Política

Últimos suspiros eleitorais para o pleito do próximo domingo dia 02/10.

Redação DM

Publicado em 1 de outubro de 2022 às 18:42 | Atualizado há 4 anos

Já em clima de muita euforia, muitos eleitores estão participando de carreatas e acrescentando aos sons de seus veículos jingles de músicas políticas que poluem as cidade como alturas desproporcionais de sons que agridem os ouvidos tanto dos transeuntes quanto dos moradores.

A quem questione a lisura das urnas eletrônicas e preferem o voto impresso, retrocesso ou desinformação, há também os que aprovam 100% as urnas eletrônicas, e infelizmente muitos que duvidam da tecnologia em que se conhece o vitorioso no mesmo dia da eleição, e que trás todos os dados necessários para um possível questionamento, são pessoas que não entendem quase nada de política e surfam na onda daqueles que contestam, possivelmente para justificar uma possível derrota.

Se observa em muitos países ditos desenvolvidos, como os E.U.A, onde demorou um bom tempo para se saber o vencedor da disputa eleitoral, sem contar que não basta o número maior de eleitores, você tem que ter um número maior de delegados, esses devem representar a vontade do povo, mas quase sempre não é assim que funciona, a exemplos que um candidato tem maioria de eleitores, como foi na eleição com Donald Trump, e que teve menos voto popular que sua concorrente, Hillary Clinton, por sua vez Clinton teve mais votos e menos delegados, o que não representou a vontade do povo.

Voltando as nossa eleições democráticas e com uma polarização que deixa qualquer terceira via fora do páreo, se percebe que embora vários testes, observações e muitas dúvidas a respeito da idoneidade das urnas, caem por terra e se prova a segurança desses mecanismos tecnológicos de votação.

O presidente do STE (supremo tribunal federal), já provou que as unas não são ligadas a internet, o que impossibilitariam que um hacker invadisse o sistema eleitoral, antes da sua apuração, e com testes realizados nesse sistema demorou-se quaro dias para um perito conseguir entrar na memória da máquina, tempo que já estaria apurada toda eleição e ainda sobraria uns dias para conseguirem entrar.

Rodrigo Pacheco presidente do senado, recebeu na tarde do último dia 29, representantes de 26 países que acompanharam as eleições. No encontro Pacheco voltou a defender o sistema eleitoral brasileiro, ” essa presença estrangeira tão expressiva e variada, demostra o interesse internacional em nosso país, e em nosso sistema eleitoral, particularmente pela a utilização com inegável sucesso de urnas eletrônicas”.

Talvez ainda não saibamos porque suscitou um tema tão irrelevante já no ano da eleição, e por uma pessoa que foi eleita sete vezes por esse mesmo sistema e sem coloca-lo em xeque. Para alguns cientistas políticos, “essa seria a forma de se justificar aos apoiadores porque podemos perder as eleições desse ano, e que caso sejamos roubados não aceitaremos o resultado. Como se democracia fosse honesto ganhar só o que está no poder”.

Por assim pensar, a democracia corre riscos, e o governo e apoiadores questionam, o por que desses observadores?

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