Quem são os potenciais candidatos a presidente
Redação DM
Publicado em 29 de novembro de 2021 às 13:50 | Atualizado há 2 anos
Doria vence prévias, prega união no PSDB e pede ajuda a outros partidos
O governador de São Paulo, João Doria venceu as prévias tucanas para a escolha do pré-candidato do PSDB à Presidência da República em 2022. O anúncio foi feito em Brasília, sábado, 27, pelo presidente nacional da legenda, Bruno Araújo. Doria obteve 53,99% dos votos tucanos, derrotando o governador gaúcho Eduardo Leite, que somou 44,66%, e o ex-senador Arthur Virgílio, com 1,35%. A escolha foi feita por 30 mil filiados que participaram do processo de forma presencial ou remota.
A decisão coloca fim à disputa interna e afunila ainda mais a busca entre os partidos do centro por uma terceira via.
Em seu discurso após o resultado, Doria pregou a união interna do partido e pediu ajuda das demais siglas de centro para a “consolidação” de um “melhor projeto” para o Brasil. “Ninguém faz nada sozinho. Precisaremos da ajuda de todos. Da união do Brasil. Da união do PSDB. Da união com outros líderes e partidos”, afirmou.
Diferentemente do que ocorreu no domingo, 21, quando o processo de votação foi suspenso em função de problemas técnicos no aplicativo original, a nova ferramenta funcionou bem ao longo deste sábado. Mesmo assim, Araújo afirmou que o sistema de segurança do novo aplicativo barrou 30 mil tentativas de invasão.
Em seu discurso, Doria ressaltou que não há derrotados no processo interno do PSDB e afirmou que o partido é que foi vitorioso e que estará unido na “construção de um melhor projeto para o País”. Na sequência, já apontou o rumo que sua eventual campanha deve tomar, o de ataque conjunto ao atual presidente, Jair Bolsonaro, e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ambos líderes das pesquisas de intenção de voto.
“Lula, você não terá em mim alguém complacente no debate. Fazer política pública aos mais pobres não dá a ninguém o direito de roubar”, afirmou.
Sobre Bolsonaro, o candidato que apoiou em 2018, Doria foi igualmente crítico. Disse que o presidente “vendeu um sonho e entregou um pesadelo” e que seu projeto irá vencer tanto a corrupção quanto a incompetência e o negacionismo.


Ex-Psol e Patriota, o folclórico ex-deputado federal evangélico Cabo Daciolo pretende repetir a dose e lançou-se novamente ao Planalto, na semana passada, em meio à temporada de anúncios de presidenciáveis, ao se filiar ao Brasil 35 (ex-Partido da Mulher Brasileira). Em 2018, Daciolo surpreendeu ao terminar a disputa em sexto lugar, à frente de figuras da elite política, como Henrique Meirelles (MDB), Marina Silva (Rede), Alvaro Dias (Podemos) e Guilherme Boulos (Psol).
A lista final dos que concorrerão em 2022 só será conhecida depois das convenções partidárias, a serem realizadas entre 20 de julho e 5 de agosto de 2022. A relação deve incluir nomes de última hora de partidos pequenos da direita ou da esquerda, como PCO e PSTU, ao passo que também tende a passar por um enxugamento – em virtude das chances apontadas pelas pesquisas eleitorais e da costura de alianças.
É o caso do apresentador de TV José Luiz Datena, que anunciou em seu programa que se filiará ao PSD para concorrer ao Senado por São Paulo. Datena, que havia sido lançado como presidenciável pelo PSL, não gostou de declarações em que o presidente do partido, Luciano Bivar, demonstrou simpatia pela candidatura de Sergio Moro. O apresentador também se dizia insatisfeito com os rumos da fusão com o DEM.
Em 2018, 13 candidatos concorreram à Presidência da República.
Doria vence prévias, prega união no PSDB e pede ajuda a outros partidos
O governador de São Paulo, João Doria venceu as prévias tucanas para a escolha do pré-candidato do PSDB à Presidência da República em 2022. O anúncio foi feito em Brasília, sábado, 27, pelo presidente nacional da legenda, Bruno Araújo. Doria obteve 53,99% dos votos tucanos, derrotando o governador gaúcho Eduardo Leite, que somou 44,66%, e o ex-senador Arthur Virgílio, com 1,35%. A escolha foi feita por 30 mil filiados que participaram do processo de forma presencial ou remota.
A decisão coloca fim à disputa interna e afunila ainda mais a busca entre os partidos do centro por uma terceira via.
Em seu discurso após o resultado, Doria pregou a união interna do partido e pediu ajuda das demais siglas de centro para a “consolidação” de um “melhor projeto” para o Brasil. “Ninguém faz nada sozinho. Precisaremos da ajuda de todos. Da união do Brasil. Da união do PSDB. Da união com outros líderes e partidos”, afirmou.
Diferentemente do que ocorreu no domingo, 21, quando o processo de votação foi suspenso em função de problemas técnicos no aplicativo original, a nova ferramenta funcionou bem ao longo deste sábado. Mesmo assim, Araújo afirmou que o sistema de segurança do novo aplicativo barrou 30 mil tentativas de invasão.
Em seu discurso, Doria ressaltou que não há derrotados no processo interno do PSDB e afirmou que o partido é que foi vitorioso e que estará unido na “construção de um melhor projeto para o País”. Na sequência, já apontou o rumo que sua eventual campanha deve tomar, o de ataque conjunto ao atual presidente, Jair Bolsonaro, e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ambos líderes das pesquisas de intenção de voto.
“Lula, você não terá em mim alguém complacente no debate. Fazer política pública aos mais pobres não dá a ninguém o direito de roubar”, afirmou.
Sobre Bolsonaro, o candidato que apoiou em 2018, Doria foi igualmente crítico. Disse que o presidente “vendeu um sonho e entregou um pesadelo” e que seu projeto irá vencer tanto a corrupção quanto a incompetência e o negacionismo.


Pela primeira vez desde 2006, o Psol deve abrir mão de lançar candidato ao Planalto para apoiar Lula, mesmo caminho que será adotado por partidos do campo progressista como PSB e PCdoB.

Ex-Psol e Patriota, o folclórico ex-deputado federal evangélico Cabo Daciolo pretende repetir a dose e lançou-se novamente ao Planalto, na semana passada, em meio à temporada de anúncios de presidenciáveis, ao se filiar ao Brasil 35 (ex-Partido da Mulher Brasileira). Em 2018, Daciolo surpreendeu ao terminar a disputa em sexto lugar, à frente de figuras da elite política, como Henrique Meirelles (MDB), Marina Silva (Rede), Alvaro Dias (Podemos) e Guilherme Boulos (Psol).
A lista final dos que concorrerão em 2022 só será conhecida depois das convenções partidárias, a serem realizadas entre 20 de julho e 5 de agosto de 2022. A relação deve incluir nomes de última hora de partidos pequenos da direita ou da esquerda, como PCO e PSTU, ao passo que também tende a passar por um enxugamento – em virtude das chances apontadas pelas pesquisas eleitorais e da costura de alianças.
É o caso do apresentador de TV José Luiz Datena, que anunciou em seu programa que se filiará ao PSD para concorrer ao Senado por São Paulo. Datena, que havia sido lançado como presidenciável pelo PSL, não gostou de declarações em que o presidente do partido, Luciano Bivar, demonstrou simpatia pela candidatura de Sergio Moro. O apresentador também se dizia insatisfeito com os rumos da fusão com o DEM.
Em 2018, 13 candidatos concorreram à Presidência da República.
Doria vence prévias, prega união no PSDB e pede ajuda a outros partidos
O governador de São Paulo, João Doria venceu as prévias tucanas para a escolha do pré-candidato do PSDB à Presidência da República em 2022. O anúncio foi feito em Brasília, sábado, 27, pelo presidente nacional da legenda, Bruno Araújo. Doria obteve 53,99% dos votos tucanos, derrotando o governador gaúcho Eduardo Leite, que somou 44,66%, e o ex-senador Arthur Virgílio, com 1,35%. A escolha foi feita por 30 mil filiados que participaram do processo de forma presencial ou remota.
A decisão coloca fim à disputa interna e afunila ainda mais a busca entre os partidos do centro por uma terceira via.
Em seu discurso após o resultado, Doria pregou a união interna do partido e pediu ajuda das demais siglas de centro para a “consolidação” de um “melhor projeto” para o Brasil. “Ninguém faz nada sozinho. Precisaremos da ajuda de todos. Da união do Brasil. Da união do PSDB. Da união com outros líderes e partidos”, afirmou.
Diferentemente do que ocorreu no domingo, 21, quando o processo de votação foi suspenso em função de problemas técnicos no aplicativo original, a nova ferramenta funcionou bem ao longo deste sábado. Mesmo assim, Araújo afirmou que o sistema de segurança do novo aplicativo barrou 30 mil tentativas de invasão.
Em seu discurso, Doria ressaltou que não há derrotados no processo interno do PSDB e afirmou que o partido é que foi vitorioso e que estará unido na “construção de um melhor projeto para o País”. Na sequência, já apontou o rumo que sua eventual campanha deve tomar, o de ataque conjunto ao atual presidente, Jair Bolsonaro, e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ambos líderes das pesquisas de intenção de voto.
“Lula, você não terá em mim alguém complacente no debate. Fazer política pública aos mais pobres não dá a ninguém o direito de roubar”, afirmou.
Sobre Bolsonaro, o candidato que apoiou em 2018, Doria foi igualmente crítico. Disse que o presidente “vendeu um sonho e entregou um pesadelo” e que seu projeto irá vencer tanto a corrupção quanto a incompetência e o negacionismo.


Pela esquerda, mas com acenos à direita, o único que busca enfrentar a hegemonia do PT é o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), que já concorreu à Presidência em 1998, 2002 e 2018.

Pela primeira vez desde 2006, o Psol deve abrir mão de lançar candidato ao Planalto para apoiar Lula, mesmo caminho que será adotado por partidos do campo progressista como PSB e PCdoB.

Ex-Psol e Patriota, o folclórico ex-deputado federal evangélico Cabo Daciolo pretende repetir a dose e lançou-se novamente ao Planalto, na semana passada, em meio à temporada de anúncios de presidenciáveis, ao se filiar ao Brasil 35 (ex-Partido da Mulher Brasileira). Em 2018, Daciolo surpreendeu ao terminar a disputa em sexto lugar, à frente de figuras da elite política, como Henrique Meirelles (MDB), Marina Silva (Rede), Alvaro Dias (Podemos) e Guilherme Boulos (Psol).
A lista final dos que concorrerão em 2022 só será conhecida depois das convenções partidárias, a serem realizadas entre 20 de julho e 5 de agosto de 2022. A relação deve incluir nomes de última hora de partidos pequenos da direita ou da esquerda, como PCO e PSTU, ao passo que também tende a passar por um enxugamento – em virtude das chances apontadas pelas pesquisas eleitorais e da costura de alianças.
É o caso do apresentador de TV José Luiz Datena, que anunciou em seu programa que se filiará ao PSD para concorrer ao Senado por São Paulo. Datena, que havia sido lançado como presidenciável pelo PSL, não gostou de declarações em que o presidente do partido, Luciano Bivar, demonstrou simpatia pela candidatura de Sergio Moro. O apresentador também se dizia insatisfeito com os rumos da fusão com o DEM.
Em 2018, 13 candidatos concorreram à Presidência da República.
Doria vence prévias, prega união no PSDB e pede ajuda a outros partidos
O governador de São Paulo, João Doria venceu as prévias tucanas para a escolha do pré-candidato do PSDB à Presidência da República em 2022. O anúncio foi feito em Brasília, sábado, 27, pelo presidente nacional da legenda, Bruno Araújo. Doria obteve 53,99% dos votos tucanos, derrotando o governador gaúcho Eduardo Leite, que somou 44,66%, e o ex-senador Arthur Virgílio, com 1,35%. A escolha foi feita por 30 mil filiados que participaram do processo de forma presencial ou remota.
A decisão coloca fim à disputa interna e afunila ainda mais a busca entre os partidos do centro por uma terceira via.
Em seu discurso após o resultado, Doria pregou a união interna do partido e pediu ajuda das demais siglas de centro para a “consolidação” de um “melhor projeto” para o Brasil. “Ninguém faz nada sozinho. Precisaremos da ajuda de todos. Da união do Brasil. Da união do PSDB. Da união com outros líderes e partidos”, afirmou.
Diferentemente do que ocorreu no domingo, 21, quando o processo de votação foi suspenso em função de problemas técnicos no aplicativo original, a nova ferramenta funcionou bem ao longo deste sábado. Mesmo assim, Araújo afirmou que o sistema de segurança do novo aplicativo barrou 30 mil tentativas de invasão.
Em seu discurso, Doria ressaltou que não há derrotados no processo interno do PSDB e afirmou que o partido é que foi vitorioso e que estará unido na “construção de um melhor projeto para o País”. Na sequência, já apontou o rumo que sua eventual campanha deve tomar, o de ataque conjunto ao atual presidente, Jair Bolsonaro, e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ambos líderes das pesquisas de intenção de voto.
“Lula, você não terá em mim alguém complacente no debate. Fazer política pública aos mais pobres não dá a ninguém o direito de roubar”, afirmou.
Sobre Bolsonaro, o candidato que apoiou em 2018, Doria foi igualmente crítico. Disse que o presidente “vendeu um sonho e entregou um pesadelo” e que seu projeto irá vencer tanto a corrupção quanto a incompetência e o negacionismo.


No centro, há ainda o nome do senador Alexandro Vieira (SE), cuja pré-candidatura foi aprovada em setembro pela direção do Cidadania.

Pela esquerda, mas com acenos à direita, o único que busca enfrentar a hegemonia do PT é o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), que já concorreu à Presidência em 1998, 2002 e 2018.

Pela primeira vez desde 2006, o Psol deve abrir mão de lançar candidato ao Planalto para apoiar Lula, mesmo caminho que será adotado por partidos do campo progressista como PSB e PCdoB.

Ex-Psol e Patriota, o folclórico ex-deputado federal evangélico Cabo Daciolo pretende repetir a dose e lançou-se novamente ao Planalto, na semana passada, em meio à temporada de anúncios de presidenciáveis, ao se filiar ao Brasil 35 (ex-Partido da Mulher Brasileira). Em 2018, Daciolo surpreendeu ao terminar a disputa em sexto lugar, à frente de figuras da elite política, como Henrique Meirelles (MDB), Marina Silva (Rede), Alvaro Dias (Podemos) e Guilherme Boulos (Psol).
A lista final dos que concorrerão em 2022 só será conhecida depois das convenções partidárias, a serem realizadas entre 20 de julho e 5 de agosto de 2022. A relação deve incluir nomes de última hora de partidos pequenos da direita ou da esquerda, como PCO e PSTU, ao passo que também tende a passar por um enxugamento – em virtude das chances apontadas pelas pesquisas eleitorais e da costura de alianças.
É o caso do apresentador de TV José Luiz Datena, que anunciou em seu programa que se filiará ao PSD para concorrer ao Senado por São Paulo. Datena, que havia sido lançado como presidenciável pelo PSL, não gostou de declarações em que o presidente do partido, Luciano Bivar, demonstrou simpatia pela candidatura de Sergio Moro. O apresentador também se dizia insatisfeito com os rumos da fusão com o DEM.
Em 2018, 13 candidatos concorreram à Presidência da República.
Doria vence prévias, prega união no PSDB e pede ajuda a outros partidos
O governador de São Paulo, João Doria venceu as prévias tucanas para a escolha do pré-candidato do PSDB à Presidência da República em 2022. O anúncio foi feito em Brasília, sábado, 27, pelo presidente nacional da legenda, Bruno Araújo. Doria obteve 53,99% dos votos tucanos, derrotando o governador gaúcho Eduardo Leite, que somou 44,66%, e o ex-senador Arthur Virgílio, com 1,35%. A escolha foi feita por 30 mil filiados que participaram do processo de forma presencial ou remota.
A decisão coloca fim à disputa interna e afunila ainda mais a busca entre os partidos do centro por uma terceira via.
Em seu discurso após o resultado, Doria pregou a união interna do partido e pediu ajuda das demais siglas de centro para a “consolidação” de um “melhor projeto” para o Brasil. “Ninguém faz nada sozinho. Precisaremos da ajuda de todos. Da união do Brasil. Da união do PSDB. Da união com outros líderes e partidos”, afirmou.
Diferentemente do que ocorreu no domingo, 21, quando o processo de votação foi suspenso em função de problemas técnicos no aplicativo original, a nova ferramenta funcionou bem ao longo deste sábado. Mesmo assim, Araújo afirmou que o sistema de segurança do novo aplicativo barrou 30 mil tentativas de invasão.
Em seu discurso, Doria ressaltou que não há derrotados no processo interno do PSDB e afirmou que o partido é que foi vitorioso e que estará unido na “construção de um melhor projeto para o País”. Na sequência, já apontou o rumo que sua eventual campanha deve tomar, o de ataque conjunto ao atual presidente, Jair Bolsonaro, e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ambos líderes das pesquisas de intenção de voto.
“Lula, você não terá em mim alguém complacente no debate. Fazer política pública aos mais pobres não dá a ninguém o direito de roubar”, afirmou.
Sobre Bolsonaro, o candidato que apoiou em 2018, Doria foi igualmente crítico. Disse que o presidente “vendeu um sonho e entregou um pesadelo” e que seu projeto irá vencer tanto a corrupção quanto a incompetência e o negacionismo.


Com a maior rejeição entre todos os pré-candidatos, no entanto, Bolsonaro – que acertou filiação ao PL – vê esse capital eleitoral ameaçado pela concentração de concorrentes no campo da direita, centro direita e centro.
É o caso de Luiz Henrique Mandetta, outro egresso de seu governo. O ex-ministro da Saúde é o pré-candidato do União Brasil, fruto da fusão em curso entre o DEM e o PSL, sigla pela qual Bolsonaro se elegeu em 2018 mas de onde saiu após perder a briga pelo controle partidário.

No centro, há ainda o nome do senador Alexandro Vieira (SE), cuja pré-candidatura foi aprovada em setembro pela direção do Cidadania.

Pela esquerda, mas com acenos à direita, o único que busca enfrentar a hegemonia do PT é o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), que já concorreu à Presidência em 1998, 2002 e 2018.

Pela primeira vez desde 2006, o Psol deve abrir mão de lançar candidato ao Planalto para apoiar Lula, mesmo caminho que será adotado por partidos do campo progressista como PSB e PCdoB.

Ex-Psol e Patriota, o folclórico ex-deputado federal evangélico Cabo Daciolo pretende repetir a dose e lançou-se novamente ao Planalto, na semana passada, em meio à temporada de anúncios de presidenciáveis, ao se filiar ao Brasil 35 (ex-Partido da Mulher Brasileira). Em 2018, Daciolo surpreendeu ao terminar a disputa em sexto lugar, à frente de figuras da elite política, como Henrique Meirelles (MDB), Marina Silva (Rede), Alvaro Dias (Podemos) e Guilherme Boulos (Psol).
A lista final dos que concorrerão em 2022 só será conhecida depois das convenções partidárias, a serem realizadas entre 20 de julho e 5 de agosto de 2022. A relação deve incluir nomes de última hora de partidos pequenos da direita ou da esquerda, como PCO e PSTU, ao passo que também tende a passar por um enxugamento – em virtude das chances apontadas pelas pesquisas eleitorais e da costura de alianças.
É o caso do apresentador de TV José Luiz Datena, que anunciou em seu programa que se filiará ao PSD para concorrer ao Senado por São Paulo. Datena, que havia sido lançado como presidenciável pelo PSL, não gostou de declarações em que o presidente do partido, Luciano Bivar, demonstrou simpatia pela candidatura de Sergio Moro. O apresentador também se dizia insatisfeito com os rumos da fusão com o DEM.
Em 2018, 13 candidatos concorreram à Presidência da República.
Doria vence prévias, prega união no PSDB e pede ajuda a outros partidos
O governador de São Paulo, João Doria venceu as prévias tucanas para a escolha do pré-candidato do PSDB à Presidência da República em 2022. O anúncio foi feito em Brasília, sábado, 27, pelo presidente nacional da legenda, Bruno Araújo. Doria obteve 53,99% dos votos tucanos, derrotando o governador gaúcho Eduardo Leite, que somou 44,66%, e o ex-senador Arthur Virgílio, com 1,35%. A escolha foi feita por 30 mil filiados que participaram do processo de forma presencial ou remota.
A decisão coloca fim à disputa interna e afunila ainda mais a busca entre os partidos do centro por uma terceira via.
Em seu discurso após o resultado, Doria pregou a união interna do partido e pediu ajuda das demais siglas de centro para a “consolidação” de um “melhor projeto” para o Brasil. “Ninguém faz nada sozinho. Precisaremos da ajuda de todos. Da união do Brasil. Da união do PSDB. Da união com outros líderes e partidos”, afirmou.
Diferentemente do que ocorreu no domingo, 21, quando o processo de votação foi suspenso em função de problemas técnicos no aplicativo original, a nova ferramenta funcionou bem ao longo deste sábado. Mesmo assim, Araújo afirmou que o sistema de segurança do novo aplicativo barrou 30 mil tentativas de invasão.
Em seu discurso, Doria ressaltou que não há derrotados no processo interno do PSDB e afirmou que o partido é que foi vitorioso e que estará unido na “construção de um melhor projeto para o País”. Na sequência, já apontou o rumo que sua eventual campanha deve tomar, o de ataque conjunto ao atual presidente, Jair Bolsonaro, e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ambos líderes das pesquisas de intenção de voto.
“Lula, você não terá em mim alguém complacente no debate. Fazer política pública aos mais pobres não dá a ninguém o direito de roubar”, afirmou.
Sobre Bolsonaro, o candidato que apoiou em 2018, Doria foi igualmente crítico. Disse que o presidente “vendeu um sonho e entregou um pesadelo” e que seu projeto irá vencer tanto a corrupção quanto a incompetência e o negacionismo.


Ao menos por enquanto, os esforços de união da chamada terceira via não se concretizaram, o que favorece a polarização entre Lula, à esquerda, e Bolsonaro, que retém parte substancial dos votos dos eleitores da direita.

Com a maior rejeição entre todos os pré-candidatos, no entanto, Bolsonaro – que acertou filiação ao PL – vê esse capital eleitoral ameaçado pela concentração de concorrentes no campo da direita, centro direita e centro.
É o caso de Luiz Henrique Mandetta, outro egresso de seu governo. O ex-ministro da Saúde é o pré-candidato do União Brasil, fruto da fusão em curso entre o DEM e o PSL, sigla pela qual Bolsonaro se elegeu em 2018 mas de onde saiu após perder a briga pelo controle partidário.

No centro, há ainda o nome do senador Alexandro Vieira (SE), cuja pré-candidatura foi aprovada em setembro pela direção do Cidadania.

Pela esquerda, mas com acenos à direita, o único que busca enfrentar a hegemonia do PT é o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), que já concorreu à Presidência em 1998, 2002 e 2018.

Pela primeira vez desde 2006, o Psol deve abrir mão de lançar candidato ao Planalto para apoiar Lula, mesmo caminho que será adotado por partidos do campo progressista como PSB e PCdoB.

Ex-Psol e Patriota, o folclórico ex-deputado federal evangélico Cabo Daciolo pretende repetir a dose e lançou-se novamente ao Planalto, na semana passada, em meio à temporada de anúncios de presidenciáveis, ao se filiar ao Brasil 35 (ex-Partido da Mulher Brasileira). Em 2018, Daciolo surpreendeu ao terminar a disputa em sexto lugar, à frente de figuras da elite política, como Henrique Meirelles (MDB), Marina Silva (Rede), Alvaro Dias (Podemos) e Guilherme Boulos (Psol).
A lista final dos que concorrerão em 2022 só será conhecida depois das convenções partidárias, a serem realizadas entre 20 de julho e 5 de agosto de 2022. A relação deve incluir nomes de última hora de partidos pequenos da direita ou da esquerda, como PCO e PSTU, ao passo que também tende a passar por um enxugamento – em virtude das chances apontadas pelas pesquisas eleitorais e da costura de alianças.
É o caso do apresentador de TV José Luiz Datena, que anunciou em seu programa que se filiará ao PSD para concorrer ao Senado por São Paulo. Datena, que havia sido lançado como presidenciável pelo PSL, não gostou de declarações em que o presidente do partido, Luciano Bivar, demonstrou simpatia pela candidatura de Sergio Moro. O apresentador também se dizia insatisfeito com os rumos da fusão com o DEM.
Em 2018, 13 candidatos concorreram à Presidência da República.
Doria vence prévias, prega união no PSDB e pede ajuda a outros partidos
O governador de São Paulo, João Doria venceu as prévias tucanas para a escolha do pré-candidato do PSDB à Presidência da República em 2022. O anúncio foi feito em Brasília, sábado, 27, pelo presidente nacional da legenda, Bruno Araújo. Doria obteve 53,99% dos votos tucanos, derrotando o governador gaúcho Eduardo Leite, que somou 44,66%, e o ex-senador Arthur Virgílio, com 1,35%. A escolha foi feita por 30 mil filiados que participaram do processo de forma presencial ou remota.
A decisão coloca fim à disputa interna e afunila ainda mais a busca entre os partidos do centro por uma terceira via.
Em seu discurso após o resultado, Doria pregou a união interna do partido e pediu ajuda das demais siglas de centro para a “consolidação” de um “melhor projeto” para o Brasil. “Ninguém faz nada sozinho. Precisaremos da ajuda de todos. Da união do Brasil. Da união do PSDB. Da união com outros líderes e partidos”, afirmou.
Diferentemente do que ocorreu no domingo, 21, quando o processo de votação foi suspenso em função de problemas técnicos no aplicativo original, a nova ferramenta funcionou bem ao longo deste sábado. Mesmo assim, Araújo afirmou que o sistema de segurança do novo aplicativo barrou 30 mil tentativas de invasão.
Em seu discurso, Doria ressaltou que não há derrotados no processo interno do PSDB e afirmou que o partido é que foi vitorioso e que estará unido na “construção de um melhor projeto para o País”. Na sequência, já apontou o rumo que sua eventual campanha deve tomar, o de ataque conjunto ao atual presidente, Jair Bolsonaro, e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ambos líderes das pesquisas de intenção de voto.
“Lula, você não terá em mim alguém complacente no debate. Fazer política pública aos mais pobres não dá a ninguém o direito de roubar”, afirmou.
Sobre Bolsonaro, o candidato que apoiou em 2018, Doria foi igualmente crítico. Disse que o presidente “vendeu um sonho e entregou um pesadelo” e que seu projeto irá vencer tanto a corrupção quanto a incompetência e o negacionismo.


A fragmentação da disputa tende a aumentar, uma vez que a direção do MDB também prepara para os próximos dias o lançamento da senadora Simone Tebet (MS), o que elevaria o número a 11 postulantes principais.

Ao menos por enquanto, os esforços de união da chamada terceira via não se concretizaram, o que favorece a polarização entre Lula, à esquerda, e Bolsonaro, que retém parte substancial dos votos dos eleitores da direita.

Com a maior rejeição entre todos os pré-candidatos, no entanto, Bolsonaro – que acertou filiação ao PL – vê esse capital eleitoral ameaçado pela concentração de concorrentes no campo da direita, centro direita e centro.
É o caso de Luiz Henrique Mandetta, outro egresso de seu governo. O ex-ministro da Saúde é o pré-candidato do União Brasil, fruto da fusão em curso entre o DEM e o PSL, sigla pela qual Bolsonaro se elegeu em 2018 mas de onde saiu após perder a briga pelo controle partidário.

No centro, há ainda o nome do senador Alexandro Vieira (SE), cuja pré-candidatura foi aprovada em setembro pela direção do Cidadania.

Pela esquerda, mas com acenos à direita, o único que busca enfrentar a hegemonia do PT é o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), que já concorreu à Presidência em 1998, 2002 e 2018.

Pela primeira vez desde 2006, o Psol deve abrir mão de lançar candidato ao Planalto para apoiar Lula, mesmo caminho que será adotado por partidos do campo progressista como PSB e PCdoB.

Ex-Psol e Patriota, o folclórico ex-deputado federal evangélico Cabo Daciolo pretende repetir a dose e lançou-se novamente ao Planalto, na semana passada, em meio à temporada de anúncios de presidenciáveis, ao se filiar ao Brasil 35 (ex-Partido da Mulher Brasileira). Em 2018, Daciolo surpreendeu ao terminar a disputa em sexto lugar, à frente de figuras da elite política, como Henrique Meirelles (MDB), Marina Silva (Rede), Alvaro Dias (Podemos) e Guilherme Boulos (Psol).
A lista final dos que concorrerão em 2022 só será conhecida depois das convenções partidárias, a serem realizadas entre 20 de julho e 5 de agosto de 2022. A relação deve incluir nomes de última hora de partidos pequenos da direita ou da esquerda, como PCO e PSTU, ao passo que também tende a passar por um enxugamento – em virtude das chances apontadas pelas pesquisas eleitorais e da costura de alianças.
É o caso do apresentador de TV José Luiz Datena, que anunciou em seu programa que se filiará ao PSD para concorrer ao Senado por São Paulo. Datena, que havia sido lançado como presidenciável pelo PSL, não gostou de declarações em que o presidente do partido, Luciano Bivar, demonstrou simpatia pela candidatura de Sergio Moro. O apresentador também se dizia insatisfeito com os rumos da fusão com o DEM.
Em 2018, 13 candidatos concorreram à Presidência da República.
Doria vence prévias, prega união no PSDB e pede ajuda a outros partidos
O governador de São Paulo, João Doria venceu as prévias tucanas para a escolha do pré-candidato do PSDB à Presidência da República em 2022. O anúncio foi feito em Brasília, sábado, 27, pelo presidente nacional da legenda, Bruno Araújo. Doria obteve 53,99% dos votos tucanos, derrotando o governador gaúcho Eduardo Leite, que somou 44,66%, e o ex-senador Arthur Virgílio, com 1,35%. A escolha foi feita por 30 mil filiados que participaram do processo de forma presencial ou remota.
A decisão coloca fim à disputa interna e afunila ainda mais a busca entre os partidos do centro por uma terceira via.
Em seu discurso após o resultado, Doria pregou a união interna do partido e pediu ajuda das demais siglas de centro para a “consolidação” de um “melhor projeto” para o Brasil. “Ninguém faz nada sozinho. Precisaremos da ajuda de todos. Da união do Brasil. Da união do PSDB. Da união com outros líderes e partidos”, afirmou.
Diferentemente do que ocorreu no domingo, 21, quando o processo de votação foi suspenso em função de problemas técnicos no aplicativo original, a nova ferramenta funcionou bem ao longo deste sábado. Mesmo assim, Araújo afirmou que o sistema de segurança do novo aplicativo barrou 30 mil tentativas de invasão.
Em seu discurso, Doria ressaltou que não há derrotados no processo interno do PSDB e afirmou que o partido é que foi vitorioso e que estará unido na “construção de um melhor projeto para o País”. Na sequência, já apontou o rumo que sua eventual campanha deve tomar, o de ataque conjunto ao atual presidente, Jair Bolsonaro, e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ambos líderes das pesquisas de intenção de voto.
“Lula, você não terá em mim alguém complacente no debate. Fazer política pública aos mais pobres não dá a ninguém o direito de roubar”, afirmou.
Sobre Bolsonaro, o candidato que apoiou em 2018, Doria foi igualmente crítico. Disse que o presidente “vendeu um sonho e entregou um pesadelo” e que seu projeto irá vencer tanto a corrupção quanto a incompetência e o negacionismo.


Neste sábado (21), o PSDB escolheu o governador de São Paulo João Doria como candidato ao Palácio do Planalto, por meio de prévias, derrotando o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite e o ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio.

A fragmentação da disputa tende a aumentar, uma vez que a direção do MDB também prepara para os próximos dias o lançamento da senadora Simone Tebet (MS), o que elevaria o número a 11 postulantes principais.

Ao menos por enquanto, os esforços de união da chamada terceira via não se concretizaram, o que favorece a polarização entre Lula, à esquerda, e Bolsonaro, que retém parte substancial dos votos dos eleitores da direita.

Com a maior rejeição entre todos os pré-candidatos, no entanto, Bolsonaro – que acertou filiação ao PL – vê esse capital eleitoral ameaçado pela concentração de concorrentes no campo da direita, centro direita e centro.
É o caso de Luiz Henrique Mandetta, outro egresso de seu governo. O ex-ministro da Saúde é o pré-candidato do União Brasil, fruto da fusão em curso entre o DEM e o PSL, sigla pela qual Bolsonaro se elegeu em 2018 mas de onde saiu após perder a briga pelo controle partidário.

No centro, há ainda o nome do senador Alexandro Vieira (SE), cuja pré-candidatura foi aprovada em setembro pela direção do Cidadania.

Pela esquerda, mas com acenos à direita, o único que busca enfrentar a hegemonia do PT é o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), que já concorreu à Presidência em 1998, 2002 e 2018.

Pela primeira vez desde 2006, o Psol deve abrir mão de lançar candidato ao Planalto para apoiar Lula, mesmo caminho que será adotado por partidos do campo progressista como PSB e PCdoB.

Ex-Psol e Patriota, o folclórico ex-deputado federal evangélico Cabo Daciolo pretende repetir a dose e lançou-se novamente ao Planalto, na semana passada, em meio à temporada de anúncios de presidenciáveis, ao se filiar ao Brasil 35 (ex-Partido da Mulher Brasileira). Em 2018, Daciolo surpreendeu ao terminar a disputa em sexto lugar, à frente de figuras da elite política, como Henrique Meirelles (MDB), Marina Silva (Rede), Alvaro Dias (Podemos) e Guilherme Boulos (Psol).
A lista final dos que concorrerão em 2022 só será conhecida depois das convenções partidárias, a serem realizadas entre 20 de julho e 5 de agosto de 2022. A relação deve incluir nomes de última hora de partidos pequenos da direita ou da esquerda, como PCO e PSTU, ao passo que também tende a passar por um enxugamento – em virtude das chances apontadas pelas pesquisas eleitorais e da costura de alianças.
É o caso do apresentador de TV José Luiz Datena, que anunciou em seu programa que se filiará ao PSD para concorrer ao Senado por São Paulo. Datena, que havia sido lançado como presidenciável pelo PSL, não gostou de declarações em que o presidente do partido, Luciano Bivar, demonstrou simpatia pela candidatura de Sergio Moro. O apresentador também se dizia insatisfeito com os rumos da fusão com o DEM.
Em 2018, 13 candidatos concorreram à Presidência da República.
Doria vence prévias, prega união no PSDB e pede ajuda a outros partidos
O governador de São Paulo, João Doria venceu as prévias tucanas para a escolha do pré-candidato do PSDB à Presidência da República em 2022. O anúncio foi feito em Brasília, sábado, 27, pelo presidente nacional da legenda, Bruno Araújo. Doria obteve 53,99% dos votos tucanos, derrotando o governador gaúcho Eduardo Leite, que somou 44,66%, e o ex-senador Arthur Virgílio, com 1,35%. A escolha foi feita por 30 mil filiados que participaram do processo de forma presencial ou remota.
A decisão coloca fim à disputa interna e afunila ainda mais a busca entre os partidos do centro por uma terceira via.
Em seu discurso após o resultado, Doria pregou a união interna do partido e pediu ajuda das demais siglas de centro para a “consolidação” de um “melhor projeto” para o Brasil. “Ninguém faz nada sozinho. Precisaremos da ajuda de todos. Da união do Brasil. Da união do PSDB. Da união com outros líderes e partidos”, afirmou.
Diferentemente do que ocorreu no domingo, 21, quando o processo de votação foi suspenso em função de problemas técnicos no aplicativo original, a nova ferramenta funcionou bem ao longo deste sábado. Mesmo assim, Araújo afirmou que o sistema de segurança do novo aplicativo barrou 30 mil tentativas de invasão.
Em seu discurso, Doria ressaltou que não há derrotados no processo interno do PSDB e afirmou que o partido é que foi vitorioso e que estará unido na “construção de um melhor projeto para o País”. Na sequência, já apontou o rumo que sua eventual campanha deve tomar, o de ataque conjunto ao atual presidente, Jair Bolsonaro, e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ambos líderes das pesquisas de intenção de voto.
“Lula, você não terá em mim alguém complacente no debate. Fazer política pública aos mais pobres não dá a ninguém o direito de roubar”, afirmou.
Sobre Bolsonaro, o candidato que apoiou em 2018, Doria foi igualmente crítico. Disse que o presidente “vendeu um sonho e entregou um pesadelo” e que seu projeto irá vencer tanto a corrupção quanto a incompetência e o negacionismo.


As atenções agora estão voltadas para a filiação do ex-juiz federal Sergio Moro ao Podemos, o que põe fim às dúvidas de sua pretensão de concorrer à Presidência. Desafeto de Jair Bolsonaro, de quem foi ministro da Justiça, e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os dois líderes nas pesquisas, Moro também considera uma vaga ao Senado, mas seu plano A é o cargo máximo da República.

Neste sábado (21), o PSDB escolheu o governador de São Paulo João Doria como candidato ao Palácio do Planalto, por meio de prévias, derrotando o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite e o ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio.

A fragmentação da disputa tende a aumentar, uma vez que a direção do MDB também prepara para os próximos dias o lançamento da senadora Simone Tebet (MS), o que elevaria o número a 11 postulantes principais.

Ao menos por enquanto, os esforços de união da chamada terceira via não se concretizaram, o que favorece a polarização entre Lula, à esquerda, e Bolsonaro, que retém parte substancial dos votos dos eleitores da direita.

Com a maior rejeição entre todos os pré-candidatos, no entanto, Bolsonaro – que acertou filiação ao PL – vê esse capital eleitoral ameaçado pela concentração de concorrentes no campo da direita, centro direita e centro.
É o caso de Luiz Henrique Mandetta, outro egresso de seu governo. O ex-ministro da Saúde é o pré-candidato do União Brasil, fruto da fusão em curso entre o DEM e o PSL, sigla pela qual Bolsonaro se elegeu em 2018 mas de onde saiu após perder a briga pelo controle partidário.

No centro, há ainda o nome do senador Alexandro Vieira (SE), cuja pré-candidatura foi aprovada em setembro pela direção do Cidadania.

Pela esquerda, mas com acenos à direita, o único que busca enfrentar a hegemonia do PT é o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), que já concorreu à Presidência em 1998, 2002 e 2018.

Pela primeira vez desde 2006, o Psol deve abrir mão de lançar candidato ao Planalto para apoiar Lula, mesmo caminho que será adotado por partidos do campo progressista como PSB e PCdoB.

Ex-Psol e Patriota, o folclórico ex-deputado federal evangélico Cabo Daciolo pretende repetir a dose e lançou-se novamente ao Planalto, na semana passada, em meio à temporada de anúncios de presidenciáveis, ao se filiar ao Brasil 35 (ex-Partido da Mulher Brasileira). Em 2018, Daciolo surpreendeu ao terminar a disputa em sexto lugar, à frente de figuras da elite política, como Henrique Meirelles (MDB), Marina Silva (Rede), Alvaro Dias (Podemos) e Guilherme Boulos (Psol).
A lista final dos que concorrerão em 2022 só será conhecida depois das convenções partidárias, a serem realizadas entre 20 de julho e 5 de agosto de 2022. A relação deve incluir nomes de última hora de partidos pequenos da direita ou da esquerda, como PCO e PSTU, ao passo que também tende a passar por um enxugamento – em virtude das chances apontadas pelas pesquisas eleitorais e da costura de alianças.
É o caso do apresentador de TV José Luiz Datena, que anunciou em seu programa que se filiará ao PSD para concorrer ao Senado por São Paulo. Datena, que havia sido lançado como presidenciável pelo PSL, não gostou de declarações em que o presidente do partido, Luciano Bivar, demonstrou simpatia pela candidatura de Sergio Moro. O apresentador também se dizia insatisfeito com os rumos da fusão com o DEM.
Em 2018, 13 candidatos concorreram à Presidência da República.
Doria vence prévias, prega união no PSDB e pede ajuda a outros partidos
O governador de São Paulo, João Doria venceu as prévias tucanas para a escolha do pré-candidato do PSDB à Presidência da República em 2022. O anúncio foi feito em Brasília, sábado, 27, pelo presidente nacional da legenda, Bruno Araújo. Doria obteve 53,99% dos votos tucanos, derrotando o governador gaúcho Eduardo Leite, que somou 44,66%, e o ex-senador Arthur Virgílio, com 1,35%. A escolha foi feita por 30 mil filiados que participaram do processo de forma presencial ou remota.
A decisão coloca fim à disputa interna e afunila ainda mais a busca entre os partidos do centro por uma terceira via.
Em seu discurso após o resultado, Doria pregou a união interna do partido e pediu ajuda das demais siglas de centro para a “consolidação” de um “melhor projeto” para o Brasil. “Ninguém faz nada sozinho. Precisaremos da ajuda de todos. Da união do Brasil. Da união do PSDB. Da união com outros líderes e partidos”, afirmou.
Diferentemente do que ocorreu no domingo, 21, quando o processo de votação foi suspenso em função de problemas técnicos no aplicativo original, a nova ferramenta funcionou bem ao longo deste sábado. Mesmo assim, Araújo afirmou que o sistema de segurança do novo aplicativo barrou 30 mil tentativas de invasão.
Em seu discurso, Doria ressaltou que não há derrotados no processo interno do PSDB e afirmou que o partido é que foi vitorioso e que estará unido na “construção de um melhor projeto para o País”. Na sequência, já apontou o rumo que sua eventual campanha deve tomar, o de ataque conjunto ao atual presidente, Jair Bolsonaro, e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ambos líderes das pesquisas de intenção de voto.
“Lula, você não terá em mim alguém complacente no debate. Fazer política pública aos mais pobres não dá a ninguém o direito de roubar”, afirmou.
Sobre Bolsonaro, o candidato que apoiou em 2018, Doria foi igualmente crítico. Disse que o presidente “vendeu um sonho e entregou um pesadelo” e que seu projeto irá vencer tanto a corrupção quanto a incompetência e o negacionismo.


Exatamente uma semana depois, o Partido Novo lançou a pré-candidatura do cientista político Luiz Felipe D’Ávila, que foi coordenador do programa de governo da campanha do tucano Geraldo Alckmin em 2018.

As atenções agora estão voltadas para a filiação do ex-juiz federal Sergio Moro ao Podemos, o que põe fim às dúvidas de sua pretensão de concorrer à Presidência. Desafeto de Jair Bolsonaro, de quem foi ministro da Justiça, e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os dois líderes nas pesquisas, Moro também considera uma vaga ao Senado, mas seu plano A é o cargo máximo da República.

Neste sábado (21), o PSDB escolheu o governador de São Paulo João Doria como candidato ao Palácio do Planalto, por meio de prévias, derrotando o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite e o ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio.

A fragmentação da disputa tende a aumentar, uma vez que a direção do MDB também prepara para os próximos dias o lançamento da senadora Simone Tebet (MS), o que elevaria o número a 11 postulantes principais.

Ao menos por enquanto, os esforços de união da chamada terceira via não se concretizaram, o que favorece a polarização entre Lula, à esquerda, e Bolsonaro, que retém parte substancial dos votos dos eleitores da direita.

Com a maior rejeição entre todos os pré-candidatos, no entanto, Bolsonaro – que acertou filiação ao PL – vê esse capital eleitoral ameaçado pela concentração de concorrentes no campo da direita, centro direita e centro.
É o caso de Luiz Henrique Mandetta, outro egresso de seu governo. O ex-ministro da Saúde é o pré-candidato do União Brasil, fruto da fusão em curso entre o DEM e o PSL, sigla pela qual Bolsonaro se elegeu em 2018 mas de onde saiu após perder a briga pelo controle partidário.

No centro, há ainda o nome do senador Alexandro Vieira (SE), cuja pré-candidatura foi aprovada em setembro pela direção do Cidadania.

Pela esquerda, mas com acenos à direita, o único que busca enfrentar a hegemonia do PT é o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), que já concorreu à Presidência em 1998, 2002 e 2018.

Pela primeira vez desde 2006, o Psol deve abrir mão de lançar candidato ao Planalto para apoiar Lula, mesmo caminho que será adotado por partidos do campo progressista como PSB e PCdoB.

Ex-Psol e Patriota, o folclórico ex-deputado federal evangélico Cabo Daciolo pretende repetir a dose e lançou-se novamente ao Planalto, na semana passada, em meio à temporada de anúncios de presidenciáveis, ao se filiar ao Brasil 35 (ex-Partido da Mulher Brasileira). Em 2018, Daciolo surpreendeu ao terminar a disputa em sexto lugar, à frente de figuras da elite política, como Henrique Meirelles (MDB), Marina Silva (Rede), Alvaro Dias (Podemos) e Guilherme Boulos (Psol).
A lista final dos que concorrerão em 2022 só será conhecida depois das convenções partidárias, a serem realizadas entre 20 de julho e 5 de agosto de 2022. A relação deve incluir nomes de última hora de partidos pequenos da direita ou da esquerda, como PCO e PSTU, ao passo que também tende a passar por um enxugamento – em virtude das chances apontadas pelas pesquisas eleitorais e da costura de alianças.
É o caso do apresentador de TV José Luiz Datena, que anunciou em seu programa que se filiará ao PSD para concorrer ao Senado por São Paulo. Datena, que havia sido lançado como presidenciável pelo PSL, não gostou de declarações em que o presidente do partido, Luciano Bivar, demonstrou simpatia pela candidatura de Sergio Moro. O apresentador também se dizia insatisfeito com os rumos da fusão com o DEM.
Em 2018, 13 candidatos concorreram à Presidência da República.
Doria vence prévias, prega união no PSDB e pede ajuda a outros partidos
O governador de São Paulo, João Doria venceu as prévias tucanas para a escolha do pré-candidato do PSDB à Presidência da República em 2022. O anúncio foi feito em Brasília, sábado, 27, pelo presidente nacional da legenda, Bruno Araújo. Doria obteve 53,99% dos votos tucanos, derrotando o governador gaúcho Eduardo Leite, que somou 44,66%, e o ex-senador Arthur Virgílio, com 1,35%. A escolha foi feita por 30 mil filiados que participaram do processo de forma presencial ou remota.
A decisão coloca fim à disputa interna e afunila ainda mais a busca entre os partidos do centro por uma terceira via.
Em seu discurso após o resultado, Doria pregou a união interna do partido e pediu ajuda das demais siglas de centro para a “consolidação” de um “melhor projeto” para o Brasil. “Ninguém faz nada sozinho. Precisaremos da ajuda de todos. Da união do Brasil. Da união do PSDB. Da união com outros líderes e partidos”, afirmou.
Diferentemente do que ocorreu no domingo, 21, quando o processo de votação foi suspenso em função de problemas técnicos no aplicativo original, a nova ferramenta funcionou bem ao longo deste sábado. Mesmo assim, Araújo afirmou que o sistema de segurança do novo aplicativo barrou 30 mil tentativas de invasão.
Em seu discurso, Doria ressaltou que não há derrotados no processo interno do PSDB e afirmou que o partido é que foi vitorioso e que estará unido na “construção de um melhor projeto para o País”. Na sequência, já apontou o rumo que sua eventual campanha deve tomar, o de ataque conjunto ao atual presidente, Jair Bolsonaro, e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ambos líderes das pesquisas de intenção de voto.
“Lula, você não terá em mim alguém complacente no debate. Fazer política pública aos mais pobres não dá a ninguém o direito de roubar”, afirmou.
Sobre Bolsonaro, o candidato que apoiou em 2018, Doria foi igualmente crítico. Disse que o presidente “vendeu um sonho e entregou um pesadelo” e que seu projeto irá vencer tanto a corrupção quanto a incompetência e o negacionismo.


O cenário se desenha pulverizado, depois da apresentação à disputa do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (MG), que trocou o DEM pelo PSD, no dia 27.

Exatamente uma semana depois, o Partido Novo lançou a pré-candidatura do cientista político Luiz Felipe D’Ávila, que foi coordenador do programa de governo da campanha do tucano Geraldo Alckmin em 2018.

As atenções agora estão voltadas para a filiação do ex-juiz federal Sergio Moro ao Podemos, o que põe fim às dúvidas de sua pretensão de concorrer à Presidência. Desafeto de Jair Bolsonaro, de quem foi ministro da Justiça, e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os dois líderes nas pesquisas, Moro também considera uma vaga ao Senado, mas seu plano A é o cargo máximo da República.

Neste sábado (21), o PSDB escolheu o governador de São Paulo João Doria como candidato ao Palácio do Planalto, por meio de prévias, derrotando o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite e o ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio.

A fragmentação da disputa tende a aumentar, uma vez que a direção do MDB também prepara para os próximos dias o lançamento da senadora Simone Tebet (MS), o que elevaria o número a 11 postulantes principais.

Ao menos por enquanto, os esforços de união da chamada terceira via não se concretizaram, o que favorece a polarização entre Lula, à esquerda, e Bolsonaro, que retém parte substancial dos votos dos eleitores da direita.

Com a maior rejeição entre todos os pré-candidatos, no entanto, Bolsonaro – que acertou filiação ao PL – vê esse capital eleitoral ameaçado pela concentração de concorrentes no campo da direita, centro direita e centro.
É o caso de Luiz Henrique Mandetta, outro egresso de seu governo. O ex-ministro da Saúde é o pré-candidato do União Brasil, fruto da fusão em curso entre o DEM e o PSL, sigla pela qual Bolsonaro se elegeu em 2018 mas de onde saiu após perder a briga pelo controle partidário.

No centro, há ainda o nome do senador Alexandro Vieira (SE), cuja pré-candidatura foi aprovada em setembro pela direção do Cidadania.

Pela esquerda, mas com acenos à direita, o único que busca enfrentar a hegemonia do PT é o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), que já concorreu à Presidência em 1998, 2002 e 2018.

Pela primeira vez desde 2006, o Psol deve abrir mão de lançar candidato ao Planalto para apoiar Lula, mesmo caminho que será adotado por partidos do campo progressista como PSB e PCdoB.

Ex-Psol e Patriota, o folclórico ex-deputado federal evangélico Cabo Daciolo pretende repetir a dose e lançou-se novamente ao Planalto, na semana passada, em meio à temporada de anúncios de presidenciáveis, ao se filiar ao Brasil 35 (ex-Partido da Mulher Brasileira). Em 2018, Daciolo surpreendeu ao terminar a disputa em sexto lugar, à frente de figuras da elite política, como Henrique Meirelles (MDB), Marina Silva (Rede), Alvaro Dias (Podemos) e Guilherme Boulos (Psol).
A lista final dos que concorrerão em 2022 só será conhecida depois das convenções partidárias, a serem realizadas entre 20 de julho e 5 de agosto de 2022. A relação deve incluir nomes de última hora de partidos pequenos da direita ou da esquerda, como PCO e PSTU, ao passo que também tende a passar por um enxugamento – em virtude das chances apontadas pelas pesquisas eleitorais e da costura de alianças.
É o caso do apresentador de TV José Luiz Datena, que anunciou em seu programa que se filiará ao PSD para concorrer ao Senado por São Paulo. Datena, que havia sido lançado como presidenciável pelo PSL, não gostou de declarações em que o presidente do partido, Luciano Bivar, demonstrou simpatia pela candidatura de Sergio Moro. O apresentador também se dizia insatisfeito com os rumos da fusão com o DEM.
Em 2018, 13 candidatos concorreram à Presidência da República.
Doria vence prévias, prega união no PSDB e pede ajuda a outros partidos
O governador de São Paulo, João Doria venceu as prévias tucanas para a escolha do pré-candidato do PSDB à Presidência da República em 2022. O anúncio foi feito em Brasília, sábado, 27, pelo presidente nacional da legenda, Bruno Araújo. Doria obteve 53,99% dos votos tucanos, derrotando o governador gaúcho Eduardo Leite, que somou 44,66%, e o ex-senador Arthur Virgílio, com 1,35%. A escolha foi feita por 30 mil filiados que participaram do processo de forma presencial ou remota.
A decisão coloca fim à disputa interna e afunila ainda mais a busca entre os partidos do centro por uma terceira via.
Em seu discurso após o resultado, Doria pregou a união interna do partido e pediu ajuda das demais siglas de centro para a “consolidação” de um “melhor projeto” para o Brasil. “Ninguém faz nada sozinho. Precisaremos da ajuda de todos. Da união do Brasil. Da união do PSDB. Da união com outros líderes e partidos”, afirmou.
Diferentemente do que ocorreu no domingo, 21, quando o processo de votação foi suspenso em função de problemas técnicos no aplicativo original, a nova ferramenta funcionou bem ao longo deste sábado. Mesmo assim, Araújo afirmou que o sistema de segurança do novo aplicativo barrou 30 mil tentativas de invasão.
Em seu discurso, Doria ressaltou que não há derrotados no processo interno do PSDB e afirmou que o partido é que foi vitorioso e que estará unido na “construção de um melhor projeto para o País”. Na sequência, já apontou o rumo que sua eventual campanha deve tomar, o de ataque conjunto ao atual presidente, Jair Bolsonaro, e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ambos líderes das pesquisas de intenção de voto.
“Lula, você não terá em mim alguém complacente no debate. Fazer política pública aos mais pobres não dá a ninguém o direito de roubar”, afirmou.
Sobre Bolsonaro, o candidato que apoiou em 2018, Doria foi igualmente crítico. Disse que o presidente “vendeu um sonho e entregou um pesadelo” e que seu projeto irá vencer tanto a corrupção quanto a incompetência e o negacionismo.

A corrida presidencial entrou numa fase de pré-definições em que potenciais candidatos a presidente nas eleições de 2022 estão sendo lançados ao ritmo praticamente de um por semana.

O cenário se desenha pulverizado, depois da apresentação à disputa do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (MG), que trocou o DEM pelo PSD, no dia 27.

Exatamente uma semana depois, o Partido Novo lançou a pré-candidatura do cientista político Luiz Felipe D’Ávila, que foi coordenador do programa de governo da campanha do tucano Geraldo Alckmin em 2018.

As atenções agora estão voltadas para a filiação do ex-juiz federal Sergio Moro ao Podemos, o que põe fim às dúvidas de sua pretensão de concorrer à Presidência. Desafeto de Jair Bolsonaro, de quem foi ministro da Justiça, e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os dois líderes nas pesquisas, Moro também considera uma vaga ao Senado, mas seu plano A é o cargo máximo da República.

Neste sábado (21), o PSDB escolheu o governador de São Paulo João Doria como candidato ao Palácio do Planalto, por meio de prévias, derrotando o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite e o ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio.

A fragmentação da disputa tende a aumentar, uma vez que a direção do MDB também prepara para os próximos dias o lançamento da senadora Simone Tebet (MS), o que elevaria o número a 11 postulantes principais.

Ao menos por enquanto, os esforços de união da chamada terceira via não se concretizaram, o que favorece a polarização entre Lula, à esquerda, e Bolsonaro, que retém parte substancial dos votos dos eleitores da direita.

Com a maior rejeição entre todos os pré-candidatos, no entanto, Bolsonaro – que acertou filiação ao PL – vê esse capital eleitoral ameaçado pela concentração de concorrentes no campo da direita, centro direita e centro.
É o caso de Luiz Henrique Mandetta, outro egresso de seu governo. O ex-ministro da Saúde é o pré-candidato do União Brasil, fruto da fusão em curso entre o DEM e o PSL, sigla pela qual Bolsonaro se elegeu em 2018 mas de onde saiu após perder a briga pelo controle partidário.

No centro, há ainda o nome do senador Alexandro Vieira (SE), cuja pré-candidatura foi aprovada em setembro pela direção do Cidadania.

Pela esquerda, mas com acenos à direita, o único que busca enfrentar a hegemonia do PT é o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), que já concorreu à Presidência em 1998, 2002 e 2018.

Pela primeira vez desde 2006, o Psol deve abrir mão de lançar candidato ao Planalto para apoiar Lula, mesmo caminho que será adotado por partidos do campo progressista como PSB e PCdoB.

Ex-Psol e Patriota, o folclórico ex-deputado federal evangélico Cabo Daciolo pretende repetir a dose e lançou-se novamente ao Planalto, na semana passada, em meio à temporada de anúncios de presidenciáveis, ao se filiar ao Brasil 35 (ex-Partido da Mulher Brasileira). Em 2018, Daciolo surpreendeu ao terminar a disputa em sexto lugar, à frente de figuras da elite política, como Henrique Meirelles (MDB), Marina Silva (Rede), Alvaro Dias (Podemos) e Guilherme Boulos (Psol).
A lista final dos que concorrerão em 2022 só será conhecida depois das convenções partidárias, a serem realizadas entre 20 de julho e 5 de agosto de 2022. A relação deve incluir nomes de última hora de partidos pequenos da direita ou da esquerda, como PCO e PSTU, ao passo que também tende a passar por um enxugamento – em virtude das chances apontadas pelas pesquisas eleitorais e da costura de alianças.
É o caso do apresentador de TV José Luiz Datena, que anunciou em seu programa que se filiará ao PSD para concorrer ao Senado por São Paulo. Datena, que havia sido lançado como presidenciável pelo PSL, não gostou de declarações em que o presidente do partido, Luciano Bivar, demonstrou simpatia pela candidatura de Sergio Moro. O apresentador também se dizia insatisfeito com os rumos da fusão com o DEM.
Em 2018, 13 candidatos concorreram à Presidência da República.
Doria vence prévias, prega união no PSDB e pede ajuda a outros partidos
O governador de São Paulo, João Doria venceu as prévias tucanas para a escolha do pré-candidato do PSDB à Presidência da República em 2022. O anúncio foi feito em Brasília, sábado, 27, pelo presidente nacional da legenda, Bruno Araújo. Doria obteve 53,99% dos votos tucanos, derrotando o governador gaúcho Eduardo Leite, que somou 44,66%, e o ex-senador Arthur Virgílio, com 1,35%. A escolha foi feita por 30 mil filiados que participaram do processo de forma presencial ou remota.
A decisão coloca fim à disputa interna e afunila ainda mais a busca entre os partidos do centro por uma terceira via.
Em seu discurso após o resultado, Doria pregou a união interna do partido e pediu ajuda das demais siglas de centro para a “consolidação” de um “melhor projeto” para o Brasil. “Ninguém faz nada sozinho. Precisaremos da ajuda de todos. Da união do Brasil. Da união do PSDB. Da união com outros líderes e partidos”, afirmou.
Diferentemente do que ocorreu no domingo, 21, quando o processo de votação foi suspenso em função de problemas técnicos no aplicativo original, a nova ferramenta funcionou bem ao longo deste sábado. Mesmo assim, Araújo afirmou que o sistema de segurança do novo aplicativo barrou 30 mil tentativas de invasão.
Em seu discurso, Doria ressaltou que não há derrotados no processo interno do PSDB e afirmou que o partido é que foi vitorioso e que estará unido na “construção de um melhor projeto para o País”. Na sequência, já apontou o rumo que sua eventual campanha deve tomar, o de ataque conjunto ao atual presidente, Jair Bolsonaro, e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ambos líderes das pesquisas de intenção de voto.
“Lula, você não terá em mim alguém complacente no debate. Fazer política pública aos mais pobres não dá a ninguém o direito de roubar”, afirmou.
Sobre Bolsonaro, o candidato que apoiou em 2018, Doria foi igualmente crítico. Disse que o presidente “vendeu um sonho e entregou um pesadelo” e que seu projeto irá vencer tanto a corrupção quanto a incompetência e o negacionismo.
