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25 de janeiro na História

Redação DM

Publicado em 24 de janeiro de 2018 às 22:16 | Atualizado há 1 ano

ACONTECIMENTOS HISTÓRICOS:

41 – Depois de uma noite de ne­gociação, Cláudio é aceito como Imperador romano pelo senado.

750 – Na Batalha do Zab, os re­beldes abássidas derrotam o Ca­lifado Omíada.

1348 – Um forte sismo atinge a região alpina meridional do Friul na atual Itália, causando danos consideráveis aos edifícios tão distantes quanto Roma.

1890 – Assinado o Tratado de Montevidéu, uma tentativa de solucionar a chamada Questão de Palmas entre o Brasil e a Ar­gentina.

1918 – Ucrânia declara a inde­pendência da Rússia bolchevique.

1924 – Abertura das Jogos Olímpi­cos de Inverno de 1924 em Chamo­nix, nos Alpes franceses, inauguran­do os Jogos Olímpicos de Inverno.

1934 Fundação da Universi­dade de São Paulo (USP). A Uni­versidade de São Paulo (USP) é uma das quatro universidades públicas mantidas pelo governo do estado brasileiro de São Pau­lo, junto com a Universidade Es­tadual de Campinas (Unicamp), Universidade Estadual Paulista(U­nesp) e a Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp). É a maior universidade pública bra­sileira e a universidade mais im­portante do país, da Ibero-Amé­rica e uma das melhores e mais prestigiadas do mundo. A USP é uma das maiores instituições de ensino superior na América La­tina. São 42 unidades de ensino e pesquisa, distribuídos em dez campi: São Paulo (com três cam­pi), Bauru, Lorena, Piracicaba, Pi­rassununga, Ribeirão Preto, Santos e São Carlos. O campus principal em São Paulo é chamado Cidade Universitária Armando de Salles Oliveira, com uma área de 7 443 770 metros quadrados. A institui­ção está envolvida no ensino, pes­quisa e extensão universitária em todas as áreas do conhecimen­to. Somando todos os Campi, a USP possui um total de 246 cur­sos de graduação, 229 cursos de pós-graduação, 5,8 mil professo­res e 93 mil alunos matriculados entre graduação e pós-graduação (2012). Segundo o relatório mun­dial de 2012 (SIR World Report) da SCImago Institutions Rankings, a USP está classificada na décima primeira posição mundial entre as 3 290 instituições de ensino e pes­quisa internacionais classificadas. No ano de 2012, de acordo com o University Ranking by Academic Performance (Urap), a USP conti­nua sendo a melhor universida­de iberoamericana e está coloca­da na vigésima oitava posição no mun­do. Em 2 0 1 1 – 2 0 1 2 , o World Univer­sity Rankings, pu­blicado pela revis­ta britânica Times Higher Education (THE), classificou a USP como a melhor universida­de da América Latina, da Ibero­-América e como a 158ª melhor do mundo. Em 2012, a THE também apontou a instituição como uma das 70 universidades com melhor reputação no planeta, e, em 2015, entre as 60 universidades.[21] De acordo com a Classificação Aca­dêmica das Universidades Mun­diais (ARWU – sigla em inglês) de 2011, a USP está classificada en­tre as posições 102ª e 150ª entre as 500 universidades analisadas no mundo. Em 2012, a universi­dade foi classificada pelo ranking Webometrics Ranking of World Universities como a primeira da América Latina e a décima quin­ta do mundo em exposição na in­ternet. Em 2013, segundo a clas­sificação internacional QS World University Rankings, 26 cursos da USP aparecem entre os melhores do mundo e, em 2015, é aponta­da como a primeira universidade da América Latina. A THE classifi­cou a instituição como a 10ª me­lhor universidade dos BRICS e de outros países em desenvolvimen­to, em 2015. De acordo com o Cen­ter for Wo r l d University Rankings (CWUR), em 2014 a USP ocu­pava a primeira posi­ção de melhores universi­dades do país e a 131ª posição mundial. Entre as universidades públicas brasileiras, é aquela com o maior número de vagas de gra­duação e de pós-graduação, sendo responsável também pela forma­ção do maior número de mestres e doutores do mundo, bem como responsável por metade de toda a produção científica do estado de São Paulo e mais de 25% da brasi­leira.[29]Como o Brasil é respon­sável por cerca de 2% da produção científica mundial, pode-se dizer que a USP é responsável por 0,5% das pesquisas científicas do mun­do.[28] Além disso, entre as pós­-graduações no Brasil com concei­tos 6 e 7 (os mais altos conceitos) da Coordenação de Aperfeiçoa­mento de Pessoal de Nível Supe­rior Capes, 25% estão na USP, che­gando à porcentagem de 55% se considerado apenas o território paulista. Criada em 1934, a con­tribuição desta universidade para a história brasileira é bastante re­levante: na instituição se forma­ram no ensino superior treze dos quarenta e três presidentes brasi­leiros, como o sociólogo Fernan­do Henrique Cardoso e o advoga­do Jânio Quadros – este último e outros dez apenas na Faculdade de Direito, que também formou 53 ministros na história do Supre­mo Tribunal Federal (STF) e cuja fundação precede em 108 anos a da própria universidade.

1945 – Segunda Guerra Mundial: término da Batalha das Ardenas.

1949 – Primeira cerimônia do Emmy ocorre no Hollywood Athletic Club.

1971 Idi Amin lidera um golpe de Estado que depõe Milton Obo­te e se torna presidente de Ugan­da.–Idi Amin Dada foi um ditador militar e o terceiro presidente de Uganda entre 1971 e 1979. Amin se juntou ao King’s African Rifles, um regimento colonial britâni­co, em 1946, servindo na Somá­lia e no Quênia. Eventualmente, ele chegou a patente de Major­-General no exército uganden­se, e tornou-se Comandante an­tes de liderar um golpe de estado em 1971, depondo o então presi­dente Milton Obote. Mais tarde, como chefe de estado, se auto pro­moveu a Marechal de Campo. O governo de Amin ficou caracte­rizado por violações dos direitos humanos, repressão política, per­seguição étnica, assassinatos, ne­potismo, corrupção e má gestão econômica. O número de mor­tos durante seu regime ditato­rial é estimado por observadores internacionais e grupos de direi­tos humanos como estando entre cem mil e quinhentos mil. Duran­te seus anos no poder, Amin dei­xou de ser um anticomunista com considerável apoio de Israel e pas­sou a ser apoiado por Muammar al-Gaddafi, a União Soviética e a Alemanha Oriental. Entre 1975 e 1976, ele foi o presidente da Or­ganização da Unidade Africana, um grupo criado para promover a solidariedade entre as nações no continente. Entre 1977 e 1979, Uganda foi membro da Comissão das Nações Unidas para os Direi­tos Humanos. Em 1977, quando o Reino Unido rompeu relações diplomáticas com o país, Amin declarou que havia derrotado os britânicos, adicionando “CBE”, de “Conquistador do Império Bri­tânico”, aos seus títulos. Seu títu­lo completo era “Sua Excelência Presidente Vitalício, Marechal de Campo Alhaji Dr. Idi Amin Dada, VC, DSO, MC, CBE”. Após a Guer­ra Uganda-Tanzânia (1978–1979), onde Amin tentou anexar a região de Kagera, dissidentes consegui­ram encerrar seu regime de oito anos, forçando seu exílio. Primeiro ele foi para a Líbia, depois para a Arábia Saudita, onde viveu até sua morte em 16 de agosto de 2003. É lembrado até os dias atuais como um dos déspotas mais sanguiná­rios da história da África.

1994 – Lançamento da Base da Força Aérea de Vandenberg a sonda Clementine com a finali­dade de testar tecnologias espa­ciais, de pesquisar a Lua e o aste­roide 1620 Geographos.

2006 – Publicação da primei­ra encíclica do Papa Bento XVI, Deus Caritas Est.

2011 Primeira onda da Revo­lução Egípcia começa em todo o país, marcada por manifesta­ções de rua, comícios, atos de desobediência civil, tumultos, greves trabalhistas e confrontos violentos. – A Revolução no Egi­to em 2011, também conhecida como Dias de Fúria, Revolução de Lótus e Revolução do Nilo,[18] [19] foi uma série de manifesta­ções de rua, protestos e atos de desobediência civil que ocorre­ram no Egito de 25 de janeiro até 11 de fevereiro de 2011. Os or­ganizadores das manifestações contaram com a recente revolta da Tunísia para inspirar as mul­tidões egípcias a se mobilizarem, assim como ocorreu em grande parte do mundo árabe. Os prin­cipais motivos para o início das manifestações e tumultos foram a violência policial, leis de esta­do de exceção, o desemprego, o desejo de aumentar o salário mínimo, falta de moradia, infla­ção, corrupção, falta de liberdade de expressão, más condições de vida e fatores demográficos es­truturais. O principal objetivo dos protestos era derrubar o re­gime do presidente Hosni Muba­rak, que esteve no poder durante trinta anos. Enquanto protestos localizados já eram comuns em anos anteriores, grandes protes­tos e revoltas eclodiram por todo o país a partir do dia 25 de janei­ro, que ficou conhecido como o “Dia da Ira”, a data estabelecida por grupos de oposição do Egi­to e outros para uma grande ma­nifestação popular. Os protes­tos de 2011 foram chamados de “sem precedentes” para o Egito e “a maior exposição de insatis­fação popular na memória re­cente” no país, sendo que o Cairo está sendo descrito como “uma zona de guerra”[25] por um cor­respondente local do jornal The Guardian. Pela primeira vez, os egípcios de todas as esferas so­ciais, com diferentes condições socioeconômicas se juntaram aos protestos. Estas foram as maiores manifestações já vistas no Egito desde 1977. Mubarak dissolveu seu governo e nomeou o militar e ex-chefe da Direção Geral de Inteligência Egípcia, Omar Su­leiman, como vice-presidente, na tentativa de sufocar a dissi­dência. Mubarak pediu ao mi­nistro da aviação e ex-chefe da Força Aérea do Egito, Ahmed Shafiq, para formar um novo go­verno. A oposição ao regime de Mubarak se aglutinou em torno de Mohamed ElBaradei, com to­dos os principais grupos de opo­sição apoiando o seu papel de negociador de alguma forma de governo transitório.[27] Muitos estrangeiros procuraram sair do país, enquanto os egípcios reali­zaram manifestos ainda maiores. Em resposta à crescente pressão Mubarak anunciou que não vai tentar a reeleição em setembro. O objetivo principal dos protes­tos, enfim, foi atingido no dia 11 de fevereiro de 2011, quando o vi­ce-presidente egípcio Omar Su­leiman anunciou, pela emissora estatal de televisão, a renúncia do presidente Hosni Mubarak, o que causou a comemoração da po­pulação na Praça Tahrir, no cen­tro do Cairo, e em várias outras cidades do Egito. A partir de 11 de fevereiro, o poder passou para o Conselho Supremo das Forças Armadas. Em 24 de maio, Muba­rak foi obrigado a ir a julgamen­to sob a acusação de assassinato premeditado de manifestantes pacíficos e, se condenado, po­derá enfrentar a pena de mor­te. A junta militar, chefiada pelo chefe de Estado efetivo, Moha­med Hussein Tantawi, anunciou em 13 de fevereiroque a Consti­tuição seria suspensa, ambas as câmaras do parlamento dissolvi­das, e que as forças armadas go­vernariam por seis meses até as eleições pudessem ser realizadas. O gabinete anterior, incluindo o primeiro-ministro Ahmed Shafik, continuaria a servir como um go­verno interino até que um novo fosse formado.[32] Shafik renun­ciou em 3 de março, um dia an­tes de grandes protestos para le­vá-lo a renunciar. Foi substituído por Essam Sharaf, o ex-ministro dos Transportes. Embora Muba­rak tenha renunciado, os protes­tos continuaram em meio a preo­cupações sobre quanto tempo a junta militar durará no Egito, al­guns receiam que os militares vão governar o país por tempo inde­terminado. A revolução egípcia, juntamente com os acontecimen­tos na Tunísia, tem influenciado as manifestações em outros paí­ses árabes, incluindo no Iêmen, Bahrein, Jordânia, Síria e Líbia.

 

NASCIMENTOS:

1627 – Robert Boyle, físico e quími­co irlandês (m. 1691).

1662 – Luís da Cunha, diplomata português (m. 1749).

1708 – Pompeo Batoni, pintor ita­liano (m. 1787).

1736 – Joseph-Louis Lagrange, ma­temático francês (m. 1813).

1743 – Friedrich Heinrich Jacobi, fi­lósofo alemão (m. 1819).

1759 Robert Burns, poeta bri­tânico (m. 1796). Robert Burns, também conhecido como Rabbie Burns e O Bardo de Ayrshire, foi um poeta Escocês. Amplamente con­siderado o poeta nacional da Es­cócia,[1][2] os trabalhos de Burns estão entre os primeiros escritos em lingua escocesa, embora tenha também escrito em dialeto escocês (uma forma mais leve de escocês, mais suscetível de ser compreendi­da por anglófonos) e em lingua in­glesa. Burns escreveu poemas que prefiguram o romantismo e comé­dia, e, cheias de simplicidade e es­pontaneidade, suas poesias tinham como temas principais sua aldeia, a natureza e seus amores.

1867 Adelaide Cabete, feminis­ta portuguesa (m. 1935). Adelai­de de Jesus Damas Brazão Cabete, mais conhecida como Adelaide Ca­bete, foi uma das principais femi­nistas portuguesas do século XX. Republicana convicta, foi médica obstetra, ginecologista, professora, maçom, publicista, benemérita, pa­cifista, abolicionista, defensora dos animais e humanista. Foi pioneira na reivindicação dos direitos das mulheres, e durante mais de vin­te anos, presidiu ao Conselho Na­cional das Mulheres Portuguesas, nessa qualidade reivindicou para as mulheres o direito a um mês de descanso antes do parto e em 1912 reivindicou também o direito ao voto feminino, sendo em 1933, a primeira e única mulher a votar, em Luanda, onde viveu, a Consti­tuição Portuguesa.

1874 – W. Somerset Maugham, es­critor britânico (m. 1965).

1882 Virginia Woolf, escritora britânica (m. 1941). – Adeline Vir­ginia Woolf foi uma escritora, en­saísta e editora britânica, conhecida como uma das mais proeminentes figuras do modernismo Woolf era membro do Grupo de Bloomsbury e desempenhava um papel de sig­nificância dentro da sociedade li­terária londrina durante o período entre guerras. Seus trabalhos mais famosos incluem os romances Mrs. Dalloway (1925), Ao Farol ou Rumo ao Farol (1927) e Orlando (1928), as­sim como o livro-ensaio Um Teto Todo Seu ou Um quarto que seja seu (1929), onde encontra-se a fa­mosa citação “Uma mulher deve ter dinheiro e um teto todo seu se ela quiser escrever ficção”.

1886 – Wilhelm Furtwängler, maes­tro e compositor alemão (m. 1954).

1899 – Paul-Henri Spaak, diploma­ta e político belga (m. 1972).

1923 – Arvid Carlsson, cientista sueco.

1939 – Giorgio Gaber, cantor e com­positor italiano (m. 2003).

1955 – Terry Chimes, músico bri­tânico.

1957 – Jenifer Lewis, atriz norte-a­mericana.

1958 – Diana Pequeno, cantora e compositora brasileira.

1965 – Vittor Santos, maestro, pro­dutor musical e compositor brasileiro.

1993 Kéfera Buchmann, atriz e vlogueira brasileira. – Kéfera Bu­chmann de Mattos Johnson Pereira, mais conhecida simplesmente como Kéfera, é uma atriz, vlogueira, apresen­tadora, escritora e roteirista brasileira. Ficou mais conhecida com o canal do YouTube “5inco Minutos”, um dos pri­meiros canais do Brasil a atingir um milhão de inscritos. Em 2016 foi elei­ta pela revista Forbes como uma das jovens mais promissoras do Brasil.

 

MORTES:

477 – Genserico, rei dos vândalos e alanos (n. c. 389)

1899 – Alfredo d’Escragnolle Tau­nay, escritor, político, historiador e sociólogo brasileiro (n. 1843).

1899– Adolphed’Ennery, drama­turgoeromancistafrancês(n. 1811).

1920– JeanneHébuterne, pintora francesa(n. 1898).- JeanneHébuter­ne nasceu em 6 de abril de 1898 em Arras, nortedaFrança, seupaiAchille CasimirHébuternetrabalhavacomo chefe de perfumaria da loja de de­partamentos Bon Marché, era um ardenteadmiradordePascal, sempre liafragmentosdesuaobra, enquan­to a família descascava batatas para ojantar, issosempreirritouaJeanne. Seuirmão, AndréHébuterne(1894- 1992), ao escolher a arte como pro­fissão, causouaprimeirarupturana invencívelrespeitabilidadedosseus pais. Quando Jeanne seguiu seu ir­mãonastrilhasdaarte, escolheues­tudar na Academia Colarossi, na rua Grande Chaumière, desde peque­na mostrou aptidão para a pintura eparaodesenho. Possuíaestilopró­prio e criava suas próprias roupas. DeacordocomoescultorLeonInde­baum, Jeannenoeraunaluminaria de la vida de los cafés sino una figu­ra menor, interesante por sus exóti­cos turbantes, su capa marrón y sus botas altas. Por influência de seu ir­mão, conheceu Tsuguharu Foujita (1886-1968) pintorfrancêsdeascen­dência japonesa, personagem ca­racterístico de Montparnasse, sen­do retratada por ele diversas vezes. Jeanne tinha a rosto pálido e ovala­do com grandes olhos azuis, usa­va grandes tranças, era considera­da uma mulher tímida, porém de olhar intrigante. Em 1917, Jeanne conheceu o pintor Amedeo Modi­gliani no Café de La Rotonde, todos disputavamparasaberquemficaria primeiro com Jeanne, como Modi­gliani tinha a fama de mulherengo, ganhou. Primeiro ele a desenhou, em seguida a levou para um hotel miserável e a pintou, depois dormi­ram juntos, ela tinha dezoito anos. Modiglianieratrezeanosmaisvelho do que ela, era um homem muito considerado e charmoso. Começa­ram a se encontrar imediatamente e acabaram se apaixonando. Em 29 de novembro de 1918 dá a luz a uma menina, que recebe o mes­mo nome da mãe, Jeanne Modiglia­ni (1918-1984), sendo reconhecida como filha por Modigliani. No final de junho de 1919, informa a Modi­gliani que estava grávida novamen­te. Ao que este, surpreso, teria fala­do: “Nãotemossorte!”. Érenunciada de sua família, por escolher viver com Modi. Logo fica comprome­tida a se casar com o pintor. A vida do casal não era um mar de rosas e Modigliani tinha a saúde debilita­da devido a uma tuberculose mal curada e ao consumo excessivo de álcool e drogas. Em janeiro de 1920 trouxeram Modigliani tomado por febre e delirando, não tinha carvão e nem água, era necessário descer atéopátioparapegaráguadopoço, Jeannegrávidadenove meses esta­va muito fraca, quase não tinham comida, se alimentavam apenas de sardinhas enlatadas. Ficaram esquecidos por todos e trancados no estúdio por uma semana. Mo­digliani delirava e Jeanne desenha­va a si mesma. No dia 21 de janei­ro de 1920, quando o pintor Ortiz de Zárate aparececeu no estúdio e horrorizado, fez com que Modi­gliani fosse internado no Hospital de la Charité. Jeanne atordoada é levada a casa dos pais, foi a última vez que viu Modigliani com vida, ele morre dia 24 de janeiro de tu­berculose meningítica aos 35 anos de idade. Ortiz levou a triste notícia a Jeanne que estava quase em tra­balhodeparto. Namanhãseguinte, ela foi até o hospital para ver Ame­deo. Quando entrou no quarto em que ele jazia, aproximou-se e olhou para ele por um longo tempo. De­pois, segundo Francis Carco, corta­ram a mecha do cabelo de Jeanne e o colocaram sobre o peito do seu amado. Saindo em seguida, sem di­zer uma palavra.

1947 – Al Capone, gângster ítalo­-americano (n. 1899).

1990 – Dámaso Alonso, poeta, fi­lólogo e crítico literário espanhol (n. 1898).

1995– Albert William Tucker, ma­temático canadense (n. 1905).

2006 – Anna Malle, atriz norte-a­mericana (n. 1967).

2009 – Kim Manners, diretor de televisãonorte-americano(n. 1951).

 

 


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