Poeta Fabrício Machado recita “Big Bang”
Redação DM
Publicado em 21 de março de 2018 às 01:05 | Atualizado há 1 ano
Premiado em um Festival Nacional do Conselho Federal de Psicologia, o poeta Fabrício Machado apresenta, no Festival Juriti, que se inicia hoje, em Goiânia, o seu novo poema. Uma inventiva produção estética. Autoral. O título é “Big Bang”. Trata-se da visão universal de um homem rotulado de louco. Assim como o de criador do universo, explica o artista. Em uma visão lírica e revolucionária, resume-o. Um jogo de palavras, com a dualidade, dentro do sistema do capital, relata ele.
– Um sonhador. Uma pessoa que acredita que o mundo pode ser melhor e que isso se constrói no dia a dia.
É a sua autodefinição. O poeta afirma saber que é preciso, hoje, uma revolução cultural. Para que a humanidade mude e se liberte das ilusões do poder, dispara com narrativa filosófica. Do sonho de lucro, metralha, com criatividade radical e insurgente. Fabrício Machado propõe a construção do “Homem Novo”. Mais: marchar contra o machismo, o sexismo, o racismo, diz em seus versos. Lúdicos. Além de instigar o mundo à sua volta a produzir a mesma reflexão, pontua. A sua missão é “tentar servir àqueles que não podem lhe oferecer nada em troca”.
– Mas será que isso é possível? Uma revolução sem guerra? [Ele questiona].
EM TEMPO
A obra multifacetada de Fabrício Machado tem saído das gavetas empoeiradas. Elas ocupam, hoje, lugar nas comunidades. Com temas como o amor, transformação social, crescimento pessoal, sonhos, lutas, fantasias. De inspiração e vida, explica. Tudo o que nela está inserido, registra. Inclusive o outro lado da vida e a metafísica sem poder, teoriza. Dialogar, insiste. A agenda do artista – uma mistura de Ezra Pound, com Jean Arthur Rimbaud e Charles-Pierre Baudelaire – estabelece o recital do poema “Big Bang” para o dia 23 de março, sexta-feir, às 19h.
– Contará com a participação especial do Coró Mulher.
