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Goiânia Esporte Clube: torcedores anônimos

Redação DM

Publicado em 24 de agosto de 2018 às 03:49 | Atualizado há 8 anos

Fun­da­do em 1938, o Go­i­â­nia Es­por­te Clu­be é uma das equi­pes de fu­te­bol mais tra­di­cio­nais do Es­ta­do de Go­i­ás e do Bra­sil. Até 1974, é o clu­be que mais tí­tu­los con­quis­tou no fu­te­bol go­i­a­no, sa­gran­do-se 14 ve­zes cam­pe­ão go­i­a­no, in­clu­in­do um pen­ta­cam­pe­o­na­to, e uma vez cam­pe­ão da Co­pa Cen­tro-Oes­te, em 1967. É, tam­bém, um dos clu­bes que tem tor­ce­dor fi­el, fa­ça chu­va ou fa­ça sol, es­tão sem­pre com­pa­re­cen­do aos es­tá­di­os pa­ra in­cen­ti­var a tra­di­cio­nal equi­pe al­vi­ne­gra.

A pro­pó­si­to, es­sa re­se­nha tem o ob­je­ti­vo de res­sal­tar no­mes de tor­ce­do­res do Go­i­â­nia Es­por­te Clu­be, o Ga­lo Ca­ri­jó, que sem­pre com­pa­re­ce­ram aos es­tá­di­os pa­ra in­cen­ti­var o glo­ri­o­so ti­me al­vi­ne­gro, mas que es­tão sem­pre no ano­ni­ma­to, pe­lo me­nos a gran­de mai­o­ria de­les. E um des­ses é o meu ir­mão, Eli de Sou­za Nas­ci­men­to, pro­pri­e­tá­rio de es­cri­tó­rio de con­ta­bi­li­da­de e lí­der da ca­te­go­ria, que le­vou não ape­nas sua fa­mí­lia de san­gue a tor­cer pe­lo Ga­lo, mas, tam­bém, fun­cio­ná­rios e ami­gos.

Nes­sa no­va fa­se do Go­i­â­nia, em que o ti­me li­de­ra a di­vi­são de aces­so (Sé­rie B) do Cam­pe­o­na­to Go­i­a­no, Eli, jun­ta­men­te com os fi­lhos Eli­an­der­son, Eder e Lud­mil­la, que her­da­ram o Fleury da vo­vó Ana Sa­fi­ra, vol­ta­ram a com­pa­re­cer aos es­tá­di­os pa­ra em­pur­rar à vi­tó­ria o ti­me do co­ra­ção. Ali­ás, os três já es­tão fa­zen­do no­vos tor­ce­do­res, ao exem­plo de Wel­ling­ton Bar­ce­los, que vi­rou Ga­lo por cau­sa do pa­trão Eli­an­der­son.

Mas nes­sa tur­ma de tor­ce­do­res fi­eis do Ga­lo Ca­ri­jó, o Pro­fes­sor da Aca­de­mia de Fu­te­bol, te­nho vá­rios ami­gos, al­guns ilus­tres, ao exem­plo do jor­na­lis­ta Ivan Men­don­ça, um dos me­lho­res re­pór­te­res po­lí­ti­cos de Go­i­ás, com pas­sa­gens mar­can­tes pe­los prin­ci­pa­is ve­í­cu­los de co­mu­ni­ca­ção do Es­ta­do, jor­nais e emis­so­ras de rá­dio. Ho­je é um dos ba­lu­ar­tes da Agên­cia As­sem­bleia de No­tí­cias, ao la­do de tor­ce­do­res do Go­i­ás, ao exem­plo do Mar­cos An­tô­nio de Je­sus; e do Vi­la No­va, ao exem­plo de Ce­zar San­tos e des­te hu­mil­de es­cri­ba.

Des­ta­co ain­da meus ami­gos Mau­ro Vi­ei­ra e Za­queu Pe­rei­ra Bas­tos, de pris­cas eras; as­sim co­mo o fi­ló­so­fo Al­mir Lu­iz, o Ca­nho­to, que já foi jo­ga­dor do Ga­lo. En­fim, tem uma sé­rie de tor­ce­do­res que ba­ta­lham pa­ra ver o Go­i­â­nia no­va­men­te cam­pe­ão go­i­a­no da Sé­rie A, da eli­te do fu­te­bol de Go­i­ás. En­tre eles, des­ta­co Cris­ti­a­no Pá­dua, do si­te tor­ce­dor­do­go­i­a­nia.com.br. E que bom que a di­re­to­ria do Go­i­â­nia, li­de­ra­da por Ari­o­ne de Pau­la e Ebraim Aran­tes, es­tá em har­mo­nia. Es­pe­ro, in­clu­si­ve, que de­em mais es­pa­ço ao meu ami­go Rai­mun­do Quei­roz, que sa­be tu­do de fu­te­bol. Com cer­te­za, vol­ta­re­mos ao as­sun­to!

 

(Jo­ão Nas­ci­men­to, jor­na­lis­ta)

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