Política

Presidente da ACIA diz que propostas de Daniel “soam como música”

Redação DM

Publicado em 25 de agosto de 2018 às 05:12 | Atualizado há 8 anos

As propostas do candidato a governador da Coligação Novas Ideias, Novo Goiás (MDB, PP, PRB e PHS), Daniel Vilela, receberam elogios dos empreendedores de Anápolis, durante sabatina com o setor produtivo realizada na Associação Comercial e Indus­trial de Anápolis (Acia), realiza­da na noite de quarta-feira (22). Além dos elogios do auditório lo­tado, o próprio presidente da Acia, Anastacios Dagios, afirmou: “As propostas de Daniel soam como música para os ouvidos do setor produtivo de Goiás. Muito boas”. O candidato defendeu um gover­no com maior diálogo com os empreendedores e garantiu que Anápolis terá uma atenção es­pecial, caso eleito, devido à im­portância estratégica do muni­cípio para a economia do Estado.

Para um auditório lotado de li­deranças do meio empresarial e representantes da sociedade civil anapolina, Daniel apontou pro­postas para criar um ambiente propício para trazer mais inves­timentos para Goiás e gerar ren­da, por meio de uma simplifica­ção tributária, segurança jurídica, desburocratização da máquina pública e prestação mais eficien­te de serviços. “Quem financia o setor público é quem produz, quem trabalha. Então o Estado não pode prejudicar justamente quem o sustenta. Tem que haver uma via de mão dupla, com muito diálogo e medidas que tragam efi­ciência, visando sempre o bem es­tar da população”, afirmou Daniel, destacando também a necessida­de do governo dar uma atenção diferenciada ao setor produtivo do município. “Anápolis é e sem­pre será uma das locomotivas do crescimento de Goiás e tem que ser tratada como tal”, acrescentou.

Diante das inúmeras reclama­ções do empresariado local em re­lação ao atual governo, que com­prova o distanciamento que a gestão tomou do setor produtivo, Daniel se comprometeu a tomar decisões compartilhadas, visando criar um ambiente propício para a retomada do desenvolvimento do Estado. “Não dá mais para o Esta­do reajustar tributos para cobrir o buraco criado pela irresponsabi­lidade fiscal do governo. Aumen­taram no final do ano passado a cobrança de ICMS e logo depois instituíram o Difal (Diferença de Alíquota de ICMS) para empre­sas optantes pelo Simples. Tudo isto sem diálogo algum com o setor produtivo e num momento de cri­se aguda, com as empresas lutan­do para sobreviver e não eliminar postos de trabalho”, criticou Daniel.

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