Apoio forte por um objetivo
Redação DM
Publicado em 11 de janeiro de 2018 às 22:41 | Atualizado há 8 anos
Na manhã de ontem, no Salão Dona Gercina Borges, situado no Palácio das Esmeraldas, foi realizado o evento de apresentação da parceria entre o Monte Cristo, equipe tradicional do voleibol goiano, e o Projeto Gibinha, idealizado pelo ex-jogador Giba. Além da apresentação da parceria, foram anunciados os 17 jogadores que defenderão o Monte Cristo na Superliga B. A solenidade contou com a presença de autoridades, como o vice-governador Zé Eliton e Raquel Teixeira, responsável pela Secretaria do Estado de Educação, Cultura e Esporte (Seduce).
Goiânia será a terceira cidade a receber o projeto, depois de Araucária (PR) e Matão (SP). O trabalho terá duração de um ano. “O Projeto Gibinha nasceu dois anos após eu parar de jogar volêi. Ele veio de uma ideia que é simplesmente retornar tudo que eu tive de carinho da sociedade. E principalmente todos os problemas que eu vivi na minha vida. É o terceiro núcleo sendo aberto, com o apoio total do governo do estado. O mais importante são as crianças, a gente luta, briga, estuda por elas’’, falou Giba sobre os objetivos do projeto.
Para Zé Eliton, o projeto criado pelo ex-jogador ressalta a importância do papel de ídolo do esporte brasileiro. Ainda segundo o vice-governador, diferente do futebol, em que há rivalidade entre os torcedores de distintas equipes, o Monte Cristo irá mobilizar a torcida dos goianos por ser o único time do estado na Superliga B.
“Quando o Giba, no seu exemplo de ídolo, estabelece uma agenda de inclusão de crianças que querem semear seu sonho, ele demonstra a importância do atleta que sabe da sua responsabilidade. E além disso, além das cores azul e branco, que eu vejo estampados nos uniformes, vocês haverão de defender as cores do estado de Goiás. Todos nós goianos estaremos a torcer pelo Monte Cristo. Melhor que no futebol, em que alguns torcem para o Goiás, Vila Nova ou Atlético, no vôlei todos os goianos serão torcedores assíduos do Monte Cristo’’, ressaltou Zé Eliton.
Com início no dia 20 de janeiro, a Superliga B conta com oito equipes na disputa de duas vagas para a divisão principal do vôlei brasileiro. Paulo Martins até ano passado acumulava as funções de presidente e treinador da equipe. Em 2018, ele será apenas o mandatário da equipe goiana. Segundo ele, a competição se divide em dois blocos de favoritismo. No primeiro, as equipes do Rio de Janeiro e São Paulo que de início são as favoritas. No segundo bloco, as outras equipes que disputam o torneio.
“A expectativa nossa é ficar entre os seis primeiros colocados. Nós temos uma equipe para ir além disso aí, nós contratamos uma equipe jovem. Hoje, as principais equipes da competição são o Ribeirão Preto (SP), do Marcos Pacheco, que era treinador do SESI (SP), até a temporada passada. O Botafogo, que tem jogadores de renome. O Itapetininga (SP), do André Nascimento e o Santo André. É nessa ordem. Depois vem as outras equipes, Monte Cristo, UPIS (DF), Blumenau (SC) e Uberlândia (MG)’’, falou o presidente da equipe sobre os adversários da equipe na Superliga B.
2013
Foi o ano em que o Monte Cristo se sagrou campeão da Superliga B de Vôlei Masculino