dia

(Paulo R. Girão Lessa, via e-mail)

 


 

Semana Santa não é feriadão

Em uma sociedade consumista, materialista e onde o prazer está acima do amor temos a Páscoa resumida a ovos de chocolate que logo acabam.

A Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo fazem parte da cultura da civilização cristã e não podemos ignorar a salvação comprada a preço do sangue precioso de nosso amado Jesus.

Nada terá sentido se não respeitarmos o tempo da Salvação por Jesus Cristo, nosso Redentor. Quem for indiferente ao sofrimento da humanidade se perderá nos desequilíbrios de uma vida longe de Deus.

A Semana Santa é tempo de viver com a família a Quinta-feira Santa com o lava-pés, a Sexta com as encenações da paixão de Cristo e um Sábado Santo de espera pela vida nova.

Domingo é a alegria plena da vida que vence. A luz venceu as trevas, aleluia! Se for viajar, participe em sua cidade. Não deixe de participar! Semana Santa renovadora para todos!

(Paulo R. Girão Lessa, via e-mail)

 


 

O ‘Chacrinha’ do PT

 

“Este País nunca teve ninguém com a valentia e a coragem da presidente Dilma de fazer investigação contra quem quer que seja”. Foi o que disse Lula na 3ª feira em evento ao qual compareceram 3 mil petistas e sindicalistas, em SP. Para variar, mente o “ex”. Não faz muito, a ordem no governo era negar que existisse qualquer coisa errada na Petrobras. Ao revés: o governo da ‘presidente’ não apenas nada fez para apurar os desvios como instruiu sua bancada a impedir a criação de CPIs sobre a estatal. Com as investigações da Lava Jato ficou claro o motivo da “cegueira” do governo conforme qualquer pessoa minimamente antenada já entendeu.  O resultado de tudo isso foi a queda do valor de mercado da Petrobras, empresa que mal consegue publicar um balanço idôneo para explicar a seus  acionistas a quantas andam suas finanças. Não por outros motivos está sendo processada nos EUA, acusada de causar deliberadamente prejuízos a acionistas minoritários. Que belo estrago fez sua turma, hein, Lula?  Tem mais: não é a Presidência da República que “investiga” ou “manda investigar” quem quer que seja. Os órgãos incumbidos desses misteres, por serem instituições de Estado, não obedecem a “ordens” da Presidência da República. Assim, o que Lula tenta fazer (de forma velhaca) é iludir os desavisados e, de quebra,  tirar algum proveito da situação constrangedora em que seu partido se encontra, procurando jogar confetes sobre a cabeça de sua criatura – segundo ele a grande  “responsável” pelas investigações. Lastimável. Parece o Chacrinha, aquele que não veio para explicar, mas para confundir.

(Silvio Natal, via e-mail)

 


 

Acerto da economia brasileira

Pregam a presidente Dilma Rousseff e o PT que desejam acertar as contas públicas do País arruinada por esse mesmo governo usando dos conhecimentos técnicos do ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Como os brasileiros poderão acreditar nessa manifestada vontade do governo petista se continuam desviando os recursos públicos do BNDES sem autorização do Congresso para salvar tirania de governos autoritários em Cuba, Venezuela, Bolívia, Argentina, etc? Se realmente o governo petista quer acertar as contas públicas do País, acabar com a inflação que voltou a atormentar a economia do País e dos brasileiros, elimine 50% dos ministérios inúteis, uma boa parte dos cabides de empregos da companheirada alérgica ao trabalho no Congresso Nacional, Executivo e Judiciário e o dinheiro aparecerá como mágica para salvar o Brasil do caos econômico provocado por esse mesmo governo e terão dinheiro suficiente para resolver o rombo atual e até para atender os nordestinos no combate contra a seca.

(Benone A. de Paiva, via e-mail)

 


 

Estimado Luiz de Aquino

 

Bom-dia. Li na sua crônica, referente de modo especial ao nosso admirado José Jacinto Veiga, no Diário da Manhã de hoje(ontem), uma generosa referência ao meu nome – e ao do Eurico. Agradecendo, aproveito para lhe passar uma informação que desde outubro venho querendo lhe transmitir: no memorável parecer e voto da desembargadora Elisabete Filizzola Assunção no julgamento, realizado no dia 8 de outubro de 2014, da apelação da sentença proferida pelo juiz de Direito Maurício Magnus na ação contra o meu livro sobre João Guimarães Rosa, no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, é citado e muito valorizado um texto escrito por você a respeito do caso. Isso significa que o seu texto contribuiu para a vitória da justiça.

E é também por isso que lhe expresso agora o meu agradecimento pela pronta solidariedade com que você me acudiu, e ao meu livro, naquele período muito difícil da minha vida.

Receba um fraterno abraço do colega e amigo.

(Alaor Barbosa, via e-mail)

 


 

Prezados

Ao prezado jornalista Batista Custódio e a todos/as do DM.

Uno-me a muitas outras pessoas (leitores, escritores, artistas, professores e outros profissionais) para homenagear os 21 anos de história do Cinco de Março e os 35 anos de existência do Diário da Manhã.

Aproveito a oportunidade para agradecer o espaço que – há tempo – o DM disponibiliza para a publicação dos meus modestos artigos. Parabéns! Feliz Páscoa! Um abraço a todos e a todas.

(Frei Marcos Sassatelli, dominicano, via e-mail)

 

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