Kátia: “Pesquisa mostra que a eleição está aberta”
Redação DM
Publicado em 15 de maio de 2018 às 03:44 | Atualizado há 8 anos
A pesquisa Grupom/Diário da Manhã foi bem recebida pelas lideranças do Partido dos Trabalhadores em Goiás. A professora Kátia Maria (foto), que pode ter o seu nome confirmado como candidata do partido ao governo do Estado, avalia que “os números da pesquisa Grupom, publicada nesta segunda-feira pelo Diário da Manhã mostram que a eleição está aberta. Veja que temos um candidato com a máquina do governo que não deslancha, outro que já foi candidato a governador e ao senado que não sai do lugar, e nós que ainda nem tivemos a candidatura estamos pontuando nas pesquisas. Soma-se a isto o imenso número de indecisos, que demonstram que a população está crítica com a velha politica e vai ouvir com atenção as propostas dos candidatos e partidos que estiveram mais comprometidos com os seus interesses”, pontua.
Kátia Maria também destaca a liderança do presidente Lula nas pesquisas em Goiás e também a sua capacidade de transferência de votos. “todas as pesquisas de âmbito nacional mostram que o PT é o partido com maior preferência popular, na casa dos 20% e aqui, a pesquisa Grupom/DM mostra Lula com 28,5% e com capacidade de transferir cerca de 45% dos votos se não for candidato. Nosso desafio é conversar com este eleitorado que simpatia de Lula e do PT e trabalhar para chegarmos ao final do primeiro turno na casa dos 25% que pode garantir a passagem para o segundo turno”, profetiza.
Para o deputado federal Rubens Otoni , os números apurados pelo Grupom/DM apontam para uma eleição onde o PT tem plenas condições de disputa tanto pela presidência, quanto pelo governo do Estado e Senado. “Vejo que pela pesquisa a eleição não está definida em Goiás. Há o esgotamento da imagem do governo e de candidatos tradicionais. Mesmo sendo Goiás um Estado com perfil mais conservador Lula lidera com folga e os nomes mais conhecidos da política não empolgam. A tradição do PT é de conversa direta com a população e esta eleição exige este perfil, pois a população está cansada de demagogia e quer ser ouvida e receber dos candidatos propostas factíveis e realistas”, .