PSol projeta crescimento de Prof. Weslei Garcia
Redação DM
Publicado em 15 de maio de 2018 às 03:52 | Atualizado há 8 anos
Levantamento estatístico das eleições ao Governo de Goiás produzido, no último dia 7 de maio de 2018, e divulgado, ontem, pelo jornal Diário da Manhã, em versões impressa e on-line, não incluiu o nome do professor universitário e da rede pública de ensino de segundo grau Weslei Garcia (foto). Definido em 22 de abril passado como pré-candidato do PSol ao governo do Estado. O policial rodoviário federal especialista em Direitos Humanos Fabrício Rosa disputará o Senado.
Criado em 2004, após uma dissidência à esquerda do PT, por Luciana Genro, João Batista, o Babá, e João Machado, doutor do Departamento de Economia da Pontifícia Universidade Católica [PUC-SP], de São Paulo, a legenda lançou também o cientista social e especialista em Psicanálise Guilherme Boulos, líder do MTST [Movimento dos Trabalhadores Sem Teto], à presidência da República. Sônia Guajajara, líder indígena, para a vice-presidência.
PSOL-PCB
Doutor do departamento de História da Universidade Federal de Goiás, David Maciel analisa que a aliança PSol-PCB, no Brasil e em Goiás, poderá herdar parte dos votos do Lulismo e melhorar a sua performance nas urnas eletrônicas, em 7 de outubro de 2018. Mestre em História, Cultura e Poder, Paulo Henrique Costa Mattos avalia que a coligação enfrentará dificuldades como a falta de enraizamento no interior do Estado, nos 245 municípios.
– Assim como a ausência de estruturas partidária, financeira e de tempo de TV e rádio.