Meirelles critica Guedes e nega volta ao Governo Federal
Redação DM
Publicado em 30 de dezembro de 2021 às 13:38 | Atualizado há 5 anos
Fio Direto
Fazenda
Henrique Meirelles foi também ministro da Fazenda do Governo Temer, no período de maio de 2016 a abril de 2018. Na sua gestão, foi aprovado o teto de gastos, um novo regime fiscal que limita o crescimento das despesas do Governo por 20 anos. De acordo com a regra do teto de gastos, as despesas do ano seguinte estão limitadas às despesas do ano anterior corrigidas pelo IPCA.
Outros candidatos
Além de Henrique Meirelles (PSD), pelo menos outros três nomes já se lançaram pré-candidatos ao Senado por Goiás. Alexandre Baldy, presidente do PP em Goiás, deputado João Campos (Republicanos) e Luiz do Carmo (MDB), atual mandatário da cadeira que será disputada em 2022, mostram-se determinados a viabilizar suas candidaturas e buscam, a priori, um lugar na chapa majoritária de Ronaldo Caiado (DEM).
Pacheco
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD/MG), não decolou enquanto pré-candidato à presidência. Os últimos levantamentos dão a ele coisa de 1% das intenções de voto. O pessedista alcançou uma notoriedade quase instantânea ao vencer a disputa pela presidência do Senado Federal e passou a ser visto como forte candidato para representar a chamada 3ª via.
Pacheco II
Embora a maioria do Congresso entenda que Rodrigo Pacheco seja um político tecnicamente preparado e educado, o que agrada seus pares, algumas pautas negativas desgastaram o presidente do Senado, como, por exemplo, a defesa do orçamento secreto e o descumprimento do acordo sobre a PEC dos Precatórios, o que foi entendido como uma ‘rendição’ a Arthur Lira (PP/AL), presidente da Câmara.
Saia Justa
O ex-juiz Sérgio Moro (Podemos), pré-candidato a presidente da República, procurou minimizar a notícia do jornal Folha de São Paulo, de que o seu principal aliado, senador Álvaro Dias (Podemos/PR), teria recebido doação do doleiro Alberto Youssef, que chegou a ser preso pelo próprio Moro no curso da Operação Lava Jato. “Ninguém sabia quem era Alberto Youssef na época (1998)”, justificou.
Programa Social
O Governo de Goiás encerra dezembro contabilizando a entrega de quase 70 mil cartões do programa social Mães de Goiás, que prevê a concessão de uma ajuda mensal de R$ 250 para mães de crianças de zero a seis anos de idade e em situação de vulnerabilidade. Mães de 90 municípios goianos foram beneficiadas. Só em dezembro, foram entregues mais de 25,6 mil cartões em 33 cidades do Estado.
Lissauer destaca atuação de Caiado e parceria da Alego
O deputado estadual Lissauer Vieira (PSB), presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, em evento de entrega dos cartões Mães de Goiás, dessa vez na cidade de Aragoiânia, região Metropolitana da capital, pontuou que o governador Ronaldo Caiado (DEM) tem, com muita disposição, entregado ações por todo o Estado, incluindo programas sociais e obras estruturantes.
Vieira lembrou que a Alego tem sido parceira do governo em todas as matérias de interesse da população e que essa harmonia entre os poderes tem sido fundamental para que o povo goiano tenha as respostas que espera do poder público. “Saibam que em todas as matérias de interesse da população temos sido parceiros, no sentido de aprová-las e entregar os benefícios aos goianos”, frisou.
Linha cruzada
Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Previdência mostram que, de janeiro a novembro deste ano, o setor agropecuário goiano registrou crescimento na quantidade de trabalhadores formais. Foram 38.849 admissões contra 32.093 desligamentos, o que resultou num saldo de 6.756 postos (criação de novos empregos formais no campo). Atualmente, a agropecuária goiana tem 106.322 trabalhadores registrados. No fim de 2020, eram 99.566.
O ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles (PSD), que trabalha para viabilizar sua candidatura ao Senado por Goiás, negou, mais uma vez, a hipótese de voltar ao Governo Federal em caso de uma possível vitória do ex-presidente Lula nas eleições de 2022. Meirelles foi, por oito anos, presidente do Banco Central do Brasil nos dois mandatos do petista, entre 2003 e 2010, época em que o país alcançou os melhores índices econômicos das últimas duas décadas. Para Meirelles, a experiência que adquiriu ao longo dos anos não o permite trabalhar com hipóteses e por isso não perde tempo pensando em como poderia ser isso ou aquilo. “Eu me dedico a tomar decisões objetivas. Portanto, o negócio é não perder tempo com decisões sobre questões hipotéticas”, disse em entrevista à coluna Painel S.A, da jornalista Joana Cunha. Existe, em Goiás, essa dúvida quanto à possibilidade de Henrique Meirelles, em sendo eleito para o Senado, renunciar ao mandato para ocupar um cargo na equipe econômica do próximo governo, como aconteceu em 2002, quando foi eleito o deputado federal mais votado do estado e renunciou antes mesmo de assumir o mandato na Câmara dos Deputados para ser o presidente do Banco Central do governo Lula. Sobre isso, Meirelles pontua que, embora o Estado de Goiás tenha sido extremamente beneficiado com o seu trabalho à frente da política monetária brasileira no período em que esteve no Banco Central, não há, agora, a mínima possibilidade de deixar o cargo de senador, se eventualmente eleito, já que está convicto de que poderá contribuir sobremaneira com os interesses de Goiás e do Brasil na Câmara Alta, haja vista toda a sua experiência na área econômica. Sobre economia, Meirelles disse que Paulo Guedes, atual ministro da Economia, tem um grande problema com o Congresso, que é a falta de diálogo. Isso, diz o ex-presidente do Banco Central, acabou contribuindo para os péssimos resultados da economia brasileira. “O que existe, de fato, é uma situação em que a economia brasileira vai mal. Caiu 4,1% no ano passado, apesar de todo o auxílio emergencial etc. E esse ano tem um crescimento previsto que deve praticamente apenas compensar o que caiu em 2020, e vamos chegar ao fim do ano em um nível, digamos, talvez, cerca de 1%, no máximo, superior ao nível do início da crise da pandemia”, previu.
Fio Direto
Fazenda
Henrique Meirelles foi também ministro da Fazenda do Governo Temer, no período de maio de 2016 a abril de 2018. Na sua gestão, foi aprovado o teto de gastos, um novo regime fiscal que limita o crescimento das despesas do Governo por 20 anos. De acordo com a regra do teto de gastos, as despesas do ano seguinte estão limitadas às despesas do ano anterior corrigidas pelo IPCA.
Outros candidatos
Além de Henrique Meirelles (PSD), pelo menos outros três nomes já se lançaram pré-candidatos ao Senado por Goiás. Alexandre Baldy, presidente do PP em Goiás, deputado João Campos (Republicanos) e Luiz do Carmo (MDB), atual mandatário da cadeira que será disputada em 2022, mostram-se determinados a viabilizar suas candidaturas e buscam, a priori, um lugar na chapa majoritária de Ronaldo Caiado (DEM).
Pacheco
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD/MG), não decolou enquanto pré-candidato à presidência. Os últimos levantamentos dão a ele coisa de 1% das intenções de voto. O pessedista alcançou uma notoriedade quase instantânea ao vencer a disputa pela presidência do Senado Federal e passou a ser visto como forte candidato para representar a chamada 3ª via.
Pacheco II
Embora a maioria do Congresso entenda que Rodrigo Pacheco seja um político tecnicamente preparado e educado, o que agrada seus pares, algumas pautas negativas desgastaram o presidente do Senado, como, por exemplo, a defesa do orçamento secreto e o descumprimento do acordo sobre a PEC dos Precatórios, o que foi entendido como uma ‘rendição’ a Arthur Lira (PP/AL), presidente da Câmara.
Saia Justa
O ex-juiz Sérgio Moro (Podemos), pré-candidato a presidente da República, procurou minimizar a notícia do jornal Folha de São Paulo, de que o seu principal aliado, senador Álvaro Dias (Podemos/PR), teria recebido doação do doleiro Alberto Youssef, que chegou a ser preso pelo próprio Moro no curso da Operação Lava Jato. “Ninguém sabia quem era Alberto Youssef na época (1998)”, justificou.
Programa Social
O Governo de Goiás encerra dezembro contabilizando a entrega de quase 70 mil cartões do programa social Mães de Goiás, que prevê a concessão de uma ajuda mensal de R$ 250 para mães de crianças de zero a seis anos de idade e em situação de vulnerabilidade. Mães de 90 municípios goianos foram beneficiadas. Só em dezembro, foram entregues mais de 25,6 mil cartões em 33 cidades do Estado.
Lissauer destaca atuação de Caiado e parceria da Alego
O deputado estadual Lissauer Vieira (PSB), presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, em evento de entrega dos cartões Mães de Goiás, dessa vez na cidade de Aragoiânia, região Metropolitana da capital, pontuou que o governador Ronaldo Caiado (DEM) tem, com muita disposição, entregado ações por todo o Estado, incluindo programas sociais e obras estruturantes.
Vieira lembrou que a Alego tem sido parceira do governo em todas as matérias de interesse da população e que essa harmonia entre os poderes tem sido fundamental para que o povo goiano tenha as respostas que espera do poder público. “Saibam que em todas as matérias de interesse da população temos sido parceiros, no sentido de aprová-las e entregar os benefícios aos goianos”, frisou.
Linha cruzada
Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Previdência mostram que, de janeiro a novembro deste ano, o setor agropecuário goiano registrou crescimento na quantidade de trabalhadores formais. Foram 38.849 admissões contra 32.093 desligamentos, o que resultou num saldo de 6.756 postos (criação de novos empregos formais no campo). Atualmente, a agropecuária goiana tem 106.322 trabalhadores registrados. No fim de 2020, eram 99.566.