Meia anseia estreia contra antigo rival
Redação DM
Publicado em 16 de maio de 2018 às 03:19 | Atualizado há 8 anos
Contratado pelo Goiás no mês passado, o meia Renato Cajá ainda vive a expectativa de entrar em campo pelo esmeraldino. Ainda sem atuar em 2018, o jogador foi relacionado para a última partida, quando a equipe foi derrotada por 3 a 0. Segundo Cajá, a parte física ainda não está pronta, mas que só estará pronta quando ganhar ritmo de jogo.
“Não tem como estar 100%. Jogo a jogo a evolução física vai acrescentar, três meses sem jogar e o primeiro jogo vai ser muito difícil. Já foi muito difícil no treino, mas só jogando, preciso estar jogando, pegando ritmo. É importante estar dentro de campo, 20, 30, 45 minutos’’, analisou o jogador sobre o ritmo de jogo necessário para ajudar a equipe.
Na Ponte Preta, equipe onde estava antes de defender o Goiás, o jogador viveu sua melhor fase na carreira. Podendo estrear contra o Guarani, maior rival da Ponte, Cajá falou que a motivação para o jogo será diferente e que espera sair com a vitória, assim como foi na maioria dos clássicos que disputou.
“Com certeza vou jogar mais motivado, não tem como escapar disso. Tive vários anos na Ponte Preta, vários clássicos e eu venci mais do que perdi e espero que dessa vez eu vença de novo, dessa vez com a camisa do Goiás. Espero voltar a erguer o Goiás, para a gente sair dessa situação jogo a jogo’’, falou o jogador sobre a motivação extra para o jogo contra o Guarani.
Sobre o mal momento vivido pelo time, o jogador foi duro ao falar que a parte tática da equipe não está funcionando na Série B. Segundo Cajá, é necessário que a equipe seja consertada e que o time tenha mais vontade que os adversários na hora de entrar em campo e sair com a vitória.
“A gente tem falado sobre isso, mas não é só o emocional, ninguém é bobo. Todo mundo sabe as dificuldades que o Goiás tem passado dentro de campo e os times têm aproveitado. A parte tática nossa infelizmente está pífia e a gente só precisa consertar, se organizar para que eles não tenham o espaço que eles têm. Os caras engolem a gente e a gente não tem força para engolir eles. É hora de dar a volta por cima, se organizar taticamente. Colocar força psicologicamente, fisicamente para superar isso’’, criticou o jogador a parte tática da equipe e deu a receita para começar a vencer na competição.