‘Loki’ marca a volta do Deus da Trapaça, pela Disney+
Redação DM
Publicado em 9 de junho de 2021 às 18:24 | Atualizado há 5 anos
Em dez anos de Universo Cinematográfico Marvel, Loki, interpretado por Tom Hiddleston, apareceu por um total de duas horas, mais ou menos. Ainda assim, tornou-se um dos personagens mais queridos do público, que pode ficar sossegado: o Deus da Trapaça está de volta na série”Loki”, que estreou ontem, com seis episódios semanais, na plataforma de streaming Disney+.
“Eu sempre me surpreendo com os fãs”, disse Hiddleston em entrevista coletiva por videoconferência, na segunda-feira (7). “A razão pela qual pude continuar a interpretá-lo é que ele significa tanto para tantas pessoas, por razões muito diferentes. E isso é muito gratificante para mim. É uma grande honra.”
“Eu sempre me surpreendo com os fãs”, disse Hiddleston em entrevista coletiva por videoconferência, na segunda-feira (7). “A razão pela qual pude continuar a interpretá-lo é que ele significa tanto para tantas pessoas, por razões muito diferentes. E isso é muito gratificante para mim. É uma grande honra.”
Para o ator, o sucesso de “Loki”, que foi um traidor em “Thor” (2011), um vilão em “Os Vingadores” (2012), um anti-herói em “Thor: O Mundo Sombrio” (2013) e “Thor: Ragnarok” (2017) e uma espécie de mártir em “Vingadores: Guerra Infinita” (2018), são justamente suas múltiplas facetas.
“Algumas pessoas gostam porque ele é brincalhão, espontâneo e um tanto travesso. Outros acham que é um bom antagonista. E claro tem os que não suportam”, disse Hiddleston. “Mas eu acho que muitos são atraídos por sua vulnerabilidade. Por baixo de todas aquelas camadas de charme e carisma há uma vulnerabilidade que faz com que se identifiquem com ele.”
Mas, por falar em “Guerra Infinita”, “Loki” não tentou salvar o irmão Thor e acabou morto por Thanos por tê-lo traído no filme de 2018? Sim. Por isso, o próprio Tom Hiddleston foi surpreendido ao ser informado da ideia da série. “Foi um misto de deleite e surpresa. Fiquei empolgado, mas ao mesmo tempo coçando a cabeça porque aquela cena em “Guerra Infinita” pareceu bem conclusiva para mim”, disse o ator.
E isso não vai mudar, tecnicamente. Porque o “Loki” que encontramos é aquele de 2012, que em “Vingadores: Ultimato” escapou com o Tesseract. O chefão dos estúdios Marvel, Kevin Feige, contou sua coisa favorita de ouvir depois da estreia de “Vingadores: Ultimato”. “As pessoas diziam que não tínhamos atado todas as pontas soltas de Loki, que ele simplesmente desaparecia, que tínhamos nos esquecido de contar o que acontecia com ele.”
Pois é chegada a hora. “Loki”, a série, começa logo depois de Loki, o personagem, roubar o Tesseract. “Para onde ele vai? Para quando ele vai? Há tantas possibilidades”, afirmou Hiddleston. “Acho que encontramos soluções divertidas que vão ser exploradas nesta série.”
Imediatamente, ele é capturado pela TVA, a Time Variance Authority – ou “Autoridade de Variância do Tempo”, em português. Essa organização burocrática é a responsável por garantir que o passado, o presente e o futuro sigam o que foi predeterminado. Qualquer um que altere o curso da história – ou seja, que mude a linha do tempo – é levado a julgamento. (Mariane Morisawa, especial para a Agência Estado)