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Redação DM

Publicado em 11 de maio de 2017 às 02:00 | Atualizado há 1 ano

Difícil dizer se o Atlético jogou mal e não conseguiu atacar ou se jogou bem de acordo com a proposta de não levar gol e segurar o resultado. O fato é que os rubro-negros empataram em 0 a 0, ontem no Maracanã, e toda emoção ficou para o jogo de volta, em Goiânia, que será realizado apenas no dia 24/05, às 21h45, no Serra Dourada.

O Dragão precisa de qualquer vitória para passar para as quartas de final. Empate com gols dá Flamengo e outro 0 a 0 leva a decisão para os pênaltis. Este jogo de volta permitirá ao torcedor ter uma melhor análise do novo time que está sendo montado.

O Jogo

Parecia que só um rubro-negro estava em campo: o carioca. O Atlético não passava do meio-campo. O Flamengo estava com um time sem entrosamento, por isso teve dificuldade de transformar a posse de bola em gols. Mas desde o início tocava a bola e se sentia bastante confortável jogando no campo do time goiano.

O primeiro tempo foi ataque contra defesa. Nos primeiros 15 minutos a posse de bola era 75% contra 25%. O adversário chegava, mas sem categoria também. Os chutes eram longe e os escanteios não resultavam em perigo.

Chance clara foi aos 25 minutos em cruzamento na área que sobrou para Gabriel, que bateu com perigo por cima da meta. Quatro minutos depois, bola alçada e Kléver saiu catando borboleta, sorte dele que Damião errou o cabeceio e mandou rente a trave.

As ações do Fla terminaram aos 44 em um lance peculiar. Paquetá cabeceou com a parte de trás da cabeça com uma força como se fosse com a testa, o movimento totalmente contrário quase deu certo, se não fosse a defesa excelente do arqueiro.

Nos acréscimos, o Dragão cobrou uma falta na área do Fla que por muito pouco não abriu o placar. Viçosa estava sozinho e furou.

O intervalo nada mudou no panorama geral. Novamente só dava Flamengo. O Atlético se recusava a jogar ao mesmo tempo que os donos da casa pressionavam. O Dragão esbanjou um chute a gol que desviou, mas o Urubu acertou a trave em uma jogada rápida envolvente com troca de passes que Rodinei não balançou as redes.

De falta também veio uma chance com Rafael Vaz, porém, Kléver estava atento e defendeu uma bomba de longe em dois tempos.

E assim seguia no Maraca cheio, muita posse de bola, presença no campo de ataque, mas nada de gols. O Atlético muito lento nas reposições de bola e sem vontade de atacar, o resultado agradava aos campineiros.

Aos 45, o gol quase saiu em uma sobra de escanteio, mas toda o elenco goiano estava dentro da área para impedir o rival de sair vitorioso.

16-5

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